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O ex-primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, foi assassinado nesta sexta-feira. Ele foi baleado durante um ato de campanha com vistas à eleição de domingo no país
O mundo amanheceu em choque. Tradicional epicentro de terremotos, o Japão é hoje a origem de um abalo sísmico político.
O ex-primeiro-ministro Shinzo Abe foi assassinado nesta sexta-feira. Ele foi baleado durante um ato de campanha com vistas à eleição de domingo no país.
Abe não era candidato, mas seu empenho na campanha dois anos depois de sua renúncia sinaliza que seus aliados ainda o consideravam um bom cabo eleitoral.
Shinzo Abe foi o primeiro-ministro que mais tempo permaneceu no cargo na história do Japão.
Deixou como legado a estabilização política e um programa econômico que ganhou até nome próprio.
A Abenomics consistia num tripé formado por flexibilização monetária, estímulos fiscais e reformas estruturais.
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Das três frentes, apenas as reformas estruturais não saíram como esperadas, mas o Japão conseguiu estabilizar a dívida e fazer a economia crescer um pouco mais do que a média das décadas anteriores.
A repercussão do assassinato ainda não está clara, mas você pode acompanhar tudo na cobertura do Seu Dinheiro.
Enquanto isso, damos sequência hoje à série de reportagens especiais sobre onde investir no segundo semestre de 2022.
O tema do dia é o mercado de fundos imobiliários, os famosos FIIs.
A Larissa Vitória foi a campo e descobriu quais fundos imobiliários promissores os especialistas consideram mais promissores para o segundo semestre, com pelo menos um representante de cada tipo de FII. Não deixe de conferir!
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Exterior tenta emplacar alta antes do payroll; Ibovespa aguarda inflação após votação da PEC ser adiada. O aumento do prazo para a proposta que coloca ainda mais pressão sobre as contas públicas injeta aversão ao risco nos investidores hoje.
ELEIÇÕES 2022
Correndo contra o relógio: Texto-base da ‘PEC Kamikaze’ é aprovado em comissão especial na Câmara. O governo tem pressa para pagar as benesses, a pouco menos de três meses do primeiro turno da eleição presidencial. Confira próximos passos.
MARKET MAKERS
Após a queda recente, o petróleo vai voltar a subir ou vai entrar em colapso?A Vista Capital deu seu veredito no Market Makers. João Landau é o primeiro convidado do novo podcast de Thiago Salomão e Renato Santiago.
NÃO PARA, NÃO PARA, NÃO PARA NÃO
Ambipar (AMBP3) leva pra casa a CTA, especializada em serviços ambientais. Confira detalhes do negócio. Empresa não informou o valor da transação, mas negócio dará acesso a um grupo com R$ 21,6 milhões em faturamento no último ano.
PARCERIA
PetroRecôncavo (RECV3) e 3R Petroleum (RRRP3) avaliam parceria nas bacias Potiguar e Recôncavo. Empresas assinaram um memorando de entendimentos para coordenar esforços na ampliação da eficiência operacional.
JÁ DÁ PRA RESPIRAR?
A calmaria durante a tempestade: apesar das turbulências, Itaú BBA enxerga luz para a MRV (MRVE3). Em recomendação, analistas afirmam que novidades esperadas para o programa Casa Verde e Amarela podem beneficiar a construtora.
EM MEIO AO TERREMOTO
Apesar dos resgates, fundos multimercados conseguem fechar o 1º semestre no azul. Período difícil para ativos de risco levou investidores a fugirem de fundos de ações e multimercados e emissões de renda variável desabaram 75% no período.
SEXTOU COM O RUY
Presidente novo, política nova? Por que as ações da Petrobras (PETR3; PETR4) continuam atraentes mesmo com tantas trocas de comando. Para o colunista Ruy Hungria, o que realmente preocupa na petroleira é o risco de o novo CEO obrigá-la a vender combustíveis por preços bem abaixo da paridade internacional.
Uma boa sexta-feira e um bom fim de semana para você!
O conflito no Oriente Médio adiciona mais uma incerteza na condução da política monetária; entenda o que mais afeta os juros e o seu bolso
O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil
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Crescimento das despesas acima da renda, ascensão da IA e uberização da vida podem acabar com a classe média e dividir o mundo apenas entre poucos bilionários e muitos pobres?
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