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Com seus 12 milhões de habitantes, São Paulo é uma das cidades mais superlativas do planeta. Tudo aqui é muito. Muita gente andando pra cima e pra baixo, muitos carros, ônibus e estações de metrô (embora talvez não suficientes), muito barulho, muita poluição, mas também muita beleza no meio de toda essa confusão. Tudo junto e misturado.
Entre construções decadentes, os ipês no inverno. Nas paredes dos túneis poluídos, os mais belos grafites que você possa imaginar. No meio do caos do trânsito, as bikes, os patinetes e até mesmo eles, os skates, que nos trouxeram as primeiras alegrias nos Jogos Olímpicos de Tóquio.
A cidade de São Paulo é o maior expoente da cultura urbanoide e também o principal mercado de publicidade e propaganda do país. Aqui, as empresas e as marcas disputam a atenção dessa gente que passa apressada todos os dias, o que não é nada fácil, mas rende uma boa grana.
Para a maior parte das pessoas, a locomoção do dia a dia não fica a cargo do carro particular, da bicicleta, nem tampouco do skate, mas do transporte público. E aí, não adianta correr, é preciso esperar o seu ônibus ou trem chegar.
Nessa hora, o paulistano para, olha para o celular ou então para o mobiliário urbano, onde pode encontrar um pouquinho de informação, mas, invariavelmente, algum anúncio. E agora, quem vai colher os frutos da exploração desse tipo de mídia na grande metrópole é a Eletromidia, empresa que fez seu IPO na B3 recentemente, em fevereiro deste ano.
A companhia adquiriu três quartos da Ótima, empresa que detém os direitos de exploração dos painéis anexos às paradas de ônibus em São Paulo. Essa foi a primeira aquisição da Eletromidia desde a abertura de capital e pode ser bem positiva para a empresa. A transação totalizou R$ 416,8 milhões e será paga em dinheiro.
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