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Perguntamos para seis personagens relevantes do mercado como estavam se posicionando e mexendo em suas carteiras em meio ao segundo turno das eleições; veja o que eles responderam
O Brasil está irreconhecível. Faltam 30 dias para a Copa do Mundo e ninguém está falando de futebol. Parece que todos só têm olhos e ouvidos para as eleições.
E nós, do Market Makers, NÃO estamos aqui para mudar isso.
Começamos o podcast em julho deste ano e não houve um episódio no qual o tema não aparecesse. Não seria na semana do segundo turno presidencial que faríamos diferente.
Antes do primeiro turno já havíamos convidado alguns gestores para explicar como estavam se posicionando e como estavam mexendo em suas carteiras.
Ontem fizemos o mesmo e perguntamos para seis personagens do mercado o que eles estão fazendo. Abaixo, um resumo de suas respostas. Você pode clicar em cada um dos nomes e ouvir suas respostas diretamente no YouTube.
Nunca vi nada semelhante ao que está acontecendo hoje em termos de polarização e histeria eleitoral no Brasil.
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Hoje nossas posições são muito mais conservadoras e indexadas ao CDI. Já sabemos o que pode acontecer em cada um dos cenários, e mercado tem todo dia. O
mais sensato a se fazer até a eleição é reduzir risco. Se me apontassem uma arma na cabeça e falassem: ‘compra ou vende?’ Eu responderia ‘atira’.
Mercado tem todos os dias. Espere os resultados e na segunda-feira você se posiciona de acordo com sua análise sobre quem ganhou.
As duas últimas semanas foram uma montanha-russa em termos de pesquisas e reações do mercado, mas o cenário principal não mudou.
Temos dois candidatos que já foram presidentes e sabemos como pensam. O ruído está muito mais intenso, mas essa premissa não mudou.
Sim, Lula ainda não falou sobre seus planos econômicos e quem será o ministro, mas acreditamos que a presença do Alckmin na chapa é uma sinalização positiva para o mercado.
E em termos fiscais, observando as duas campanhas, planos e promessas, esperamos um waiver fiscal de R$ 100 bilhões.
Nossas posições estão menores em Brasil neste ano. Está difícil ter uma convicção grande de curto prazo sobre o que fazer por aqui.
Não achamos Brasil tão barato como os outros veem acham e o ambiente externo está desafiador para um país que tem uma série de dificuldades.
No ambiente externo, vemos também uma possibilidade de alta do petróleo e fim de altas de juros em alguns países, como Canadá e Suécia.
É um evento binário, 50% de chances para cada um.
Não dá para fazer uma posição para bancar, então comprei call de Petrobras bem fora do dinheiro.
Se Lula ganhar, sei quanto perco; se der Bolsonaro, posso ganhar muito.
Fomos para o primeiro turno apostando na assimetria.
Como via chance, ainda que baixa de a eleição terminar no primeiro turno, fomos focados em bolsa, beta e estatais.
Na semana passada o mercado passou a precificar 50% de chances para cada convidado.
Tiramos o beta das posições, trocando PETR e BB por EWZ, pois independente de quem ganhar, mercado pode vir subindo.
Mesmo Lula será obrigado a ter uma equipe econômica decente. Hoje temos uma carteira doméstica sem commodities. Lá fora, estamos tomados em juros. Estávamos comprados em dólar e zeramos.
O mercado subiu foi muito forte depois do primeiro turno. Muitas posições andaram bastante e a gente deu uma reduzida, trocamos posições cash por opções.
Zeramos Banco do Brasil e mais à frente fizemos call spread em Banco do Brasil e Petrobras. Esses papéis continuaram andando.
Tínhamos posições em Minas Gerais também, mas depois do Romeu Zema confirmado no governo, saímos de Cemig e Copasa.
Mesma coisa com Sabesp, que andou bastante e reduzimos, depois aumentamos em opções. Nessa semana reduzimos de novo Petrobras.
Agora temos call spread e put spread, pois estamos tentando comprar proteções. Achamos que esses papéis ligados a eleições podem se mexer bastante.
Com Petrobras e Banco do Brasil, temos proteção e aposta via opções.
Confira a live na íntegra:
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