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Após um dia de recordes no Ibovespa, o mercado está de olho nos dados dos EUA e na produção industrial do Brasil.
Na espera do relatório de emprego norte-americano, o payroll, que mede a capacidade de recuperação do mercado dos Estados Unidos, os investidores optam pela tomada de risco, conformados com a concretização da "onda azul", que aumenta as possibilidades de estímulos econômicos, e esquecendo os ruídos provocados por Donald Trump.
No Brasil, os holofotes vão para a produção industrial de novembro e para a curva que volta a crescer de casos e mortes por covid-19 no País depois das festas de fim de ano e pela demora na vacinação da população (que já começou em muitos países).
Desde os últimos pregões do ano passado, o Ibovespa vem tentando cravar um novo recorde de fechamento. O índice vinha renovando máximas intradiárias, mas nada de conseguir ultrapassar a máxima histórica de fechamento de 119.527 pontos, atingida em 23 de janeiro de 2020.
Por diversas vezes, o índice quase chegou lá, mas acabava perdendo força por conta de algum impasse no plano político ou macroeconômico.
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Ao chegar o ano novo, os investidores pularam as sete ondinhas rezando para o recorde do Ibovespa e, por diversas vezes, flertou com o topo. Contudo, o coronavírus continuou aumentando no mundo e as notícias de lockdowns na Europa acabaram com a festa na Faria Lima.
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Somente ontem, na quinta-feira (7), que o Ibovespa finalmente desencantou e cravou (com estilo) a sua nova máxima histórica, pulando logo dois degraus e terminando a sessão no patamar dos 122 mil pontos. O principal índice da Bolsa de Valores brasileira fechou aos 122.385,922 pontos, com alta de 2,76%.
O dólar por sua vez, também teve um dia de valorização e subiu 1,8%, indo a R$ 5,3990.
O otimismo dos investidores com a recuperação econômica mundial dá força aos índices futuros das bolsas de Nova York, às bolsas da Europa e ao petróleo. O banco JP Morgan já se adiantou e revisou para cima suas projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA. Às 7h20, o índice futuro do Dow Jones subia 0,54%, acompanhando pelo do S&P 500 (+0,49%) e pelo de Nasdaq (+0,41%). Em Londres, a bolsa subia 0,09% e a de Frankfurt, 0,66%.
Na Ásia, a maioria das bolsas fechou em alta na sessão desta sexta-feira (8). Muito disso se reflete pelo otimismo de grande parte de investidores após a confirmação da eleição de Joe Biden pelo Legislativo.
As ações da Hyundai tiveram um impressionante salto de 22,82%, após rumores de negociações com a Apple no setor automotivo. Contudo, nem tudo são rosas, o risco da gestão democrata nos EUA para as big techs asiáticas continuou pressionando as empresas do setor. A Bolsa de Tóquio subiu 2,36% (muito por conta do disparo da Hyundai) e a de Hong Kong, 1,20%. Xangai, por sua vez, caiu 0,62%.
Essa sexta é uma daquelas com agenda relevante. Logo cedo, às 10h30, teremos a divulgação do relatório de emprego (payroll) dos Estados Unidos de dezembro. Já no Brasil, a produção industrial de novembro será divulgada às 9h e o IGP-DI de dezembro e de 2020 às 8h. Além disso, o relatório mensal da Anfavea também será divulgado, às 9h.
No noticiário corporativo,
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