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Depois de alguns dias de trégua, o temor de que o Federal Reserve se veja obrigado a acelerar o seu aperto monetário tomou conta do mercado global durante a maior parte do dia, mas os investidores conseguiram escapar dessa onda de aversão ao risco para garantir um “sextou” com mais alegria.
Enquanto os analistas projetavam um forte impacto na geração de vagas de trabalho em janeiro, o relatório de emprego dos Estados Unidos mostrou que o país conseguiu abrir quase 500 mil pontos de trabalho no último mês. Armados dessas informações, os investidores recalibram suas apostas para o tamanho do aperto monetário que pode começar já no próximo mês no país, aumentando as chances de uma elevação entre 0,25 e 0,50 ponto percentual.
Se no pregão anterior Wall Street sofreu com o balanço negativo da Meta, hoje foi a vez de a Amazon dar um gás extra e levar o Nasdaq a fechar em alta de 1,58% e o S&P 500 a avançar 0,52%, com apenas o Dow Jones fechando em leve queda de 0,06%.
No Brasil, o avanço do preço do barril de petróleo para próximo de US$ 100 impulsionou o setor de commodities, mas o Congresso está de volta ao trabalho e o cenário político minou o Ibovespa de uma recuperação mais expressiva.
O principal índice da B3 encerrou a sexta-feira com um avanço de 0,49%, aos 112.244 pontos. O dólar à vista subiu 0,50%, a R$ 5,3220, de olho em Brasília. Na semana, o recuo foi de 1,26%, favorecido pelo fluxo de entrada de recursos estrangeiros no país.
Já no retorno dos parlamentares ao Congresso, o risco fiscal volta a assombrar os investidores e também o Ministério da Economia. Um dos projetos apresentados no Senado para tentar segurar a elevação dos preços dos combustíveis foi apelidada de "Kamikaze" pela equipe econômica. As desonerações de impostos previstas, sem nenhuma contrapartida, poderiam custar cerca de R$ 100 bilhões.
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Ainda que a bolsa tenha conseguido escapar da pressão, o dólar à vista e o mercado de juros refletiram a preocupação dos investidores. Após a forte queda dos DIs ontem, em reação à decisão do Banco Central brasileiro de reduzir o ritmo de ajuste da taxa Selic, as principais taxas fecharam em forte alta.
Para Ariane Benedito, economista da CM Capital, a semana que vem deve trazer de volta o foco para a agenda doméstica, com a divulgação de importantes indicadores econômicos e a ata da última reunião do Copom.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta sexta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
ESQUENTA DOS BALANÇOS
Prejuízo da pandemia é página virada para os shoppings, afirmam analistas; veja as ações favoritas de BTG Pactual e Banco Inter no setor. Os especialistas acreditam que os balanços do quarto trimestre mostrarão um desempenho sólido das empresas no período, com vendas além dos níveis pré-covid.
REMÉDIO NA BOLSA
Ano das farmácias: XP vê alta de até 43% para ações da Panvel (PNVL3), Raia Drogasil (RADL3) e Pague Menos (PGMN3). Corretora manteve recomendação de compra da favorita do setor, a RADL3, e iniciou a cobertura de PNVL3.
DESTRUIÇÃO DE VALOR
Ações do IRB (IRBR3) derretem 93% na B3 em dois anos após alerta da Squadra sobre balanços. Foi em fevereiro de 2020 que chegou ao mercado a explosiva carta da gestora de fundos que apontava para a existência de possíveis inconsistências nos balanços do IRB.
PASSA OU REPASSA?
Fim do jogo para Facebook e Mark Zuckerberg? Saiba se é hora de comprar as ações da Meta (FBOK34) após resultado que derrubou as bolsas em Nova York. Papéis da empresa sofrem uma queda de mais de 25% um dia depois da divulgação de performances abaixo do esperado pelo mercado e da perda de usuários.
PRIVATIZE-ME SE PUDER
De privatização a controle de preços: O que Lula, Bolsonaro, Moro, Ciro e Doria querem fazer com a Petrobras. Como de costume, com a eleição presidencial cada vez mais próxima, os candidatos já começaram a anunciar seus planos para a estatal — e as ideias se dividem.
Depois de uma alta de quase 50% em 12 meses, o mercado discute se os preços já esticaram — e por que “estar caro” não significa, necessariamente, fim da alta
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