🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

Hora de se preocupar?

O investidor gringo voltou, mas não por muito tempo. O que explica a retirada dos recursos estrangeiros da B3 em julho?

Enquanto o começo de 2021 foi marcado por um intenso fluxo de capital estrangeiro para o país, o mês de julho veio para jogar água no chope da B3. É hora de se preocupar?

Jasmine Olga
Jasmine Olga
23 de julho de 2021
5:01 - atualizado às 8:24
investidor estrangeiro, B3, Zeus, Brasil
Imagem: Montagem Andrei Morais/ Shutterstock

Durante um período de tempo que bem pareceu uma eternidade, a figura do investidor estrangeiro em terras brasileiras ganhou ares de lenda — um ser mitológico que partiu em busca de investimentos mais seguros e que só retornaria o dia em que o país resolvesse suas questões internas de forma satisfatória.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com ares de sebastianismo moderno, a B3 esperou e esperou, mas seguiu vendo o fluxo de investimento estrangeiro no país registrar seguidas perdas bilionárias mês a mês. Com a chegada de um governo que hasteou a bandeira liberal no Palácio do Planalto, em 2019, a profecia do retorno do gringo parecia cada vez mais perto de se concretizar, mas não foi assim que a história se desenrolou. 

A realidade é que o novo governo chegou trazendo na bagagem uma leva de tensões políticas e uma dificuldade de emplacar a agenda de reformas e privatizações.

ComprasVendasIPO / Follow On SALDO
2020R$ 3.443.774,8 R$ 3.475.594,5 R$ 29.220,0 R$ 5.459,3
2019R$ 1.895.754,5 R$ 1.940.271,9 R$ 39.822,9 - R$ 4.694,5
2018R$ 1.487.106,1R$ 1.498.627,2R$ 5.821,6- R$ 5.699,4
2017R$ 1.045.625,5R$ 1.031.271,5R$ 21.439,2R$ 35.793,2
2016R$ 967.617,6R$ 953.292,2R$ 4.867,6R$ 19.193,0

*Em milhões

Embora a saída de capital estrangeiro já fosse a norma antes mesmo que o coronavírus e sua crise sem precedentes batessem em nossa porta, os primeiros meses de 2020 seguiram a trajetória negativa dos anos anteriores, com a incerteza econômica favorecendo ativos que trouxessem mais segurança.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O segundo semestre do ano da pandemia, no entanto, reservou uma surpresa. As fronteiras até estavam fechadas e bem monitoradas para conter o coronavírus, mas a B3 viu uma nova enxurrada de estrangeiros se juntando ao fluxo de pessoas físicas na bolsa, que cresceu de forma exponencial. 

Leia Também

Entre julho de 2020 e junho de 2021, os meses foram de intenso fluxo positivo na bolsa brasileira, e não só no mercado secundário. As quase 30 ofertas iniciais de ações e os inúmeros follow ons também viram dinheiro gringo entrando.

Não por acaso, a bolsa voltou aos seus patamares recordes, sendo negociada acima dos 130 mil pontos em alguns momentos. Mas essa não é uma história que termina com um “felizes para sempre”. 

Algumas pedras no caminho ainda tumultuam a relação do investidor internacional com a bolsa brasileira. É só olhar para os dados de fevereiro deste ano, auge da crise político-fiscal que arrastou o risco de rompimento de teto de gastos e a falta de um orçamento anual por meses, e os primeiros meses de julho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nas duas ocasiões, o resultado foi negativo, ainda que o fluxo estrangeiro represente cerca de 50% de todo o volume transacionado na B3. 

Divisão do volume total transacionado na bolsa brasileira em julho (até o dia 20) Fonte: B3

A pergunta que povoa o imaginário dos investidores no momento é se o investidor gringo veio para ficar ou está só dando uma olhadinha.

Para responder essa pergunta eu conversei com Alexandre Almeida, economista da CM Capital; Leonardo Milane, sócio e economista da VLG Investimentos, Guilherme Ammirabile, assessor de investimentos da iHub;  Daniel Utsch, gestor do Fator Sinergia, e Marcos Mollica, gestor do Opportunity Total Master. 

Baixe já o seu!

Conquiste a sua medalha de investidor com as nossas dicas de onde investir no segundo semestre de 2021 neste ebook gratuito.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um copo meio cheio

Enquanto o estrangeiro se manteve afastado das terras tupiniquins, foram os investidores institucionais locais, na figura dos fundos e grandes bancos, que sustentaram a liquidez do mercado doméstico, contando com o fôlego extra de milhões de novos cadastros de pessoas físicas.  

