O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O investidor local ainda acompanha a divulgação dos números do varejo brasileiro nesta quarta-feira

Um otimismo cauteloso prevalece nas bolsas norte-americanas antes da divulgação dos dados da inflação de julho nos Estados Unidos. Os índices futuros de Nova York operam em leve alta diante da expectativa de que o CPI, como é chamado o índice de preços ao consumidor norte-americano, tenha desacelerado em julho.
Essa eventual queda de preços por lá atenua — ainda que de maneira provisória —os temores de uma recessão em um momento no qual o mercado de trabalho dos EUA continua aquecido.
Em junho, a inflação norte-americana atingiu 9,1%. A expectativa dos analistas é de que a alta dos preços desacelere a 8,7% em julho.
Caso isso se confirme, o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) ganha espaço para manter uma postura mais agressiva de política monetária — o que não deve trazer bons ventos para as bolsas pelo mundo.
Na Europa, as bolsas de valores operam sem uma direção clara, com os investidores também à espera dos números da inflação nos Estados Unidos. Quem não teve um bom fechamento nesta quarta-feira (10) foram as bolsas da Ásia e Pacífico, que fecharam em queda devido à inflação da China, publicada na noite de ontem.
Na véspera, o Ibovespa fechou em queda em meio a um movimento de realização de lucro. Depois de uma forte recuperação nas sessões anteriores, o principal índice da B3 deu uma pausa depois de confirmada a expectativa de deflação em julho no Brasil.
Leia Também
Confira o que mais movimenta o dia aqui no Seu Dinheiro:
Desde 27 de julho, quando o presidente do Fed, Jerome Powell, anunciou que a autoridade monetária decidiria “a cada reunião” sobre a política de juros, os números de inflação — tanto o CPI quanto o PCE (“gastos com consumo pessoal”, na sigla em inglês), indicador preferido do BC americano —, os dados do emprego e da atividade econômica tomaram conta do noticiário.
A decisão de Powell pode ter acalmado as bolsas e investidores por algum tempo. Porém, a ansiedade antes de cada publicação de dados acaba trazendo grande volatilidade para os índices.
Para a próxima reunião, em 21 de setembro, a expectativa geral de Wall Street é de que o Fed eleve os juros em 75 pontos-base mais uma vez. As chances de uma alta ainda maior estão cada vez mais distantes — e essa é uma boa notícia.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a dizer na última terça-feira que o Brasil está na contramão das economias desenvolvidas, que caminham para a recessão.
Durante a cerimônia de abertura do congresso da Abrasel, associação que reúne bares e restaurantes, Guedes sustentou que a economia está novamente "em pé", com inflação em queda, crescimento econômico acima do que se esperava e geração de empregos.
"Já se fala abertamente em recessão nos Estados Unidos e Europa, e o Brasil, o contrário, está no início de um longo ciclo de crescimento", disse o ministro, que aproveitou também o evento para destacar as medidas lançadas pelo governo para apoiar o setor e evitar demissões durante a pandemia.
Entre os feitos frisados após os "dias tenebrosos" da crise sanitária, Guedes citou a preservação de mais de 14 milhões de empregos, sendo mais de 3 milhões de empregos formais.
"Hoje, olho para esses dias como dias difíceis... Mas o pesadelo ficou para trás", declarou Guedes, lembrando que a vacinação de 98% da população permitiu o retorno do funcionamento normal de bares e restaurantes.
Ainda segundo o ministro, a taxa de desemprego pode cair para 8% antes do fim do ano com a recuperação econômica. Atualmente, o desalento está em 9,3%.
“Antes de o ano acabar nós estamos descendo [a taxa de desemprego] para 8%. Vamos terminar o ano com o menor desemprego que já vimos nesses últimos 10, 15 anos”, declarou o ministro.
Com o foco do exterior no CPI dos Estados Unidos hoje, o investidor local acompanha os números do varejo brasileiros, divulgados a partir das 9h.
A expectativa do mercado é de que o varejo restrito caia 1,00% na comparação mensal e cresça 0,2% na base anual.
Para o índice ampliado, as estimativas dão conta de uma queda de 0,7% na base mensal e recuo de 0,1% no ano. As projeções são de analistas consultados pelo Broadcast.
Após o fechamento:
TESE POSITIVA
QUEM PAGA MAIS?
MERCADOS NA SEMANA
OTIMISMO SELETIVO
ESTRATÉGIA DO GESTOR
VEIO A RESSACA?
TOUROS E URSOS #274
MEXENDO NO PORTFÓLIO
FUNDOS DE INVESTIMENTO
JANELA DE OPORTUNIDADE
CARTA DE MAIO
ESTRATÉGIA DE INVESTIMENTO
VAI PINGAR NA CONTA?
DE OLHO NO VP
CONVERSÃO DE AÇÕES
FECHAMENTO DAS BOLSAS
FII DO MÊS
MERCADOS
AÇÃO DO MÊS
ONDE INVESTIR