O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A alta volatilidade vista nos mercados globais reflete o peso que a agenda dos últimos dias teve para a recalibragem de expectativas para o ano que virá
O ano ainda não chegou ao fim, mas a proximidade das festas de Natal e Ano Novo promete desacelerar o ritmo do mercado financeiro nas próximas duas semanas.
Mas a página de 2021 já está virada — pelo menos quando o assunto é a forma de atuação dos bancos centrais ao redor do mundo para combater a inflação herdada da crise do coronavírus, mesmo que a pandemia ainda pareça longe de um fim definitivo.
A alta volatilidade vista nos mercados globais nesta semana reflete o peso que a agenda dos últimos dias teve para a recalibragem de expectativas para o ano que virá e a digestão lenta por parte dos investidores.
Os bancos centrais do Brasil, dos Estados Unidos, da Europa, da Inglaterra, do Japão e diversos outros países emergentes abandonaram categoricamente a leitura de que a pressão inflacionária se trata de um processo transitório. Os estímulos monetários, abundantes nos últimos dois anos, começam a ser retirados, e as taxas de juros em breve se afastarão das mínimas históricas.
São muitas informações a serem levadas em consideração, principalmente porque as novas diretrizes de política monetária não estão escritas em pedra. Caso a ômicron ou outras variantes do coronavírus se tornem ameaças mais sérias ou a economia volte a vacilar, os planos podem ser revistos.
É por isso que as leituras do novo cenário ainda estão incompletas, e a volatilidade deve persistir enquanto esta for a realidade. Acompanhando a forte queda vista no mercado americano, o Ibovespa encerrou o dia com um recuo de 1,04%, aos 107.200 pontos, mesmo com o bom desempenho das commodities metálicas. Na semana, as perdas totalizaram 0,52%.
Leia Também
A tendência de que o capital migre para moedas mais fortes ou ativos como os títulos do Tesouro americano pressionou o dólar ao longo de toda a semana, mas o Banco Central brasileiro interveio para tentar segurar a cotação da moeda americana.
Ainda assim, o dólar à vista avançou 1,26% na semana, indo a R$ 5,6850. Analistas apontam que a leve alta desta sexta-feira, de 0,10%, foi influenciada pelo ingresso pontual de recursos no país.
Confira alguns dos destaques do noticiário corporativo nesta sexta:
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta sexta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
DIA DE AJUSTE
Bradespar (BRAP4) despenca quase 60% nesta sexta – mas calma, é só um ajuste. Ações da companhia apenas refletem distribuição de ações da Vale aos acionistas e redução do capital social da holding.
ANÁLISE SD
Por que a BRF (BRFS3) quer fazer uma nova — e bilionária — oferta de ações? A dinâmica da dívida da companhia pressiona seus planos estratégicos, e a oferta de ações pode trazer um alívio importante.
BTC HOJE
Bitcoin (BTC) perde os US$ 47 mil e mercado de criptomoedas se prepara para outro fim de semana em baixa. Após a decisão de juros do Fed, o mercado de criptomoedas recua com a perspectiva de retirada de estímulos.
ROXO DE VERGONHA
O rei está nu? Para o BTG, Nubank quase não tem espaço para subir na bolsa; veja a projeção para os papéis do banco digital. A combinação de uma valorização elevada e um momento ruim pode tornar a ação uma aposta muito arriscada.
ENCHENDO OS COFRES
Governo garante R$ 11,1 bi em leilão do pré-sal, e Petrobras (PETR4) fica com dois campos em consórcio. Apesar do valor menor, governo conseguiu leiloar campos que ficaram encalhados em 2019; entenda.
PENSANDO POSITIVO
Eletrobras (ELET3 e ELET6): ‘Vamos cumprir o cronograma’, diz ministro sobre privatização. Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu adiar para 2022 sua decisão sobre desestatização, atrasando o cronograma.
Conheça os números da Cimed e entenda tudo o que está por trás da estratégia agressiva de inovação da companhia e qual é o preço que ela está pagando pelo seu sucesso
Nesta semana, o humor com Smart Fit finalmente começou a melhorar, após a divulgação dos temidos resultados do 1T26. Ao contrário do que se pensava, a companhia mostrou forte expansão de margem bruta.
Com a chegada da gestora Patria no segmento de shopping centers, o fundo Patria Malls (PMLL11) ganhou nova roupagem e tem um bom dividend yield. Entenda por que esse FII é o mais recomendado do mês de maio
Entre previsões frustradas, petróleo volátil e incerteza global, investidores são forçados a conviver com dois cenários opostos ao mesmo tempo
Na seleção da Ação do Mês, análise mensal feita pelo Seu Dinheiro com 12 bancos e corretoras, os setores mais perenes e robustos aparecem com frequência
Veja como deve ficar o ciclo de corte de juros enquanto não há perspectiva de melhora no cenário internacional
O quadro que se desenha é de um ambiente mais complexo e menos previsível, em que o choque externo, via petróleo e tensões geopolíticas, se soma a fragilidades domésticas
Odontoprev divulga seu primeiro balanço após a reorganização e apresenta a BradSaúde em números ao mercado; confira o que esperar e o que mais move a bolsa de valores hoje
Fiagros demandam atenção, principalmente após início da guerra no Irã, e entre os FIIs de papel, preferência deve ser pelo crédito de menor risco
Na abertura do livro O Paladar Não Retrocede, Carlos Ferreirinha, o guru brasileiro do marketing de luxo, usa o automobilismo para explicar como alto padrão molda nossos hábitos. “Após dirigir um carro automático com ar-condicionado e direção hidráulica, ninguém sente falta da manivela para abrir a janela.” Da manivela, talvez não. Mas do torque de um supercarro, […]
Para ser rico, o segredo está em não depender de um salário. Por maior que ele seja, não traz segurança financeira. Veja os cálculos para chegar lá
Para isso, a primeira lição é saber que é preciso ter paciência pois, assim como acontece na vida real (ou deveria acontecer, pelo menos), ninguém começa a carreira como diretor
Entenda como a Natura rejuvenesceu seu negócio, quais os recados tanto do Copom quanto do Fed na decisão dos juros e o que mais afeta o seu bolso hoje
Corte já está precificado, mas guerra, petróleo e eleições podem mudar o rumo da política monetária
Entenda por que a definição da Selic e dos juros nos EUA de hoje é tão complicada, diante das incertezas com a guerra e a inflação
A guerra no Irã pode obrigar a Europa a fazer um racionamento de energia e encarecer alimentos em todo o mundo, com aumento dos preços de combustíveis e fertilizantes
Guerras modernas raramente ficam restritas ao campo militar. Elas se espalham por preços, cadeias produtivas, inflação, juros e estabilidade institucional
Entenda o que esperar dos resultados dos maiores bancos brasileiros no 1T26; investidores estarão focados nos números que mais sofrem em ciclos de crédito mais apertado e juros maiores
Governo federal corta apoio a premiação internacional e engrossa caldo do debate sobre validade do Guia Michelin
Mesmo sem saber se o valor recebido em precatórios pela Sanepar será ou não, há bons motivos para investir na ação, segundo o colunista Ruy Hungria