Segundo Daniel Utsch, o investidor institucional local e o estrangeiro estavam de certa forma com as expectativas desalinhadas. Na visão do gestor, os primeiros focaram mais nos fatores negativos domésticos do que o estrangeiro nos últimos tempos, uma reversão do que aconteceu entre 2018 e 2019, quando o quadro de institucionais apostava em transformações positivas para o país.

De janeiro ao último dia 19 de julho, os investidores estrangeiros entraram com cerca de R$ 2,4 trilhões, número 21% maior do que no mesmo período do ano passado. A saída foi de R$ 2,3 tri. Já a participação em IPOs e ofertas secundárias foi 57% superior em 2021, na casa dos R$ 21,5 bilhões até junho.

Resultado entre entrada e saída de investimento estrangeiro no país (em milhões) Fonte: B3

Com as bolsas internacionais mais maduras, já precificando uma recuperação econômica mais robusta, a regra agora é perseguir “histórias de crescimento”, como colocou Marcos Mollica, gestor do Opportunity Total Master. “Quando a gente começa a ter notícias positivas do Brasil, como foi no primeiro semestre, é uma nova história de crescimento no radar, em que os investidores estão muito pouco alocados”. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A crise política e as incertezas fiscais que dominaram os primeiros meses do ano foram importantes, mas não foi só isso. Os inúmeros pacotes de estímulos que inundaram o ecossistema financeiro desde o início da crise trouxeram uma liquidez enorme para os investidores estrangeiros. Dinheiro na mão e juros mais altos são a receita (quase) perfeita para a bolsa brasileira.  

Se em janeiro a taxa de juros era de 2% ao ano, hoje ela está em 4,25%, com uma expectativa de que chegue a 6,50% em dezembro.

Alexandre Almeida, economista da CM Capital, explica que essa agressividade na elevação da taxa de juros deixa o mercado brasileiro muito mais atrativo ao investimento estrangeiro, principalmente com a perspectiva de manutenção de juros baixos por mais algum tempo pelo Federal Reserve. 

As perspectivas para a economia brasileira também estão melhores. Se no ano passado o temor de que as despesas com o auxílio emergencial fossem estourar o teto de gastos assustou os investidores, a alta de 1,2% no Produto Interno Bruto do primeiro trimestre animou o mercado, que já projeta um avanço de 5,27%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As contas públicas seguem no radar. Milane, da VLG Investimentos, aponta que os dados fiscais de endividamento público não são confortáveis, mas apresentaram uma melhora significativa nos últimos meses com os acenos em direção à  responsabilidade fiscal, teto de gastos respeitado, queda na relação dívida/PIB e aceno em direção à privatizações. 

“Nossa economia ficou estagnada e o patamar do câmbio favorece. A bolsa brasileira é um ativo muito barato para o investidor estrangeiro” - Guilherme Ammirabile, assessor de investimentos da iHub

Para o gestor do Fator Sinergia, esse otimismo renovado é um clássico exemplo de optar por ver “um copo meio cheio” já que quando o assunto é países emergentes, os principais competidores pelo dinheiro estrangeiro como México, Turquia e Rússia, possuem problemas mais complexos e que deixam o Brasil - produtor de commodities e que mostra um avanço no PIB - em uma boa posição.

Marcos Mollica, gestor do Opportunity Total Master, tem um posicionamento semelhante. Para ele, o Brasil está longe de ser uma unanimidade e ainda gera dúvidas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“A alocação é tática. Com uma história de crescimento positivo, o Brasil mereceu a posição. Mas estamos indo para um ano eleitoral, com polarização, que vai trazer dúvidas sobre os planos de governo dos dois lados. A campanha pode ser ruidosa para o mercado e estamos falando de uma economia que vai entrar no ano que vem com um aperto monetário mais desafiador”. 

A distribuição desse “bolo” gringo pela bolsa brasileira não é feito de uma forma homogênea. A preferência é sempre por papéis de maior liquidez e, somente depois, passa a ser direcionado para as empresas menores. 

Falando no intenso fluxo que o Brasil viu nos últimos meses, Mollica destaca que os setores mais  favorecidos foram as varejistas, shoppings e companhias que são impactadas pelo consumo local, na contramão da forte concentração de alocação nas empresas produtoras de commodities, já que essas “andaram muito na frente e deixou alguns setores para trás”.

