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Desde julho de 2018, os bancos estão oferecendo um parcelamento para dívidas no cheque especial. A opção vale para débitos superiores a R$ 200.
A taxa do cheque especial caiu de 306,6% ao ano para 302,5% ao ano de novembro para dezembro, informou o Banco Central. No crédito pessoal, a taxa passou de 38,8% para 36,7% ao ano.
Desde julho de 2018, os bancos estão oferecendo um parcelamento para dívidas no cheque especial. A opção vale para débitos superiores a R$ 200.
A expectativa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) era de que essa migração do cheque especial para linhas mais baratas acelerasse a tendência de queda do juro cobrado ao consumidor. Em junho de 2018, antes do início da nova dinâmica, a taxa do cheque especial estava em 304,9% ao ano.
Em função da ineficácia da autorregulação da Febraban, o BC anunciou a limitação dos juros do cheque especial em 8% ao ano (151,82% ao ano). A nova regra começou a valer em 6 de janeiro de 2020. Os dados divulgados nesta quarta-feira ainda não refletem a nova dinâmica.
O cheque especial é uma das principais linhas do crédito livre. A taxa média de juros no crédito livre caiu de 36,1% ao ano em novembro para 34,0% ao ano em dezembro de 2019, informou nesta quarta-feira, 29. Em dezembro de 2018, essa taxa estava em 35,6% ao ano.
Para pessoa física, a taxa média de juros no crédito livre passou de 50,1% para 47,3% ao ano de novembro para dezembro, enquanto para pessoa jurídica foi de 17,3% para 16,5% ao ano.
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Entre as principais linhas de crédito livre para a pessoa física,
Os números divulgados nesta quarta pelo Banco Central mostraram ainda que, para aquisição de veículos, os juros foram de 19,3% ao ano em novembro para 19,2% em dezembro.
A taxa média de juros no crédito total, que inclui operações livres e direcionadas (com recursos da poupança e do BNDES), foi de 23,9% ao ano em novembro para 23,0% ao ano em dezembro. Em dezembro de 2018, estava em 23,2%.
Já o Indicador de Custo de Crédito (ICC) caiu 0,5 ponto porcentual em dezembro ante novembro, aos 20,4% ao ano. O porcentual reflete o volume de juros pagos, em reais, por consumidores e empresas no mês, considerando todo o estoque de operações, dividido pelo próprio estoque.
Na prática, o indicador reflete a taxa de juros média efetivamente paga pelo brasileiro nas operações de crédito contratadas no passado e ainda em andamento.
O spread bancário médio no crédito livre passou de 30,6 pontos porcentuais em novembro para 28,5 pontos porcentuais em dezembro de 2019, informou o Banco Central. Em dezembro de 2018, o spread estava em 27,8 pontos porcentuais.
O spread médio da pessoa física no crédito livre foi de 44,3 para 41,5 pontos porcentuais em dezembro. Para pessoa jurídica, o spread médio passou de 12,1 para 11,3 pontos porcentuais.
O spread médio do crédito direcionado foi de 4,1 para 4,3 pontos porcentuais no período.
Já o spread médio no crédito total (livre e direcionado) foi de 19,3 para 18,4 pontos porcentuais.
As concessões no crédito livre subiram 14,7% em 2019 em relação a 2018, para R$ 397,0 bilhões, informou o Banco Central. Houve avanço de 18,1% em dezembro ante novembro.
No crédito para pessoas físicas, as concessões subiram 15,5% em 2019, para R$ 206,1 bilhões. Em dezembro, houve alta de 8,1%.
Já no caso de pessoas jurídicas, as concessões subiram 13,6% em 2019, para R$ 190,9 bilhões. Em dezembro, o avanço foi de 31,4%.
A taxa de inadimplência no crédito livre foi de 3,8% para 3,7% na passagem de novembro para dezembro de 2019, informou o Banco Central. Em dezembro de 2018, a taxa estava em 3,8%.
Para pessoa física, a taxa de inadimplência seguiu em 5,0%. Para as empresas, a taxa passou de 2,4% para 2,1%.
A inadimplência do crédito direcionado seguiu em 1,9% na passagem de novembro para dezembro.
Já o dado que considera o crédito livre mais o direcionado mostra que a taxa de inadimplência foi de 3,0% para 2,9%.
O endividamento das famílias brasileiras com o sistema financeiro ficou em 44,9% em novembro, ante 44,7% em outubro, informou o Banco Central. Se forem descontadas as dívidas imobiliárias, o endividamento ficou em 26,3% em novembro, ante 26,2% em outubro.
O cálculo do BC leva em conta o total das dívidas dividido pela renda no período de 12 meses. Além disso, incorpora os dados da Pesquisa Nacional de Amostragem Domiciliar (Pnad) contínua e da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), ambas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Segundo o BC, o comprometimento de renda das famílias com o Sistema Financeiro Nacional (SFN) atingiu 20,9% em novembro, ante 20,7% em outubro. Descontados os empréstimos imobiliários, o comprometimento da renda ficou em 18,6% em novembro, ante 18,5% em outubro.
*Com Estadão Conteúdo
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