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Além do principal ativo do universo cripto, que acumula alta de quase 30% nos últimos sete dias, outras moedas digitais também aproveitaram os bons ventos
Assim como a arte, o mercado financeiro também imita a vida. Se em nossos universos particulares tudo pode mudar em questão de dias, o mesmo acontece com os investimentos.
Veja só o exemplo do bitcoin: no início da última semana a principal criptomoeda do mercado acumulava uma queda de mais de 10%. O ativo recuou para os US$ 29 mil, seu menor patamar em quatro semanas, e quase zerou os ganhos do ano.
Agora, menos de uma semana depois, o bitcoin já deixou para trás o pico negativo e ultrapassa os US$ 39 mil nesta segunda-feira (26). A moeda digital disparou no final de semana e acumula alta de quase 30% nos últimos sete dias.
O ânimo voltou aos mercados graças a uma conjunção de notícias positivas. Além do bitcoin, outras criptomoedas também aproveitam os bons ventos, e a capitalização do mercado cripto avança 9,65% nas últimas 24 horas, segundo o CoinMarketCap.

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Veja quais foram os seis acontecimentos chaves do mercado cripto na última semana:
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Em um encontro com o Grupo de Trabalho sobre Mercados Financeiros do Presidente (PWG, na sigla em inglês), na última segunda-feira (19), a secretária do Tesouro norte-americano, Janet Yellen, pediu mais agilidade na criação de regras para as chamadas stablecoins.
Diferentemente das criptomoedas, as stablecoins (“moedas estáveis”, em tradução livre) têm lastro em ativos já consolidados no mercado, como ouro e dólar. Durante o encontro, o grupo discutiu, além do rápido crescimento dos ativos, seus potenciais usos como meios de pagamento e possíveis riscos para os usuários.
Yellen, assim como o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, vem pedindo repetidamente a criação de um arcabouço regulatório para as stablecoins. Segundo a nota divulgada pelo Tesouro, a solicitação deve ser atendida pelo PWG nos próximos meses.
Vitalik Buterin, conhecido por ser o co-criador da blockchain ethereum, participou do maior evento anual sobre a moeda digital. A quarta edição da Ethereum Community Conference (EthCC) aconteceu na semana passada em Paris.
Entre os diversos pontos abordados por Buterin o destaque ficou com o encorajamento para que desenvolvedores da rede trabalhem além do conceito de DeFi, ou finanças descentralizadas.
O co-criador do ativo salientou, por exemplo, o potencial de redes sociais descentralizadas na blockchain.
Hoje, por volta das 17h45, a segunda criptomoeda mais famosa do mercado subia 5,53%, aos US$ 2.274,22.
Durante participação em um evento voltado ao bitcoin na quarta-feira (21), Elon Musk, o CEO da Tesla, animou o mercado ao admitir que a montadora de carros elétricos poderá voltar a aceitar pagamentos em bitcoin caso haja avanço na sustentabilidade da energia empregada na mineração da criptomoeda.
O bilionário também revelou que, dentre seus "investimentos fora da Tesla e da Space X, o bitcoin lidera com vantagem".
"Se o preço do bitcoin cair, eu perco dinheiro", disse o empresário, no evento "The B Word". "Eu posso inflar [o preço da criptomoeda], mas não largo".
Além do bitcoin, veja seis criptomoedas promissoras para ficar de olho em 2021:
Participando do mesmo evento que Musk, Jack Dorsey, o CEO do Twitter, mostrou que não é apenas otimista sobre a criptomoeda, mas tem esperanças de que a moeda digital possa “gerar ou ajudar na criação da paz mundial”.
E não parou por aí: na conferência sobre os resultados do Twitter no segundo trimestre, na quinta-feira (22), o CEO contou que o bitcoin será uma “grande parte” do futuro da empresa.
A notícia de que a Amazon está em busca de um especialista para moedas digitais também agitou o mercado na sexta-feira (23). Apesar de a vaga não apresentar maiores detalhes sobre o setor da empresa que abriu a vaga ou o papel que essa pessoa deve desempenhar, as especulações em torno do cargo não pararam.
Na descrição da posição, a empresa fala em "inovar dentro dos sistemas de pagamentos e financeiros de uma das maiores empresas de e-commerce do mundo".
Os executivos por trás do Tether, stablecoin com lastro no dólar, estão sob investigação do Departamento de Justiça dos Estados Unidos. De acordo com a Bloomberg, o órgão apura uma possível fraude bancária cometida anos atrás.
A investigação é mais uma na lista de controvérsias da operadora. Além das especulações de que o Tether vem sendo usado para manipular os preços do bitcoin, a companhia fechou, em fevereiro deste ano, um acordo com a Procuradoria-Geral de Nova York, após ser acusada - junto com a corretora cripto Bitfinex - de desviar milhões de dólares para cobrir perdas de US$ 850 milhões na operação.
*Com informações da CNBC
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