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O aviso na entrada da farmácia aqui perto de casa deixava claro: “não temos álcool em gel”. Ainda assim, o lugar estava lotado, com pessoas fazendo estoques de antigripais, vitaminas e até lenços de papel.
Como você deve imaginar, a cena aconteceu logo no começo da pandemia da covid-19. Menos de dois meses depois eu voltei à mesma farmácia e, para minha surpresa, estava praticamente vazia — e com álcool em gel no estoque.
Em uma primeira análise, era de se esperar que as redes de drogarias estariam entre as principais ganhadoras da crise do coronavírus.
O problema é que elas também sentiram os impactos das medidas de restrição à circulação, ainda que numa escala menor que outros ramos do varejo.
No meio da pandemia, duas empresas estrearam na B3 depois de captarem recursos de investidores em ofertas públicas de ações (IPO, na sigla em inglês): Pague Menos e d1000, do grupo Profarma.
O desempenho das novatas até aqui tem deixado a desejar (para dizer o mínimo). Já a veterana Raia Drogasil vem navegando bem pelo conturbado ano e acumula uma alta de pouco mais de 15%.
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Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua noite", a newsletter diária do Seu Dinheiro. Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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