🔴 ‘OPERAÇÃO  IKKI-TOUSEN’ – MULTIPLICAÇÕES DE ATÉ 250x DE FORMA AUTOMATIZADA – SAIBA COMO

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Após derrubada de veto à desoneração, empresas falam em segurança jurídica

Na avaliação de empresários, a decisão do Congresso de derrubar o veto do presidente Jair Bolsonaro à desoneração da folha de pagamento dá maior segurança jurídica às empresas e deve permitir a manutenção de empregos

Câmara dos Deputados
Plenário - Sessão Extraordinária - Imagem: Michel Jesus/Câmara dos Deputados

Na avaliação de empresários, a decisão do Congresso de derrubar o veto do presidente Jair Bolsonaro à desoneração da folha de pagamento dá maior segurança jurídica às empresas e deve permitir a manutenção de empregos. Em alguns setores, como o de telesserviços, a estimativa era de que a reoneração do tributo pudesse elevar os custos fiscais das companhias em até 11%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A base da economia é o emprego. Se não existe emprego, o governo não arrecada, as pessoas não consomem, a cadeia produtiva anda para trás e se cria um problema social", disse o presidente da Associação Brasileira de Telesserviços (ABT), John Anthony von Christian. Segundo ele, a medida vai representar segurança jurídica e fiscal para que as empresas possam trabalhar com "mais tranquilidade".

Atualmente, são 400 mil trabalhadores sob o guarda-chuva direto da ABT e outro 1,5 milhão em todo o setor de call center no País. Com a elevação de custos estimada antes da decisão de ontem do Congresso, a previsão era cortar até 120 mil empregados na área.

Bolsonaro havia vetado em julho dispositivo aprovado pelo Congresso que prorrogava até o fim de 2021 a desoneração da folha de salários de 17 setores, entre os quais, construção civil, call center, máquinas e equipamentos, comunicação, tecnologia da informação, transporte e têxtil. Juntos, esses setores empregam mais de 6 milhões de pessoas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O veto acabou sendo rejeitado por 430 votos a 33 na Câmara dos Deputados, com uma abstenção, e por 64 a 2 no Senado. Com a decisão, as empresas vão poder optar por contribuir para a Previdência Social com base em um porcentual que varia de 1,0% a 4,5% sobre a receita bruta - em vez de recolher 20% sobre a folha de pagamento.

Leia Também

TOUROS E URSOS #288

A ‘Faria Lima’ está errada? O que o mercado não enxerga sobre o risco fiscal, segundo Felipe Salto

O FIM DO FUTEBOL?

O futebol não vive sem bet? Por que os clubes se juntaram para publicar manifesto contra MP que proibiria apostas online

Deputados e senadores podem derrubar vetos presidenciais e restabelecer os textos enviados anteriormente à sanção. A votação era apontada como essencial pelas empresas para fechar a programação financeira para o próximo ano.

Custos

O presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, José Velloso, disse que 30% do custo de produção de uma máquina corresponde atualmente aos gastos com mão de obra. Por isso, segundo Velloso, reonerar a folha de pagamento neste momento de saída da crise da pandemia do novo coronavírus "não seria apropriado". Já o prazo de um ano, afirma ele, é suficiente para que as empresas se recuperem.

"O nosso setor, especificamente em função da prorrogação, deve a partir de janeiro começar a fazer contratações, podendo aumentar em 10 mil os empregos diretos." De acordo com Velloso, o setor de máquinas mantém hoje 350 mil empregos diretos - e cada uma dessas vagas gera três outros empregos indiretos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O Congresso votou em consonância com a sociedade", disse o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), José Carlos Martins. Ele acrescenta que, apesar de o setor estar aquecido, se o veto à prorrogação fosse mantido, "no mínimo diminuiria o ritmo e a disponibilidade para novos empregos formais".

Em nota, o presidente executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, disse que a reoneração "jogaria um balde de água fria na recuperação gradual que temos experimentado nos últimos meses de um ano para se esquecer".

Segundo o dirigente, o fim da desoneração elevaria em R$ 572 milhões a carga tributária para o setor. "Em vez de continuarmos contratando, teríamos de desligar mais funcionários", disse. Conforme levantamento da Inteligência de Mercado da Abicalçados, a reoneração causaria a demissão de mais de 15 mil trabalhadores ao longo de 2021.

Embora o setor ainda registre a perda de 27 mil postos de trabalho no acumulado do ano, entre julho e setembro foram criados 19 mil postos. No ano até setembro, a produção de calçados no País registra queda de 30%. A estimativa da entidade é fechar 2020 com uma queda menor, em torno de 25%. Em todo o Brasil, o setor calçadista emprega diretamente mais de 242 mil pessoas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
17 de setembro de 2026 - 14:03
Celular com homem usando plataformas de apostas online 17 de setembro de 2026 - 13:28
Governo federal aumenta Bolsa Família após mais de três anos sem reajuste 17 de setembro de 2026 - 11:30

PRIMEIRO DESDE 2023

Governo anuncia aumento de 15% do Bolsa Família; confira o novo valor

17 de setembro de 2026 - 11:30
Fachada de agência da Caixa Econômica Federal durante greve 17 de setembro de 2026 - 9:43
Cartão do Bolsa Família exibido por beneficiário do programa de transferência de renda. 17 de setembro de 2026 - 5:45
NotShake Protein da NotCo no sabor chocolate; Anvisa determinou recolhimento e proibiu a venda das bebidas proteicas (1) 16 de setembro de 2026 - 16:01

BEBIDAS PROTEICAS

NotShake Protein: Anvisa proíbe todos os lotes das bebidas da marca

16 de setembro de 2026 - 16:01
lotofácil da independência loteria sorteio caixa econômica federal (4) 15 de setembro de 2026 - 21:44
lotofácil da independência loteria sorteio caixa econômica federal (4) 15 de setembro de 2026 - 20:01

CHEGOU A HORA

Assista ao vivo ao sorteio da Lotofácil da Independência 2026

15 de setembro de 2026 - 20:01
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar