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Todo grande herói precisa de um antagonista à altura, nem que seja apenas para realçar seus feitos. Podemos até admitir que Gotham City seria uma cidade muito mais segura sem o Coringa, mas o que o Batman faria se não tivesse o grande inimigo?
O mesmo acontece nos esportes. Michael Schumacher venceu sete campeonatos da Fórmula 1. Mas como nunca teve rivais à altura, quem costuma ser mencionado como o maior piloto de todos os tempos é o brasileiro Ayrton Senna — ainda que os números sejam amplamente favoráveis ao alemão.
A concorrência incomoda, mas nos obriga a melhorar a todo momento. No mundo dos investimentos, foi a chegada das novas plataformas de investimento como a XP que levou os bancos a diminuírem as taxas de administração dos fundos e melhorarem seus serviços.
Chega a ser até inusitado que justamente em um ambiente tão competitivo como o mercado financeiro um grande monopólio resista praticamente intacto: o da B3.
A dona da bolsa brasileira conquistou a posição única no país depois da fusão entre as antigas Bovespa e BM&F, e mais recentemente com a aquisição da Cetip.
Isso significa que todas as negociações com ações, derivativos e títulos de renda fixa privados realizados no mercado brasileiro precisam passar pela B3, que lucra (e muito) com esses serviços.
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O debate sobre esse monopólio permaneceu morno, mas esquentou nas últimas semanas depois de rumores envolvendo a XP e o surgimento de uma candidata a rival da B3.
O Kaype Abreu falou com a empresa que pretende desafiar a bolsa e também com especialistas e conta para você os potenciais impactos da concorrência para o mercado e também para quem tem ações da B3.
A Câmara tem dois dias para decidir sobre a MP da Eletrobras e seus “jabutis”, enquanto a briga entre os BCs e a inflação deve continuar, com a divulgação da ata do Copom e do Relatório Trimestral da Inflação (RTI) esta semana. Tudo isso deve mexer com os mercados ao longo da semana, como mostra a coluna Segredos da Bolsa.
Caiu na rede é meme. Depois do infame caso Gamestop, outras ações vêm passando por valorizações expressivas e sem fundamentos nas bolsas em Nova York, estimuladas por postagens de fóruns online. Conheça cinco empresas que vêm abalando Wall Street.
O consórcio formado por TIM, Vivo e Claro para a compra das operações de telefonia móvel da Oi não tem sido muito bem visto. As empresas mandaram ao Cade respostas às críticas que sofreram das outras empresas de telecomunicações sobre a transação.
Dinheiro na mão é vendaval. As promessas do presidente Jair Bolsonaro sobre o aumento do Bolsa Família e um eventual aumento de 5% nos salários do funcionalismo público devem estourar a “folga” do teto de gastos do país para o próximo ano. Confira as contas.
Let the sunshine in: o Sol será responsável por 32% da geração de energia no Brasil até 2050, superando as hidrelétricas, segundo estudo da Bloomberg New Energy Finance. Os investimentos são crescentes para aproveitar uma fonte abundante no país.
O Brasil superou a triste marca de 500 mil mortes causadas pela covid-19 no último fim de semana. Apesar de ter 2,7% da população mundial, o país responde por 12,8% das vítimas fatais na pandemia. O número total de casos já se aproxima dos 18 milhões.
Os avanços da tecnologia trazem não só facilidade e mais conveniência no nosso dia a dia, mas também oportunidades. Na coluna Estrada do Futuro, Richard Camargo fala dos três segmentos que devem fazer parte de qualquer portfólio de investimentos com bons retornos nos próximos anos.
Um pintor de paredes que hoje é um dos chefs mais renomados do Brasil e do mundo. A estreia do podcast Mesa Quadrada traz Alex Atala contando a história da sua carreira. A conversa é comandada por um time de craques: o ator Dan Stulbach, o consultor financeiro Teco Medina, e o CEO da Empiricus, Caio Mesquita.
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A definição de “surpresa”, neste escopo, se refere a um evento para o qual o consenso de mercado atribui uma probabilidade igual ou inferior a 33%, enquanto, na nossa opinião, ele goza de uma chance superior a 50% de ocorrência
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