O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Haddad reúne-se hoje com Paulo Guedes e Roberto Campos Neto. Uma entrevista coletiva com o futuro ministro está programada para o início da noite.
O presidente eleito - e agora diplomado - Luiz Inácio Lula da Silva encerrou o suspense na última sexta-feira, quando revelou os primeiros integrantes do alto escalão de seu futuro governo.
O nome mais aguardado pelos participantes do mercado financeiro era o do ministro da Fazenda. A indicação de Fernando Haddad confirmou rumores aos quais os investidores já vinham reagindo havia semanas.
Agora as atenções se voltam para a composição da equipe econômica. Como o atual Ministério da Economia será desmembrado em pelo menos três pastas, Lula deve apresentar em breve seus escolhidos para as pastas do Planejamento e da Indústria.
Enquanto isso não acontece, Lula divide os holofotes da economia com Haddad.
O ex-prefeito de São Paulo já tem agenda de ministro. Nesta terça-feira, ele terá encontros hoje com o atual ministro da Economia, Paulo Guedes, e com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.
As reuniões serão fechadas para a imprensa. Para o início da noite, Haddad chamou uma entrevista coletiva. A expectativa é de que o futuro ministro anuncie os nomes de seus primeiros secretários.
Leia Também
E é nesses nomes que os participantes do mercado estão de olho. Pedimos então ao nosso colunista Matheus Spiess que avaliasse os desafios impostos a Haddad do ponto de vista do mercado financeiro.
Ele fez questão de ressalvar que “o mercado é um péssimo avaliador de notícias políticas”.
Ao entregar o texto, porém, contradisse a própria ressalva com uma análise criteriosa dos cenários e aspectos para os quais os investidores precisam estar atentos na hora de avaliar os desdobramentos da indicação de Haddad para o cargo de ministro da Fazenda.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
MERCADOS HOJE
Inflação dos EUA mantém bolsas em compasso de espera, enquanto Ibovespa acompanha encontros de Haddad como ministro da Fazenda. Investidores calibram apostas para decisão do Fed nos EUA e transição de governo por aqui.
EM CANA
Sam Bankman-Fried, fundador da FTX, é preso nas Bahamas, mas a extradição pode levar semanas. O ex-CEO da corretora de criptomoedas corre o risco de ser condenado a uma longa sentença de prisão nos Estados Unidos.
ACIONISTAS FELIZES
Ano novo, dividendos no bolso: Tim (TIMS3) anuncia R$ 445 milhões em JCP para janeiro. Outras duas empresas listadas na B3 pagarão proventos a seus acionistas em breve. Veja quais.
SAÍDA ANTECIPADA
Wiz (WIZS3) desaba na bolsa após saída de CEO. Heverton Peixoto deixa a cadeira de presidente após quase cinco anos à frente da Wiz. A saída é “negativa” na visão do BTG Pactual. O que esperar para as ações agora?
LOTERIAS
Lotofácil faz mais um milionário; veja de onde é a aposta ganhadora. O bilhete premiado da Lotofácil dará direito a pouco mais de R$ 1,4 milhão. Já a Quina acumulou e oferece prêmio de R$ 1,4 milhões hoje.
Uma boa terça-feira para você!
A fintech Nubank tem desenvolvido sua operação de telefonia, que já está aparecendo nos números do setor; entenda também o que esperar dos mercados hoje, após o anúncio de cessar-fogo na guerra do Oriente Médio
Sem previsibilidade na economia, é difícil saber quais os próximos passos do Banco Central, que mal começou um ciclo de cortes da Selic
Há risco de pressão adicional sobre as contas públicas brasileiras, aumento das expectativas de inflação e maior dificuldade no cumprimento das metas fiscais
O TRX Real Estate (TRXF11) é o FII de destaque para investir em abril; veja por que a diversificação deste fundo de tijolo é o seu grande trunfo
Por que uma cultura organizacional forte é um ativo de longo prazo — para empresas e carreiras
Axia Energia (AXIA6) e Copel (CPLE3) disputam o topo do pódio das mais citadas por bancos e corretoras; entenda quais as vantagens de ter esses papéis na carteira
Com inflação no radar e guerra no pano de fundo, veja como os próximos dados do mercado de trabalho podem influenciar o rumo da Selic
A fabricante de sementes está saindo de uma fase de expansão intensa para aumentar a rentabilidade do seu negócio. Confira os planos da companhia
Entenda como o prolongamento da guerra pode alterar de forma permanente os mercados, e o que mais deve afetar a bolsa de valores hoje
Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente
Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado
Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples