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Com as duas maiores economias do mundo frustrando as expectativas dos investidores e o futuro das contas públicas em um limbo, o Ibovespa não teve muito fôlego para escapar do vermelho e encerrou o dia em queda de 0,19%, aos 114.428 pontos.
O Produto Interno Bruto (PIB) chinês, que cresceu 4,9% no terceiro trimestre, veio abaixo do esperado. A produção industrial do gigante asiático, com elevação anual de 3,1%, e a dos Estados Unidos, que caiu 1,3%, também decepcionaram.
É bem verdade que o pregão poderia ter sido pior, já que o índice chegou a cair mais de 1,5% na mínima. Mas também poderia ter sido melhor — com Nova York ganhando algum fôlego e exibindo sinais mistos, o Ibovespa chegou a subir 0,24% na máxima, mas não sustentou a recuperação.
O dia foi morno, mas ainda assim teve companhia que conseguiu um desempenho invejável, na casa dos dois dígitos, feito difícil de se ver até mesmo nos melhores dias de mercado.
O segredo para o sucesso não veio do cenário macroeconômico, como já deu para perceber. O noticiário corporativo agitado é que garantiu bons números.
Hoje foi dia de estreia da Getnet na B3. A empresa de maquininhas do Santander (SANB11) passou por uma cisão, o que levou as suas units a passarem a integrar o Ibovespa já desde o seu primeiro dia de negociação.
A operação de cisão foi aprovada ainda em março, mas só agora começou a ganhar vida. Mas essa não é a única estreia da semana. A partir de sexta-feira (22), a companhia também passa a negociar recibos de ações (ADS, na sigla em inglês) na Nasdaq, sob o código GET.
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As units da Getnet (GETT11) tiveram um primeiro dia de gala e subiram 65,04%, cotadas a R$ 7,79. Fora do Ibovespa, as ações ordinárias (GETT3) e preferenciais (GETT4) tiveram altas na casa dos 100%.
Já a holding Lojas Americanas (LAME4) está revendo os termos do seu “casamento” com a B2W, o que pode resultar em uma única companhia listada no mais alto nível de governança da B3, ao contrário do que temos hoje — uma companhia com os ativos operacionais e uma holding, um modelo que deixou os investidores receosos desde o momento do anúncio da reestruturação.
Se comparado com a novata do dia, o desempenho de LAME4 foi mais modesto, uma alta de “apenas” 20,34%, a R$ 6,39. Ainda assim o saldo do ano ainda é negativo em mais de 40%.
Mas o brilho dessas duas companhias não afastou nossos fantasmas. As conversas sobre a prorrogação do auxílio emergencial continuam, e a PEC dos precatórios ainda se encontra sem definição. O resultado foi uma nova alta do dólar e dos juros futuros. A moeda americana fechou com ganho de 1,21%, a R$ 5,5205.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta segunda-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
VENDA DE ATIVOS
A Oi está mais perto da virada com um sinal verde do Cade. As ações da companhia (OIBR3 e OIBR4) subiram forte nesta segunda, reagindo ao sinal verde dado pelo Cade para a venda de parte da V.tal/InfraCo ao BTG.
MOVIMENTANDO O MERCADO
Fleury (FLRY3) compra Laboratório Marcelo Magalhães. Segunda maior aquisição da história do grupo envolve empresa referência em medicina diagnóstica de Pernambuco e totalizará R$ 384,5 milhões.
NOVIDADES DA MAÇÃ
Apple apresenta novos modelos de MacBook Pro e AirPods; computador vai custar até R$ 45 mil no Brasil. Disponíveis agora em modelos de 14 e 16 polegadas, os dispositivos prometem um processamento ainda mais potente do que os antecessores.
BENEFÍCIO PERTO DO FIM
Sem substituto para o Bolsa Família, Bolsonaro afirma que definição sobre extensão do auxílio emergencial sai nesta semana. O presidente não revelou quantas serão as novas parcelas do benefício, mas afirmou que o valor já foi decidido pelo governo no último sábado.
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