Despesa de retomada tem que se dar na crise; depois, austeridade, diz Meirelles
Secretário da Fazenda de São Paulo destacou que, apesar da crise ou por causa dela, existe grande quantidade de recursos na área externa, como fundos soberanos, para serem aplicados

O secretário da Fazenda de São Paulo, Henrique Meirelles, avaliou na manhã desta quinta-feira (23) que despesas "de retomada" da atividade econômica têm que se dar em período de crise e saída da crise. Depois, é preciso retomar austeridade fiscal rígida, defendeu, em entrevista à Globonews.
A discussão, segundo ele, não é só o quanto se vai gastar. Na visão de Meirelles, é importante a segregação no tempo. "A despesa de retomada tem que se dar nesse período de crise e de saída da crise, proteção das empresas, do emprego e retomada do crescimento. Depois nós temos que voltar à austeridade fiscal rígida, porque se não teremos problemas".
Ao comentar a atuação da atual equipe econômica, afirmou que "é normal que a área econômica fique preocupada em dar um certo limite para os gastos". "Por outro lado, é normal que o Executivo tente fazer o que for necessário para a retomada da atividade", disse, ao ser questionado se há espaço para gastos em infraestrutura.
A ala militar do governo federal lançou, ontem, programa de recuperação econômica pós-covid-19, que prevê aumento dos gastos com investimentos públicos para os próximos anos. A equipe econômica defende que a recuperação do impacto da pandemia no novo coronavírus terá que vir pela mão do setor privado.
"A equipe econômica está na direção certa, de aumentar os gastos públicos, o Banco Central, de aumentar a emissão monetária, através inicialmente de compras de títulos do Tesouro, etc", afirmou Meirelles. "E também se for aprovado pelo Congresso, compra de portfólio de crédito diretamente, no mercado ou nos bancos", emendou.
Leia Também
Segundo ele, é muito importante um cuidado "especial" com a execução. O sucesso de um plano, de acordo com o secretário, é 50% estratégia e 50%, resultado da execução. "Temos que executar bem, o dinheiro tem que chegar na ponta, na empresa".
"Evidentemente que há esta controvérsia, aparentemente, dentro do governo entre área econômica e outras áreas, e que não estou lá, sabendo das informações, sabendo qual o debate interno, estou informado pelo que leio na imprensa, então, é normal que a área econômica fique preocupada em dar um certo limite para os gastos, por outro lado, é normal que o Executivo tente fazer o que for necessário para a retomada da atividade".
Meirelles lembrou a atuação do banco Desenvolve SP, com atuação na área de crédito para micro ou pequenas empresas, não cobertas pelo sistema financeiro, e cobrou que o BNDES repasse à instituição os recursos a que tem direito, pela sua prioridade, já que o Estado não tem fonte própria de captação. "O banco Desenvolve SP não pode captar no mercado como instituições públicas federais, por exemplo", disse.
Ele destacou que, apesar da crise ou por causa dela, existe grande quantidade de recursos na área externa, como fundos soberanos, para serem aplicados. E a dificuldade deles é achar projetos em andamento que posam ser rentáveis, nos quais possam aplicar. Segundo Meirelles, São Paulo, em seguida à abertura gradual, retomará processo de concessões e atração do setor privado. Assim, recursos privados apoiariam a retomada.
ALTOS PRÊMIOS
Lotofácil 3799 deixa duas pessoas a meio caminho do primeiro milhão de reais no Paraná; +Milionária 396 acumula com bola na trave impressionante
8 de outubro de 2026 - 7:10NO FOGO CRUZADO DAS ELEIÇÕES
Fim da escala 6×1: nova regra pode sair do papel antes do segundo turno? Entenda em que pé está a votação
7 de outubro de 2026 - 17:52ELEIÇÕES 2026
Flávio Bolsonaro ou Lula no segundo turno? Moody’s compara cenários e aponta os riscos para investidores
7 de outubro de 2026 - 14:05FINANCIAMENTO SUSTENTÁVEL
ETF com selo do BID e que investe na Amazônia Legal? AMAB11 atrai R$ 66 milhões em apenas dois meses
7 de outubro de 2026 - 12:03RECEIO COM A IA
Ray Dalio volta a bater na inteligência artificial e defende que bolha está prestes a estourar. Quais são os sinais?
7 de outubro de 2026 - 11:47TEM PRA TODO MUNDO
Lotofácil 3798 tem 58 ganhadores, mas só um vai embolsar valor milionário; Mega-Sena 3067 acumula e prêmio atinge a marca de R$ 100 milhões
7 de outubro de 2026 - 7:16ESTÁ VALENDO
Primeiro dia sem bets e R$ 1,3 bilhão em saldo: o prazo para a restituição das apostas on-line começará a correr
6 de outubro de 2026 - 19:28SD EXPLICA
O Brasil vai dar calote na dívida pública? Entenda os riscos para os títulos públicos do Tesouro Direto
6 de outubro de 2026 - 11:41PISOU NO FREIO
Quer vender seu carro? Mercado de usados já não paga como antes — e exige atenção aos elétricos
6 de outubro de 2026 - 8:00DE OLHO NOS BOLETOS
Inquilino não pagou o condomínio? Saiba quem responde pela dívida e o que pode acontecer com o morador inadimplente
6 de outubro de 2026 - 6:01CORRIDA CONTRA O RELÓGIO
Tem dinheiro esquecido nas bets? Faltam poucas horas para sacar antes do fechamento das plataformas
5 de outubro de 2026 - 14:21NO RETROVISOR
Mega-Sena acumulada se aproxima dos R$ 100 milhões e cola de vez na +Milionária
5 de outubro de 2026 - 7:48ELEIÇÕES 2026
Eleições 2026: como fazer sua ‘colinha’ para votar? Veja a ordem dos candidatos na urna
4 de outubro de 2026 - 11:39LOTERIAS
Lotofácil premia aposta solitária de São Paulo em R$ 1,83 milhão; veja o que aconteceu com a Mega-Sena e outras loterias
4 de outubro de 2026 - 10:21GÁS RENOVADO
Gás do Povo outubro 2026: veja critérios e como receber gás grátis do governo
4 de outubro de 2026 - 5:13O QUE BOMBOU
Chinelo-mule polêmico da Havaianas, o que falta para a Hapvida se recuperar e o fim da greve da Caixa: veja as mais lidas da semana
3 de outubro de 2026 - 17:24VEJA COMO VOTAR
Seu Dinheiro é finalista do Prêmio +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças 2026; veja como votar
3 de outubro de 2026 - 10:00PARA OS ESTUDANTES
Pé-de-Meia outubro 2026: veja quem recebe a sétima parcela e as datas de depósito
3 de outubro de 2026 - 5:08MOMENTO PROMISSOR