Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

O Banco do Brasil vai pagar aluguel para você (se for cotista deste fundo imobiliário)

Minha cabeça está bem defensiva e vejo mais risco de queda do que de alta para o Ibovespa nos níveis atuais – minha visão é de que é mais fácil testarmos os 65 mil pontos do que romper os 100 mil pontos. Com isso em mente, achei que o
momento era bom para trazer uma sugestão de investimento em bolsa bem defensiva para você.

30 de abril de 2020
10:18 - atualizado às 15:59
Fachada do edifício sede do Banco do Brasil (BBAS3), em Brasília.
Fachada do edifício sede do Banco do Brasil (BBAS3), em Brasília - Imagem: Fernando Bizerra/Agência Senado

O Brasil, amigo, é uma loucura. A gente não só tem que lidar com a maior pandemia dos últimos 100 anos que, tudo indica, deve se transformar numa das maiores recessões de todos os tempos como também precisa atravessar uma crise política que nos deixa numa encruzilhada entre uma morte rápida e dolorosa (o afastamento do presidente) ou uma tortura lenta e sádica pelos próximos 2,5 anos, com um governo esvaziado sendo achacado pelo fisiológico centrão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bolsonaro não só se propôs a trocar o pneu com a van desgovernada em movimento. Ele forçou a saída do navegador, que saiu do veículo e levou o GPS enquanto o piloto precisa lutar contra a chuva, estrada esburacada e um vazamento de combustível.

A saída do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta havia sido bem absorvida pelo mercado e o novo ministro, Nelson Teich, parece ser uma pessoa técnica e bem-intencionada. Mas, no meio do turbilhão, Bolsonaro forçou a troca do diretor geral da Polícia Federal, homem de confiança de Moro e um dos pilares da operação Lava-Jato.

O ex-juiz não aguentou e pediu o boné. Em seu discurso de despedida, fez acusações gravíssimas contra o presidente, que respondeu horas depois em um discurso sem pé nem cabeça e que, apesar de abordar temas diversos como o aquecedor da piscina do Alvorada e a vida de pegador do filho zero quatro, não esclareceu porque do afã em trocar Valeixo no meio da bagunça.

Em meio a prints e chumbo trocado, o STF volta a tomar protagonismo e, tudo indica, vai tornar a vida do presidente cada vez mais difícil. Celso de Mello já autorizou a instalação de inquérito para apurar as acusações de Moro e partiu pra cima do ministro da Educação, acusado de racismo contra a China. Alexandre de Moraes correu para evitar troca dos delegados que apuram crimes na CPI das fake news e barrou a nomeação do novo diretor geral da PF, Alexandre Ramagen, amigo dos filhos do presidente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bonita a coisa não está.

Leia Também

Precisando de apoio, o Planalto corre atrás do que há de mais fisiológico no Congresso – nomes como Roberto Jefferson, Valdemar Costa Neto e Paulinho da Força são os novos aliados de presidente. É pouco provável que os aliados venham de graça: pode esperar troca de cargos e um rearranjo da estrutura de algumas estatais.

No meio de tudo isso, é difícil acreditar que a política de austeridade fiscal e de reformas defendida por Paulo Guedes sairá intacta. Mais difícil ainda é acreditar que o ministro vai aguentar muito tempo no cargo – Guedes é liberal de Chicago, tem paúra de intervenções estatais e entrou com uma agenda clara. Tem, também, pavio curto.

Se ainda não deu para perceber, não estou otimista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Minha cabeça está bem defensiva e vejo mais risco de queda do que de alta para o Ibovespa nos níveis atuais – minha visão é de que é mais fácil testarmos os 65 mil pontos do que romper os 100 mil pontos.

Com isso em mente, achei que o momento era bom para trazer alguma coisa bem defensiva para você, ainda mais que no mês passado a gente já combinou de aumentar a exposição em Bolsa (se você fez as quatro compras semanais, deve estar com um preço médio interessante).

Pra qual classe de ativo correr?

A primeira coisa a fazer, é fugir ao máximo de risco de crédito. Talvez a maior fonte de perdas permanentes de capital seja o calote. Se o cara não te paga e quebra, não tem muito para onde correr – você perdeu dinheiro e nem toda a paciência do mundo vão te trazer seu dinheiro de volta.

Outro ponto é seguinte: se os bancos centrais estão imprimindo dinheiro em profusão (e eles estão), Ray Dalio (um dos maiores gestores de hedge fund do mundo) tem razão e “cash is trash”, ou seja, o dinheiro já não vale mais nada e é só mais uma promessa em um monte de papel. Se o dinheiro não vale nada, a melhor coisa é ir atrás de ativos reais – terra, ouro e imóveis são boas opções.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Problema é que nem a terra nem o ouro geram caixa. Não pagam juros e, portanto, são carregos ruins. Acredito que no momento, uma das melhores coisas para se ter em carteira é um imóvel. De preferência com um bom locatário (baixo risco de crédito) e um contrato de locação longo.

Por que não, então, comprar um bom fundo imobiliário no meio da tempestade?

Qual o melhor fundo?

Há vários bons fundos à disposição na Bolsa, mas um deles tem me chamado a atenção nos últimos dias. O Green Towers (GTWR11) começou a operar faz cerca de um ano e tem em seu portfólio 85% de três torres de lajes corporativas (Green Towers) em Brasília classificadas como A+ e 100% locadas para o Banco do Brasil.

O contrato teve início em novembro de 2018 e tem prazo de cinco anos. Apesar de ser um contrato típico (o Banco do Brasil pode sair a hora que quiser, desde que avise com uma certa antecedência e pague multa de três de locação), tem algumas características que me deixam confortável com aumento da vacância no médio prazo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em primeiro lugar, o empreendimento foi concluído em 2016 e veio para permitir a consolidação das atividades administrativas do banco em um único lugar, uma demanda antiga da administração do banco – são mais de seis mil funcionários que, até então, estavam distribuídos em oito imóveis espalhados pela capital federal.

Além disso, o empreendimento foi entregue no formato “shell & core”, o que é o mesmo que dizer que o prédio foi entregue apenas com a base e a casca, sem qualquer tipo de acabamento ou finalização interna. Para finalizar a obra e permitir a ocupação do imóvel, estimo que o banco tenha investido em torno de R$ 200 milhões, o que reduz consideravelmente a intenção de desocupação.

Por fim, apesar do mercado de lajes corporativas em Brasília não ser muito dinâmico, no momento não há nenhum imóvel vago com capacidade para absorver a demanda do banco (o empreendimento tem uma área bruta locável de 75,8 mil metros quadrados), o que me deixa tranquilo em relação à concorrência.

Desde julho de 2019, quando começou a operar, o Green Towers distribuiu proventos como um reloginho e foi uma fonte estável de receita para seus cotistas. Pelo preço atual (R$ 108,99), o provento de R$ 0,69 equivale a um yield anual de 7,6%, uma excelente rentabilidade se pensarmos que isso chega para você líquido de impostos e, dada a natureza do contrato imobiliário, é corrigido anualmente pela inflação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em resumo, é um empreendimento de alta qualidade, ocupado por um locatário com ótimo perfil de crédito, tem um contrato relativamente longo e paga um bom rendimento mensal. O fundo só não é “perfeito” porque a localização do imóvel, Brasília, não pode ser considerada premium.

Quanto vale a brincadeira?

Estimar o valor de um fundo imobiliário requer uma boa dose de futurologia, mas, no caso de um monoativo (tem um só imóvel) com um único locatário, a tarefa fica um pouco mais fácil.

Dadas as características já mencionadas, me parece que um prêmio de risco de 250 pontos sobre a taxa dita “livre de risco” é adequado. Como a taxa do Tesouro IPCA+ com vencimento em 2035 está em 4,3%, temos uma taxa de desconto de 5,81% (real e líquida).

Descontando os fluxos de caixa futuros que estimei em meu modelo e supondo uma saída a uma taxa de capitalização de 8% (bem razoável dada a realidade atual do mercado imobiliário), chego em um valor justo de R$ 113,59 por cota, o que é 4,2% acima do preço de fechamento de ontem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não é, nem de longe, uma barganha, mas é uma boa oportunidade para comprar um ativo de qualidade que vai compor bem o seu portfólio e te entregar um bom fluxo de rendimentos enquanto você atravessa essa quarentena em casa.

Assim, pode comprar um pouco de GTWR11 até o limite de R$ 110 por cota.

E o que pode dar errado?

Além, claro, do risco de mercado, que está presente em qualquer investimento de renda variável, tem alguns riscos bem particulares. O maior de todos, na minha opinião, é o de vacância. Apesar de ter poucos incentivos para o Banco do Brasil sair do empreendimento, não podemos descartar redução na área locada ou até mesmo uma mudança de prédio nos próximos anos.

Outro ponto a se considerar é o risco de crédito, por mais que a situação financeira do banco seja bastante confortável e que o tesouro Nacional, em última instância, deve prover liquidez em um momento de stress, o risco de calote está sempre presente e não pode ser ignorado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por fim, é bom se atentar ao risco de liquidez: as cotas negociam cerca de R$ 2 milhões ao dia, o que é mais do que suficiente para as necessidades de pessoas físicas. Mas, num dia mais complicado, com mercado mais “raso” as cotas podem sofrer se alguém grande estiver atrás de caixa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MERCADOS HOJE

Ibovespa sobe mais de 2% com cessar-fogo entre EUA e Irã, mesmo com Petrobras (PETR4) desabando; dólar cai a R$ 5,10

8 de abril de 2026 - 9:52

O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia

HORA DE INVESTIR

‘Ações não são o patinho feio’. Gestores estão otimistas com os ganhos do Ibovespa mesmo diante da guerra e das eleições

7 de abril de 2026 - 15:42

Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa

A FOME DO 'PACMAN DOS FIIS'

O Zagros Renda (GGRC11) quer levantar até R$ 1,5 bilhão em nova oferta de cotas; entenda o que está na jogada para o fundo imobiliário

7 de abril de 2026 - 10:41

O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta

RECOMENDAÇÃO DE COMPRA

Copo meio cheio? Projeções para a Hypera (HYPE3) pioram, mas ação ainda pode saltar até 33%, diz Santander — e caneta emagrecedora é um dos motivos

6 de abril de 2026 - 18:02

Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?

NOVOS PATAMARES

Qual o próximo passo da JBS na bolsa norte-americana, segundo o BTG? Veja qual a vantagem para o investidor

6 de abril de 2026 - 15:01

Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações

FII DO MÊS

Fundo imobiliário com carteira ‘genuinamente híbrida’ é o favorito para investir em abril — e ainda está com desconto 

6 de abril de 2026 - 6:04

O FII do mês da série do Seu Dinheiro é avaliado como um dos maiores e mais diversificados fundos imobiliários do mercado brasileiro

CARTEIRA RECOMENDADA

Small caps: Minerva Foods (BEEF3) e Azzas 2154 (AZZA3) entram na carteira de abril da Terra Investimentos; veja quem sai

5 de abril de 2026 - 17:52

Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)

OPORTUNIDADE NA CARTEIRA

Dividendos em abril: veja as ações recomendadas pelo Safra para turbinar os ganhos

5 de abril de 2026 - 14:48

Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo

GRINGO NA ÁREA

Nem a guerra do Irã parou a bolsa: mercado brasileiro deve ter melhor 1º trimestre em fluxo de capital estrangeiro desde 2022

4 de abril de 2026 - 13:42

Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue

ENTRE ALTOS E BAIXOS

Natura (NATU3) sai na frente e RD Saúde (RADL3) é ação com pior desempenho; veja os destaques do Ibovespa nesta semana

4 de abril de 2026 - 12:49

Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda

ENTENDA

Tombo de quase 80%: Fictor Alimentos (FICT3) vira ação de centavos e recebe alerta da B3

3 de abril de 2026 - 17:41

A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento

O QUE FAZER COM OS PAPÉIS?

Maior alta do Ibovespa na semana: Natura (NATU3) salta 12% com “selo” de gigante global. Vem mais por aí?

3 de abril de 2026 - 14:30

Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar

HORA DE COMPRAR?

Ação da Embraer (EMBJ3) tem sinal verde de compra? Empresa aumenta entregas de aviões em 47% e analistas dão veredito

3 de abril de 2026 - 12:52

A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra

FOCO EM RENDA EXTRA

Não é Auren (AURE3) nem Engie (EGIE3): a elétrica favorita do Santander pode pagar dividendos de até 24%

3 de abril de 2026 - 11:04

Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas

ONDE INVESTIR

Onde investir em abril? Os ativos para se proteger do risco geopolítico e ainda ganhar dinheiro; Petrobras (PETR4) se destaca com dividendos no radar

3 de abril de 2026 - 7:01

Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas

MERCADOS HOJE

Trump promete força total na guerra contra o Irã e espalha medo, mas Ibovespa consegue se segurar, enquanto petróleo dispara

2 de abril de 2026 - 10:56

Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos

AÇÃO DO MÊS

Axia Energia (AXIA6) segue nos holofotes com dividendos no radar — mas não é a única; confira as favoritas dos analistas para investir em abril

2 de abril de 2026 - 6:04

A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros

PORTFÓLIO INTERNACIONAL

Tchau, Ozempic? Empiricus corta Novo Nordisk e outras gigantes de carteira para abril — e reforça aposta em IA, streaming e petróleo

1 de abril de 2026 - 18:33

Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio

VEJA O CASO A CASO

Guerra no bolso: BofA rebaixa Azzas 2154 (AZZA3) e corta projeções de Magazine Luiza (MGLU3), GPA (PCAR3) e mais — veja quem sofre e quem escapa no varejo

1 de abril de 2026 - 17:28

O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados

QUEM VAI SE DAR MELHOR

Sai Prio (PRIO3), entra Petrobras (PETR4): dividendo com o fim da guerra é o alvo do BTG para abril

1 de abril de 2026 - 15:51

Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia