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Para a corretora, uma boa carteira composta por ações defensivas pode ter um prêmio de risco superior ao da renda fixa
Investir na renda fixa é inevitável com a taxa básica de juros (Selic) a 13,75% ao ano? A XP acredita que não. De fato, as aplicações mais conservadoras devem seguir ganhando protagonismo, como foi ao longo de 2022.
Mas para o estrategista-chefe da corretora, Fernando Ferreira, o patamar atual do Ibovespa — na faixa dos 110 mil pontos — é atrativo e traz oportunidades mesmo com a incerteza com relação à política econômica que será adotada pelo governo eleito.
A XP aponta que o múltiplo preço/lucro da bolsa brasileira está 40% abaixo da média dos últimos 15 anos, o que dá atratividade às ações locais, com um prêmio de risco (rentabilidade menos a taxa de juro real) de 8,9%, superior à média histórica — uma oportunidade.
Para a corretora, o Ibovespa deve terminar o próximo ano no patamar dos 125 mil pontos — cerca de 15% superior ao atual. O número, no entanto, foi revisado para baixo após a reação negativa do mercado ao plano de expansão de gastos públicos para os próximos anos.
"Para o próximo ano, temos uma visão um pouco mais cautelosa para a Bolsa brasileira como um todo, considerando os riscos de uma recessão global e, na parte doméstica, dúvidas sobre quais serão as políticas no próximo governo", aponta.
O movimento em direção à bolsa em momentos de instabilidade pode ser contra-intuitivo para muitos investidores. Nathália de Sá, analista de alocação e fundos da XP, aponta que isso acontece pois muitos dão grande importância para o passado — principalmente o resultado dos últimos 12 meses —, e acabam deixando de olhar para o futuro e as oportunidades que podem surgir nesse período.
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Apesar de acreditar nas oportunidades que estão disponíveis na bolsa brasileira, é bom lembrar que o cenário global e doméstico é adverso — assim, a corretora não indica investimentos em empresas ou setores mais arriscados ou de pouca liquidez.
Na visão do estrategista-chefe da XP, o foco deve estar em papéis mais defensivos, sólidos e capazes de pagar bons dividendos no próximo ano. Assim, é melhor que o investidor evite empresas em processo de reestruturação expressiva, altamente endividadas e com baixa lucratividade.
Para 2023, as apostas principais se concentram em commodities, teses de crescimento pouco correlacionadas com o crescimento econômico e preços atrativos de ativos de qualidade. Perguntado sobre setores específicos, o estrategista-chefe mostrou preferência por três setores — financeiro, shoppings centers e elétrico.
Dentre os bancos brasileiros, a preferência da casa é pelo Itaú Unibanco (ITUB4), uma vez que Bradesco (BBDC3; BBDC4) e Santander (SANB11) se encontram em posições mais delicadas com relação ao crescimento da inadimplência.
Ferreira aponta também que apesar de o Banco do Brasil (BBSA3) apresentar múltiplos atrativos, a preferência é deixar estatais fora da carteira até que se tenha uma noção mais concreta dos planos do governo eleito.
Com relação aos shoppings centers, a aposta é no segmento de alta renda — com Iguatemi (IGTI11) e Multiplan (MULT3) apresentando bons resultados, mas ainda sendo negociadas com múltiplos descontados. Outro setor atrativo é o elétrico, representado pela Eletrobras (ELET6).
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