O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O espaço sideral mais uma vez roubou a cena nesta volta do feriado. Dessa vez, a Blue Origin, empresa aeroespacial de Jeff Bezos, lançou ao espaço ninguém mais ninguém menos do que o lendário Capitão Kirk da clássica série Jornada nas Estrelas — o ator William Shatner, de 90 anos.
As aventuras espaciais não pararam por aí. No Brasil, coube ao Banco Central a tarefa de puxar o freio de mão e impedir que a taxa de câmbio mais uma vez voasse em direção às estrelas.
Com a crise político-fiscal constante, inflação em escala global e a perspectiva de elevação de juros nos Estados Unidos cada vez mais consolidada, o real não tem tido vida fácil, e o dólar já acumula uma valorização de mais de 6% no ano.
A quarta-feira terminou com três atuações do BC no câmbio, no maior volume de operações diárias desde março, e uma queda de 0,51% no dólar à vista, a R$ 5,5091. Na máxima do dia, a moeda americana chegou a ser cotada a R$ 5,57.
Os dois primeiros leilões já estavam programados - uma operação tradicional de rolagem (US$ 700 milhões) e um leilão de swap de US$ 750 milhões, parte da estratégia para segurar o efeito de fim de ano do overhedge. Ainda assim, o dólar custou a abandonar o campo positivo.
A divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve era muito aguardada, principalmente após um novo indicador de inflação vir acima do esperado nos Estados Unidos, mas o leilão extra de US$ 1 bilhão realizado pelo BC brasileiro roubou a cena. E amanhã tem mais, com leilão extra anunciado para a quinta-feira.
Leia Também
Já o mercado de juros operou em queda ao longo de todo o dia, mesmo após Fábio Kanczuk, diretor de Política Econômica do Banco Central, ter afirmado que o BC não tem compromisso com a alta de 1 ponto percentual na próxima reunião.
Ignorando as perdas registradas ontem pelos índices americanos e o clima de incerteza que rondou Wall Street ao longo da tarde, o Ibovespa abriu o dia em alta firme e lá permaneceu.
Enquanto as bolsas americanas fecharam com sinais mistos, pesando inflação e Fed, o principal índice da bolsa brasileira encerrou a quarta-feira em alta de 1,14%, aos 113.455 pontos.
Ainda que o recuo do minério de ferro tenha pesado sobre as empresas dos setores de mineração e siderurgia, o índice voltou a ganhar tração após comentários otimistas do presidente da Câmara sobre a PEC dos precatórios.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quarta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
NÃO É OURO DE TOLO
Na Aura, a produção de ouro segue firme — e o pagamento de dividendos tende a continuar forte. AURA33 reportou um novo recorde de produção de ouro em 12 meses — dados que dão suporte ao pagamento de dividendos da empresa.
STABLECOINS EM FOCO
Por que os EUA decidiram apertar o cerco contra o theter (USTD), a criptomoeda com lastro em dólar. Moeda digital é alvo de investigação para saber onde andam os US$ 69 bilhões que lhe serviriam de lastro.
EXECUÇÃO E BLOQUEIOS SUSPENSOS
Justiça prorroga por mais seis meses recuperação judicial da Samarco; Vale (VALE3) também está na mira dos credores da dívida R$ 50 bilhões. Segundo a empresa, a decisão possibilita a continuidade das negociações com os credores em um ambiente protegido.
VIDA LONGA E PRÓSPERA
Jeff Bezos leva o Capitão Kirk, de Star Trek, para o espaço. A empresa Blue Origin levou o ator William Shatner e outros três passageiros em um voo de 11 minutos, dos quais três foram em gravidade zero. Veja como foi.
EXILE ON WALL STREET
O preço do petróleo pode subir até 60% e se tornar a melhor maneira de investir em ESG; entenda. Na ânsia de reduzir o impacto ambiental de certas atividades, o investimento em ativos que não passariam muito pelos crivos ambiental (E), social (S) e de governança (G) pode se tornar uma boa oportunidade. Leia na coluna de Enzo Pacheco.
Além de elevar o risco institucional percebido nos Estados Unidos, as pressões do governo Trump adicionam incertezas sobre o mercado
Investidores também aguardam dados sobre a economia brasileira e acompanham as investidas do presidente norte-americano em outros países
A relação das big techs com as empresas de jornalismo é um ponto-chave para a nascente indústria de inteligência artificial
Após uma semana de tensão geopolítica e volatilidade nos mercados, sinais de alívio surgem: petróleo e payroll estão no radar dos investidores
No atual cenário, 2 milhões de barris extras por dia na oferta global exerceriam uma pressão para baixo nos preços de petróleo, mas algumas considerações precisam ser feitas — e podem ajudar a Petrobras
Descubra oito empresas que podem ganhar com a reconstrução da Venezuela; veja o que mais move o tabuleiro político e os mercados
O jogo político de 2026 vai além de Lula e Bolsonaro; entenda como o trade eleitoral redefine papéis e cenários
Veja por que companhias brasileiras estão interessadas em abrir capital nos Estados Unidos e o que mais move os mercados hoje
As expectativas do norte-americano Rubio para a presidente venezuelana interina são claras, da reformulação da indústria petrolífera ao realinhamento geopolítico
Assim como na última temporada de Stranger Things, encontrar a abertura certa pode fazer toda a diferença; veja o FII que ainda é uma oportunidade e é o mais recomendado por especialistas
Crise na Venezuela e captura de Maduro expõem a fragilidade da ordem mundial pós-1945, com EUA e China disputando influência na América Latina
A construtora Direcional (DIRR3) recebeu três recomendações e é a ação mais indicada para investir em janeiro; acompanhe também os efeitos do ataque no preço da commodity
O ano novo bate mais uma vez à porta. E qual foi o saldo das metas? E a lista de desejos para o ano vindouro?
China irá taxar importação de carne, o que pode afetar as exportações brasileiras, mercado aguarda divulgação de dados dos EUA, e o que mais você precisa saber para começar o ano bem-informado
Da Cogna (COGN3) , que disparou quase 240%, à Raízen (RAIZ4), que perdeu 64% do seu valor, veja as maiores altas e piores quedas do Ibovespa no ano de 2025
Conheça a história da Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora (RME) e do Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), e quais são seus planos para ajudar ainda mais mulheres
A definição de “surpresa”, neste escopo, se refere a um evento para o qual o consenso de mercado atribui uma probabilidade igual ou inferior a 33%, enquanto, na nossa opinião, ele goza de uma chance superior a 50% de ocorrência
Itaú Unibanco (ITUB4) manteve-se na liderança, e o Banco do Brasil (BBAS3). Veja como se saíram também Bradesco (BBDC4) e Santander Brasil (SANB11)
Mesmo em um cenário adverso, não surpreende que o segmento em destaque tenha encerrado 2025 como o segundo que mais se valorizou dentro do universo de FIIs
Em um ano em que os “grandes times”, como o bitcoin e o ethereum, decepcionaram, foram os “Mirassóis” que fizeram a alegria dos investidores