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O medo de uma recessão econômica em escala global está no ar, mas os agentes dos mercados optaram por dar ao Fed o benefício da dúvida
O medo de uma recessão econômica em escala global está no ar. A última a embarcar no vagão temático do trem-fantasma recessivo foi a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Nem Kristalina Georgieva descarta mais o risco de uma recessão. Mesmo assim, a quinta-feira dos mercados financeiros internacionais começa com céu azul.
Até mesmo a bolsa de valores de Londres parece indiferente à pressão para que o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, renuncie.
Mas por que isso acontece hoje?
Ao longo dos últimos meses, os temores de uma recessão global levaram alguns dos principais índices de ações do mundo a entrarem em território de bear market, o chamado mercado de baixa.
O que mudou?
Leia Também
Um dos fatores apontados por analistas é o teor da ata da última reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), divulgada ontem.
Embora o Fed não descarte uma postura ainda mais restritiva para combater a inflação, a autoridade monetária não faz nem menção à palavra “recessão” em sua ata.
Não é que os agentes do mercado financeiro tenham desembarcado do trem-fantasma da recessão. Eles ainda acreditam nisso, mas optaram por dar ao Fed o benefício da dúvida.
Acompanhe os desdobramentos disso na nossa cobertura de mercados financeiros.
Enquanto isso, o Seu Dinheiro dá sequência hoje à série de reportagens especiais sobre onde investir no segundo semestre de 2022.
O tema do dia é o mercado de criptomoedas. Extremamente volátil, o bitcoin (BTC) acaba de sair do segundo pior semestre de sua história. Ainda assim, nenhum contratempo parece capaz de abalar o ânimo dos entusiastas dos criptoativos.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
ESQUENTA DOS MERCADOS
O medo da recessão está no ar, mas as bolsas sobem mesmo assim. Veja o que mantém os mercados no azul hoje. Ata do Fed traz alívio aos mercados financeiros diante da ausência do termo “recessão” no documento.
OPERAÇÃO BILIONÁRIA
Por que a BR Properties (BRPR3) quer reduzir o capital em mais de R$ 1,1 bilhão e distribuir o dinheiro para os acionistas? Empresa calcula que, sem novos investimentos relevantes no curto prazo, o capital social se tornará excessivo e optou restituir os investidores.
RANKING
Carteira recomendada de ações do Itaú foi a única, entre as maiores corretoras do país, a fechar o semestre com desempenho positivo. Recomendação tem melhor desempenho no ano, com alta de mais de 5%, enquanto o Ibovespa recua 6%, segundo Grana Capital.
TAXAS GORDAS
Com risco fiscal, retorno de 6% + IPCA volta a ser comum entre títulos Tesouro IPCA+ de longo prazo. Todos os vencimentos de títulos públicos Tesouro IPCA+ a partir de 2035 já voltaram a pagar a rentabilidade “mágica” desse tipo de ativo.
VOLTANDO À NORMALIDADE
Focus está de volta! Com o fim da greve dos servidores, Banco Central retoma publicações — que estavam suspensas desde abril. As atividades do BC serão retomadas hoje, enquanto o relatório voltará a ser publicado na próxima segunda-feira (11).
FALA SÉRIO!
Uma aposta levou sozinha a Mega Sena, mas algo ainda mais improvável aconteceu. Pela segunda vez em pouco mais de um mês, um jogo feito numa cidade de apenas 360 mil habitantes levou o prêmio principal. Veja onde ela foi feita.
ESTRADA DO FUTURO
Mais coisas estranhas nos investimentos: A Netflix atingiu a maturidade, mas e se estivermos todos errados sobre ela? Para o colunista Richard Camargo, a gigante dos streamings encontra-se em uma encruzilhada: reduzir investimentos em novas produções sem perder assinantes — e a empresa parece estar diante de uma solução.
Uma boa quinta-feira para você!
Em meio a ruídos geopolíticos e fiscais, uma provocação: e se o maior risco ainda nem estiver no radar do mercado?
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