  • Quer conferir as maiores apostas da bolsa para o segundo semestre? Assista no vídeo abaixo:

Hora de um revés?

Na busca por uma história de crescimento, o investidor estrangeiro chegou até aqui, mas não mostrou disposição para ficar. Até o dia 20 de julho, última data disponível no site da B3, o saldo entre entradas e saídas por parte dos investidores estrangeiros está negativo em R$ 5 bilhões. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o economista da CM Capital, as principais razões para o resultado estão relacionadas a uma retomada da incerteza global. A variante delta preocupa, mesmo com as vacinas mostrando eficácia contra a nova cepa do coronavírus. 

O temor é de uma retomada das medidas de isolamento social, o que seria um duro golpe na frágil retomada econômica que se desenha.

Outro fator de incerteza e que mexe bastante com uma bolsa com grande exposição às commodities - como é o caso do Brasil, é o aumento da produção de petróleo em 400 mil barris por dia, anunciado pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep+) no fim de semana.

O aumento da oferta em um momento em que a demanda ainda é incerta tem um impacto negativo na cotação do barril. Não por acaso o mês de julho é marcado por uma apreciação do dólar frente às demais moedas globais. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Temos ainda no radar o indigesto texto da proposta de reforma tributária, apresentado no fim do mês passado, que trouxe a possibilidade de uma tributação de 20% sobre a distribuição de lucros e dividendos. O cenário político também não é dos melhores, mais uma vez trazendo preocupação para a mesa. 

Leonardo Milane, da VLG Investimentos, destaca que é preciso atenção na hora de ‘cravar’ uma saída recente dos investidores gringos da bolsa, já que o número de julho não mostra a entrada nas ofertas de ações e IPOs neste período. E o estrangeiro tem mostrado apetite pelas novas empresas. 

Ainda parece cedo para cravar uma saída do investidor estrangeiro da bolsa brasileira. Embora as incertezas ainda sejam muitas, os especialistas parecem otimistas.

Primeiro, é preciso que haja um desfecho para questões como a reforma tributária e a pandemia. “À medida que essas incertezas com as variantes se dissipem, a vacina vá se espalhando, a economia reabra e nossa Selic continue subindo, nossa expectativa é que novas entradas, tão fortes quanto a dos primeiros meses de 2021, ocorram”, aponta o economista da CM Capital. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Guilherme Ammirabile, assessor de investimentos da iHub, lembra que os próximos passos do Fed com relação à manutenção dos estímulos monetários nos Estados Unidos também devem seguir trazendo volatilidade. “Caso a gente tenha menos liquidez lá fora, as chances são menores desse capital vir para o Brasil”. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

AÇÃO DO MÊS

Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto

5 de janeiro de 2026 - 6:03

Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

QUEDA FORTE NA BOLSA

Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?

2 de janeiro de 2026 - 17:31

Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas

R$ 1,2 BILHÃO

Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem

2 de janeiro de 2026 - 15:19

Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante

COMEÇOU MAL

Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira

2 de janeiro de 2026 - 14:47

País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas

RETROSPECTIVA DO IFIX

FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano

2 de janeiro de 2026 - 6:03

Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo

MENOS DINHEIRO NO BOLSO

Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020

31 de dezembro de 2025 - 17:27

Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis

VEJA A LISTA COMPLETA

As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?

31 de dezembro de 2025 - 7:30

Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira

ACABOU O RALI?

Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos

29 de dezembro de 2025 - 18:07

Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano

RESUMO DOS MERCADOS

Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha 

27 de dezembro de 2025 - 9:15

A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro

A MIGRAÇÃO COMEÇOU?

Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP

26 de dezembro de 2025 - 15:05

Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real

ÍNDICE RENOVADO

Perto da privatização, Copasa (CSMG3) fará parte do Ibovespa a partir de janeiro, enquanto outra ação dá adeus ao índice principal

26 de dezembro de 2025 - 9:55

Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais

CENÁRIOS ALTERNATIVOS

3 surpresas que podem mexer com os mercados em 2026, segundo o Morgan Stanley

25 de dezembro de 2025 - 14:00

O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar

TOUROS E URSOS #253

Ursos de 2025: Banco Master, Bolsonaro, Oi (OIBR3) e dólar… veja quem esteve em baixa neste ano na visão do Seu Dinheiro

24 de dezembro de 2025 - 8:00

Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar