O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Inflação medida pelo IGP-M ficou acima do que previa a mediana de mercado apurada pelo Projeções Broadcast, de taxa de 1,47%
Conhecido como "inflação do aluguel", o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) avançou 1,56% em junho, informou nesta segunda-feira (29) a Fundação Getulio Vargas (FGV).
A inflação medida pelo indicador ganhou tração ante a taxa observada em maio, quando o indicador variou 0,28%.
A inflação medida pelo IGP-M ficou acima do que previa a mediana de mercado apurada pelo Projeções Broadcast, de taxa de 1,47%, mas dentro do intervalo de 1,19% a 1,71%.
Nos 12 meses encerrados em junho, o índice acumula alta de 7,31% - ante 6,51% em maio -, também acima da mediana de 7,22%, mas dentro do intervalo de 6,92% a 7,51%.
O principal responsável pela aceleração do IGP-M foi o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M), que registrou alta de 2,25% em junho, de 0,59% em maio. No ano, o grupo acumula taxa de 4,39% e, em 12 meses, de 9,77%.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) também registrou aceleração e subiu 0,04%, depois de ter deflação de 0,60% na leitura de maio. Com o resultado, o índice acumula inflação de 0,41% em 2020 e de 1,76% nos 12 meses encerrados em junho.
Leia Também
O INCC-M subiu 0,32% na leitura de junho, após alta de 0,21% em maio. No ano, a inflação do grupo é de 1,69% e, no acumulado de 12 meses, a taxa atingiu 4,01%.
Dentro do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M), a maior aceleração foi observada no IPA industrial, que avançou 2,60%, após alta de 0,66% em maio. Com a aceleração, o índice passou a acumular taxa de 5,18% no ano e de 6,18% em 12 meses.
O IPA agropecuário também ganhou tração e subiu 1,29% em junho, de 0,40% em maio. O indicador acumula alta de 8,93% em 2020 e de 20,87% em 12 meses, de acordo com a FGV.
Na série por estágios de processamento, os bens finais inverteram o sinal e subiram 2,45%, após deflação de 0,02% em maio. A principal contribuição para a taxa partiu dos combustíveis para consumo, cujos preços subiram 22,14% em junho, após queda de 10,52% no mês anterior. O grupo tem alta de 2,68% no ano e de 6,32% em 12 meses.
Os bens intermediários também registraram inversão de sinal, com inflação de 1,70% em junho, após queda de 1,34% em maio. O resultado foi puxado pelo grupo combustíveis e lubrificantes para a produção, que saiu de deflação de 15,89% para alta de 6,12%. O grupo tem taxa de 1,19% no acumulado de 2020 e de 1,99% em 12 meses.
As matérias-primas brutas, na outra ponta, tiveram desaceleração de 3,11% em maio para 2,57% em junho, puxadas pela variação do minério de ferro (11,67% para 5,87%), soja em grão (7,0% para 1,43%) e café em grão (1,35% para -11,05%). Na outra ponta, pressionaram o grupo para cima o milho em grão (-7,3% para -2,53%), aves (-1,49% para 6,70%) e leite in natura (1,68% para 4,24%).
No acumulado de 2020, as matérias-primas brutas têm inflação de 15,32%. Nos 12 meses encerrados em junho, a taxa é de 22,45%.
As principais influências para cima sobre o IPA partiram da gasolina automotiva (-10,12% para 38,16%); óleo diesel (-16,08% para 11,65%); farelo de soja (-5,21% para 9,12%) e carne bovina (0,72% para 4,90%), além do minério de ferro.
Por outro lado, ajudaram a conter o avanço do índice a mandioca (-7,19% para -3,99%), ovos (-8,72% para -3,02%) e tomate (0,52% para -35,24%), além do café em grão e do milho em grão.
*Com Estadão Conteúdo
Entenda os pontos sob investigação e o que o empresário diz sobre sua relação com o banco
O indicador da atividade industrial foi um dos que registrou as maiores altas; veja como a divulgação movimenta o mercado hoje
Entenda como a China está mudando a percepção sobre energia nuclear e explorando novas tecnologias com seu ‘sol artificial’
Confira os 6 melhores locais para se refugiar das altas temperaturas da estação mais quente do ano
Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela segunda vez na semana. Com isso, a Quina promete o maior prêmio desta sexta-feira (16).
Relatório da Global X compilou as tendências globais dos próximos anos e fala como os ETFs podem viabilizar a participação nesses investimentos
Avesso aos holofotes, o empresário morreu aos 45 anos após lutar contra um câncer e deixou como último grande projeto a Cidade Center Norte
O Orçamento aprovado no Congresso prevê aproximadamente de R$ 61 bilhões em emendas parlamentares
A corretora atua no setor financeiro e de câmbio desde 1999 e possui filial nos Estados Unidos
Os ganhadores do concurso 3587 da Lotofácil efetuaram suas apostas por meio dos canais eletrônicos da Caixa Econômica Federal
Trump volta aos holofotes ao suspender temporariamente o processamento de vistos de 75 países, meses antes da Copa do Mundo
O microempreendedor individual pode se regularizar por meio do parcelamento dos débitos com a Receita Federal
Vitor Sousa, analista da Genial Investimentos, fala no podcast Touros e Ursos sobre os impactos da situação da Venezuela e do Irã no mercado petroleiro
Investidor conhecido por apostas agressivas, o polêmico empresário agora é citado em investigações sobre o Banco Master; entenda o fio que conecta o investidor à polêmica
Segunda etapa da Operação Compliance Zero recolhe dinheiro vivo, bens de luxo e bloqueia R$ 5,7 bilhões em investigação sobre o Banco Master
Aumento de 4,26% segue a inflação acumulada em 12 meses medida pelo IPCA
Lula também lançou a Plataforma Digital da Reforma Tributária, a nova infraestrutura digital que dará sustentação ao sistema brasileiro
O vencedor do BBB 26 levará para casa o dobro do valor da última edição
O reator experimental de fusão nuclear da China bate recordes, desafia limites da física e reforça a corrida global por uma fonte potencialmente ilimitada de energia
As ordens judiciais têm como alvos endereços ligados ao banco e ao empresário nos estados de São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro