🔴 TRÊS AÇÕES LIGADAS À IA PODEM DOBRAR NOS PRÓXIMOS MESES – CONHEÇA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

preocupação fiscal

Despesa de retomada tem que se dar na crise; depois, austeridade, diz Meirelles

Secretário da Fazenda de São Paulo destacou que, apesar da crise ou por causa dela, existe grande quantidade de recursos na área externa, como fundos soberanos, para serem aplicados

Henrique Meirelles, ex-ministro da Fazenda
Imagem: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

O secretário da Fazenda de São Paulo, Henrique Meirelles, avaliou na manhã desta quinta-feira (23) que despesas "de retomada" da atividade econômica têm que se dar em período de crise e saída da crise. Depois, é preciso retomar austeridade fiscal rígida, defendeu, em entrevista à Globonews.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A discussão, segundo ele, não é só o quanto se vai gastar. Na visão de Meirelles, é importante a segregação no tempo. "A despesa de retomada tem que se dar nesse período de crise e de saída da crise, proteção das empresas, do emprego e retomada do crescimento. Depois nós temos que voltar à austeridade fiscal rígida, porque se não teremos problemas".

Ao comentar a atuação da atual equipe econômica, afirmou que "é normal que a área econômica fique preocupada em dar um certo limite para os gastos". "Por outro lado, é normal que o Executivo tente fazer o que for necessário para a retomada da atividade", disse, ao ser questionado se há espaço para gastos em infraestrutura.

A ala militar do governo federal lançou, ontem, programa de recuperação econômica pós-covid-19, que prevê aumento dos gastos com investimentos públicos para os próximos anos. A equipe econômica defende que a recuperação do impacto da pandemia no novo coronavírus terá que vir pela mão do setor privado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A equipe econômica está na direção certa, de aumentar os gastos públicos, o Banco Central, de aumentar a emissão monetária, através inicialmente de compras de títulos do Tesouro, etc", afirmou Meirelles. "E também se for aprovado pelo Congresso, compra de portfólio de crédito diretamente, no mercado ou nos bancos", emendou.

Leia Também

TOUROS E URSOS #294

O efeito Lula 4: sangria na B3 e dólar a R$ 5,40; o que fazer com seus investimentos após a virada nas urnas

O QUE ABRE E O QUE FECHA

A bolsa abre no feriado de Finados? Veja como ficam os horários dos bancos, Correios, agências de INSS e outros serviços

Segundo ele, é muito importante um cuidado "especial" com a execução. O sucesso de um plano, de acordo com o secretário, é 50% estratégia e 50%, resultado da execução. "Temos que executar bem, o dinheiro tem que chegar na ponta, na empresa".

"Evidentemente que há esta controvérsia, aparentemente, dentro do governo entre área econômica e outras áreas, e que não estou lá, sabendo das informações, sabendo qual o debate interno, estou informado pelo que leio na imprensa, então, é normal que a área econômica fique preocupada em dar um certo limite para os gastos, por outro lado, é normal que o Executivo tente fazer o que for necessário para a retomada da atividade".

Meirelles lembrou a atuação do banco Desenvolve SP, com atuação na área de crédito para micro ou pequenas empresas, não cobertas pelo sistema financeiro, e cobrou que o BNDES repasse à instituição os recursos a que tem direito, pela sua prioridade, já que o Estado não tem fonte própria de captação. "O banco Desenvolve SP não pode captar no mercado como instituições públicas federais, por exemplo", disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele destacou que, apesar da crise ou por causa dela, existe grande quantidade de recursos na área externa, como fundos soberanos, para serem aplicados. E a dificuldade deles é achar projetos em andamento que posam ser rentáveis, nos quais possam aplicar. Segundo Meirelles, São Paulo, em seguida à abertura gradual, retomará processo de concessões e atração do setor privado. Assim, recursos privados apoiariam a retomada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Logo do Mercado Livre (MELI34) com fundo de gráfico e cotações 27 de outubro de 2026 - 14:22
Vencedor da Lotofácil fez a aposta pelos canais eletrônicos da Caixa. O outro foi a uma lotérica. 27 de outubro de 2026 - 5:58
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil, está sentado, com um microfone e um copo de água sobre a mesa que está a sua frente 26 de outubro de 2026 - 19:43
Prédio do Banco Central em Brasília. 24 de outubro de 2026 - 8:59
Homem de óculos e camisa social aparece em close-up, com fundo escuro. 23 de outubro de 2026 - 15:56
Armazém de varejo cheio de prateleiras com caixas de papelão e pacotes. 23 de outubro de 2026 - 11:15
James Bond Agente 007 23 de outubro de 2026 - 11:09
22 de outubro de 2026 - 18:45
dia de sorte sorteio caixa loterias 21 de outubro de 2026 - 5:42
Elon Musk 20 de outubro de 2026 - 15:03
As repórteres Camille Lima (à esquerda) e Bia Azevedo (à direita) 20 de outubro de 2026 - 14:58
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar