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Dados da Bolsa por TradingView
2020-08-31T19:22:22-03:00
Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
Diretor de redação do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo, com MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA, trabalhou nas principais publicações de economia do país, como Valor Econômico, Agência Estado e Gazeta Mercantil. É autor dos romances O Roteirista, Abandonado e Os Jogadores
Disputa judicial

B3 vai pagar R$ 140 milhões em acordo com massa falida da corretora Spread

A disputa judicial se arrastava há uma década e, diante da possibilidade de perda provável, a dona da bolsa já havia feito uma provisão de R$ 379 milhões

31 de agosto de 2020
18:58 - atualizado às 19:22
Sede da B3
Sede da B3 - Imagem: Shutterstock.com

A B3 fechou um acordo e concordou em pagar aproximadamente R$ 140 milhões para acabar com uma disputa judicial com a massa falida da corretora Spread Commodities Mercantil e Corretora de Mercadorias.

O litígio se arrastava havia uma década e, diante da possibilidade de perda provável, a dona da bolsa já havia feito uma provisão de R$ 379 milhões. A B3 não informou se vai reverter a diferença entre esse valor e o que vai ser efetivamente desembolsado.

A massa falida da Spread entrou na Justiça contra a dona da bolsa por entender ter direito a valores relacionados a títulos patrimoniais de emissão da Associação BM&F, correspondentes, atualmente, a 4.908.015 ações da B3 — equivalente a quase R$ 290 milhões, nas cotações dos papéis nesta segunda-feira — mais os dividendos pagos desde 2007.

A atual B3 é fruto da fusão da antiga Bovespa, operadora do mercado de ações, com a BM&F, responsável pela negociação de derivativos. Ambas eram entidades sem fins lucrativos e passaram por um processo de desmutualização em 2007 antes de abrirem o capital. A ação judicial da Spread remete a esse processo.

No ano seguinte, as duas bolsas anunciaram uma fusão, formando a BM&FBovespa. Em 2017, a empresa comprou a Cetip e adotou o atual nome de B3.

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