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Apesar da incerteza que ronda a atuação do Fed, a alta das commodities ajudou o Ibovespa, que conseguiu registrar avanço
A volatilidade é inerente ao mercado financeiro, mas ainda assim existem momentos em que ela se torna ainda mais pronunciada e até espanta.
Não há como negar que estamos em um período delicado e de alta incerteza. Existe uma guerra na Europa, uma pandemia ameaçadora na China e sinais de que a maior economia do mundo passa por apuros — e nenhum desses elementos costuma deixar os investidores sorrindo à toa.
Diante de um cenário assim, dias bons são mais limitados. As bolsas americanas reduziram o ritmo de queda que vinha sendo observado nos últimos dias, mas não conseguiram fôlego para fechar no azul.
O Ibovespa, no entanto, foi na contramão. O principal índice da B3 conseguiu terminar o dia em alta de 0,71%, aos 107.005 pontos, muito ajudado pelo enfraquecimento do dólar em escala global e pelo sinal verde do Tribunal de Contas da União (TCU) para o processo de privatização da Eletrobras.
A moeda americana foi uma das mais penalizadas após o Banco Central Europeu deixar claro que a elevação de juros deve se iniciar assim que o seu programa de compras de ativos se encerrar — e esse não deve ser um processo lento.
A valorização da libra e do euro pesou, mas as apostas cada vez mais altas de que os Estados Unidos correm o risco de encarar uma nova recessão também tiveram voz.
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As revisões menos otimistas para a economia americana fazem com que os investidores não consolidem suas projeções para decisões futuras do Federal Reserve (Fed) — uma hora o posicionamento tende a ser agressivo, mas em outras, o mercado duvida que o Fed coloque o pescoço do Tio Sam em jogo.
Nesse ambiente, as commodities conseguiram um dia de valorização — amplamente benéfico para o Ibovespa, mas também para nossa balança comercial. O dólar à vista encerrou o dia em queda de 1,32%, a R$ 4,9168.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quinta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
VOLATILIDADE NÃO É BRINQUEDO
Agradeça à Terra (LUNA): mercado global de criptomoedas já perdeu US$ 1 trilhão em 2022 — e o ano nem chegou na metade ainda. Os primeiros meses foram difíceis para as moedas digitais, mas o desaparecimento da Terra (LUNA) foi o ponto de maior perda.
TRABALHADOR ACIONISTA
Governo vai liberar até metade do seu FGTS para você comprar ações da Eletrobras (ELET3); saiba como usar. A expectativa é de venda expressiva dos papéis da companhia com o dinheiro do fundo, assim como já aconteceu em operações da Petrobras.
CAIXA CHEIO
Vem dividendos por aí? BR Properties (BRPR3) avalia pagamento de proventos aos acionistas após levantar R$ 5,9 bilhões com venda de portfólio. A prioridade é utilizar o dinheiro obtido com o negócio para reduzir a dívida da companhia, mas ainda deve sobrar recurso para outros usos.
SOB TENSÃO
Mais pressão sobre Elon Musk: 3º maior acionista da Tesla quer que empresa recompre US$ 15 bilhões em TSLA para salvar ações da queda livre. Além do pedido urgente de Leo Koguan, a fabricante de veículos elétricos ainda teve outro baque ontem: foi expulsa do índice ESG da S&P 500.
SÓ NO SAPATINHO
Putin dá olé nos EUA, negocia com a China e vende petróleo pela porta dos fundos para a Europa; entenda a manobra. Ao que tudo indica, as sanções do Ocidente fizeram efeito, mas não conseguiram frear a Rússia, que aumentou a produção de 200 mil a 300 mil barris por dia em maio, depois da queda de 1 milhão de barris por dia em abril.
Entenda o que acontece com as ações da Azul, que vivem uma forte volatilidade na bolsa, e qual a nova investida de Trump contra o Fed, banco central norte-americano
Além de elevar o risco institucional percebido nos Estados Unidos, as pressões do governo Trump adicionam incertezas sobre o mercado
Investidores também aguardam dados sobre a economia brasileira e acompanham as investidas do presidente norte-americano em outros países
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