O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O banco não prevê novos integrantes no índice, mas destaca que as ações da CBA (CBAV3), Auren Energia (AURE3) e Movida (MOVI3) se aproximam da faixa de inclusão
A primeira prévia da nova carteira teórica do Ibovespa será revelada aos investidores apenas em 1º de dezembro, mas o Itaú BBA já divulgou suas previsões para a cesta de ativos do principal índice da B3 — e, pelas projeções do banco, vai ter ação indo para o banco de reserva.
Na realidade, a casa de análise estima que haverá um único papel deixando a carteira do Ibovespa: a Positivo (POSI3) pode ser convidada a deixar a festa da bolsa, apenas um ano após figurar na lista.
Segundo os analistas, as ações da Eztec (EZTC3), EcoRodovias (ECOR3) e CSN Mineração (CMIN3) estão próximas da zona de exclusão, mas devem permanecer no portfólio por enquanto.
Atualmente, o Ibovespa é composto por 92 ações depois do último rebalanceamento da carteira, feito em setembro. Porém, se as estimativas do Itaú estiverem corretas, a tendência é que esse número caia para 91 papéis.
Vale destacar que, além da primeira prévia, a B3 ainda divulgará duas carteiras teóricas, programadas para 16 e 29 de dezembro, para determinar o rebalanceamento do Ibovespa — a nova versão do portfólio será, válida a partir de 02 de janeiro.
O Itaú BBA não prevê novos integrantes após a formação do índice. Porém, três ações se aproximam da faixa de inclusão da carteira: a Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3), a Auren Energia (AURE3) e a Movida (MOVI3).
Leia Também
Um dos principais critérios para entrar no Ibovespa é o Índice de Negociabilidade (IN), que indica, em linhas gerais, a liquidez de um ativo.
Para figurar no índice, um papel deve fazer parte do conjunto que representou 85%, em ordem decrescente, do IN durante a vigência das últimas três carteiras.
Segundo o modelo projetado pelo Itaú BBA, três ações que atualmente participam da carteira do Ibovespa devem passar por significativas mudanças de peso no índice.
A Vale (VALE3) e a Weg (WEGE3), que atualmente possuem participação de 18,07% e de 2,76% no índice, respectivamente, passam a pesar menos no Ibovespa segundo as projeções do banco.
De acordo com os analistas, as ações teriam “ultrapassado seus limites de negociabilidade após o forte desempenho das ações desde o rebalanceamento de setembro”.
Para os analistas, o peso de VALE3 cairia 1,64 ponto percentual em relação à carteira anterior, passando para 16,42%. Já para WEGE3, a queda seria de 0,25 pp, para 2,51%.
Já o papel ordinário da Petrobras (PETR3) deve compor um peso maior na próxima carteira do índice da B3, segundo o Itaú. O banco projeta um aumento de 1,16 ponto na participação da petroleira no Ibovespa, que passaria de 4,04% para 5,20%.
A projeção do Itaú baseia-se no “aumento do limite de negociabilidade da ação desde o último rebalanceamento”.
O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII
O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados
O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim
Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA
Para os analistas, a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade; a ação divide o pódio de recomendações com uma varejista que pode valorizar até 44%
No começo da semana, a companhia anunciou a ampliação de seu acordo de fornecimento de carne com a subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita, além de avanços nas aprovações para um possível IPO da Sadia Halal
Volume estrangeiro nos primeiros dois meses do ano cresceu 60% em relação a 2025; só em fevereiro, gringos representaram 24% do volume negociado de fundos imobiliários
Bolsa brasileira segue o bom humor global com o alívio das tensões no Oriente Médio, mas queda do preço do petróleo derruba as ações de empresas do setor; dólar também recua
Apesar de preço mais alto para o aço, o valuation da empresa não é mais tão atraente, e potenciais para a empresa já estão precificados, dizem os bancos
O novo fundo imobiliário comprará participações em sete shoppings de propriedade da Allos, com valor de portfólio entre R$ 790 milhões e R$ 1,97 bilhão, e pode destravar valor para os acionistas
Com a transação, o fundo passa a ter uma exposição de 21% do seu portfólio ao setor bancário, o que melhora a relação risco e retorno da carteira
Retorno foi de 101,5% de abril de 2021 até agora, mas para quem reinvestiu os dividendos, ganho foi mais de três vezes maior, beirando os 350%
Depois do fracasso das negociações entre EUA e Irã no final de semana, investidores encontraram um respiro nas declarações de Trump sobre a guerra
Carteira recomendada do banco conta com 17 fundos e exposição aos principais setores da economia: infraestrutura, imobiliário e agronegócio
A operação abrange todos os portos do país no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, e será aplicada a embarcações de qualquer nacionalidade
A casa avalia que aproximadamente 98% da carteira está atrelada a CRIs indexados ao IPCA, o que gera proteção contra a inflação
Ibovespa supera os 197 mil pontos e atinge novo recorde; apesar disso, nem todas as ações surfaram nessa onda
A companhia foi a maior alta do Ibovespa na semana, com salto de quase 25%. A disparada vem na esteira da renovação no alto escalão da companhia e o Citi destaca pontos positivos e negativos da dança das cadeiras
Com mínima de R$ 5,0055 nesta sexta-feira (10), a moeda norte-americana acumula perdas de 2,88% na semana e de 3,23% em abril, após ter avançado 0,87% em março, no auge da aversão ao risco no exterior em razão do conflito no Oriente Médio