🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Algumas palavras sobre a nova tarifação da B3

Eu me preocupo com o que acho certo, não com o que muitos gostariam de ouvir. E trato, verdadeiramente, o investidor como adulto, pois entendo que esse é o tratamento correto, que ele mesmo deveria querer receber

7 de janeiro de 2020
10:28 - atualizado às 10:31
Sede da B3, no centro de São Paulo, Ibovespa
Sede da B3, no centro de São Paulo - Imagem: shutterstock

Seria mais fácil para mim adotar um discurso politicamente correto em prol de toda e qualquer eliminação de taxa ou tarifa para o investidor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Soaria bonitinho, "do bem". Seria o que todos (ou quase todos) gostariam de ouvir. Possivelmente, faria bem à minha reputação. Mas eu não me importo com isso — até porque, me desculpem, não há no mercado concurso para "bom mocismo". Os "animais de mercado", para usar uma terminologia de George Soros, são… bem… animais. E a natureza tem sua lógica e sua ética próprias, e elas diferem bastante do maniqueísmo de Hollywood. 

Como diria Taleb, a reputação é para os escravos, para aqueles que não estão realmente preocupados em fazer e falar o que é, de fato, certo, mas, sim, em obedecer a algum senhor de ordem oculta, muitas vezes representado pelo próprio ego. As piores agendas correm às sombras, os maiores inimigos costumam ser nós mesmos. Adotando aqui uma interpretação do Pondé, morro de medo daqueles que só reconhecem em si uma faceta de herói e do bem, sempre contra o vilanismo do mundo, interessado, maquiavelicamente, em destruir o nosso mocinho da história.

Se você passa por cima de anseios, vontades, desejos, até mesmo loucuras mais íntimas — e, sim, todos nós temos nossas ambivalências — para preservar a sua imagem acima de tudo, está condenado a neuroses graves. Ou talvez seja ainda pior, naquilo que Freud chamou de "formação reativa", um dos mecanismos típicos da defesa do ego, em que se manifesta uma grande aversão ao seu real interesse mais íntimo, adotando-se um discurso (falso na essência) na direção contrária.

Eu me preocupo com o que acho certo, não com o que muitos gostariam de ouvir. E trato, verdadeiramente, o investidor como adulto, pois entendo que esse é o tratamento correto, que ele mesmo deveria querer receber. Quando for a minha vez, por favor, tratem-me assim, com a devida transparência e as verdades que precisam ser ditas. Tapinhas nas costas, sorrisos forçados e falsos elogios, sob uma aparente boa intenção de se evitar o conflito, que, na verdade, só esconde a falta de assertividade e de coragem, estão dispensados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Aqui, vocês três não vão encontrar um discurso do tipo "Xuxa, a rainha dos baixinhos", como se os investidores fossem fracotes indefesos, sendo explorados por terceiros. Os gerentes dos bancos não são tão diferentes de você — cada um tem boletos a pagar e bocas a alimentar. E os agentes autônomos, apesar de seus problemas de conflito de interesses, fazem, no geral, muito bem ao investidor (chegará o dia em que serão capazes de entender críticas?).

Leia Também

Quando for o caso de taxas abusivas, sim. Aqui estarei para criticá-las duramente, como sempre fiz, sem hesitar nessa batalha que travo há mais de dez anos, obstinadamente. 

Ah, sim, também entendo que, diante do aumento da competição, do acesso digital, do avanço brutal da tecnologia e da redução dos juros, ainda há muitas taxas excessivamente altas na indústria financeira. Nos fundos, nos bancos e nas corretoras, faltando também, e principalmente, transparência nas taxas e nos rebates cobrados de forma sub-reptícia do investidor — as agendas ocultas sob a sombra, sempre elas.

Acho que estamos num caminho inexorável para a compressão de taxas de administração, performance, estruturação, distribuição, dos spreads de crédito, etc. Quem não acompanhar esse processo vai acabar oferecendo algo pouco competitivo ao cliente — e é este quem manda no final do dia. Ele precisa estar no centro, precisa ser bom para ele. No fim, é isso. O alinhamento ao cliente é, em termos pragmáticos, instinto de sobrevivência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas que isso não se confunda com um caráter revolucionário ou niilista incendiário contra toda e qualquer taxa ao investidor. Como em qualquer outro mercado, cada um de seus participantes, no meu entendimento, deve ser devidamente remunerado. Gestão, administração, estruturação, distribuição — todos eles precisam ser pagos, sob o risco de não desenvolvermos um mercado sólido no longo prazo. Obviamente, os preços têm que ser justos — de novo, precisa ser bom para o cliente. Contudo, se entrarmos numa paranoia de que "toda taxa é ruim e indevida", terminaremos, felizes, não pagando nada e morrendo com produtos e serviços péssimos. 

Não foi Warren Buffett (e não seriam todos os bons moços buffettianos?) quem disse que é melhor pagar um preço razoável por um excelente negócio do que pagar um preço muito descontado por um negócio ruim?

Tenho visto uma campanha ferrenha contra qualquer tipo de taxa na indústria. Se for algo novo, de natureza disruptiva, então, piorou. Não é porque você nunca viu que é errado ou não pode.

Falo tudo isso de coração, dando voz à minha própria personalidade — minha única conta em corretora é do Itaú, que definitivamente não é um exemplo de corretagem barata. Mas, para mim, tudo bem, pois muitas coisas entram na equação. Acesso tem preço. Boas ideias, facilidade, praticidade, tempo, comodidade, bom relacionamento com o gerente: tudo isso pode — e até deve — entrar na equação. Quanto vale o meu tempo de ter conta em várias corretoras? 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Há algum tempo, numa galáxia muito distante, era descolado dizer algo como "economize no cafezinho e você será rico no longo prazo". Depois, essa ideia virou démodé. Passou a ser legal dizer o contrário: "não economize no cafezinho, porque isso só vai tirar sua felicidade e não fará qualquer diferença substancial em seu patrimônio no longo prazo". Os mesmos partidários desse discurso agora levantam a bandeira dos fundos de taxa zero ou de tarifa zero, condenando qualquer cobrança que não envolva inteligência de gestão — ainda que, para esses, inteligência de gestão seja um conceito bem limitado, mas vamos em frente. 

A taxa zero é o novo cafezinho. Se você investir R$ 50 mil por cinco anos a uma taxa de 5%, terá, ao final do processo, R$ 63.814. Já se aplicar o mesmo dinheiro pelo mesmo prazo a uma taxa de 5,1% (economizando 0,1% que poderia ser referente à taxa de administração do fundo), terá R$ 64.118. Parabéns! Cinco anos depois, você ganhou um jantar para duas pessoas no Rodeio do Iguatemi (harmonização não incluída, couvert dispensado).

Se querem um soldado para compor esse exército numa guerra irracional contra toda e qualquer taxa ou tarifa cobrada do investidor, não contem comigo. As taxas precisam ser justas, sim, alinhadas ao investidor, o que é bem diferente de lutar contra qualquer cobrança. O investidor, por sua vez, deve focar-se no que é certo, no que, de fato, vai fazer diferença em sua trajetória de construção patrimonial. Obstinação, 24x7, em retorno líquido consistente, não com qualquer mesquinharia que possa significar um pequeno dispêndio.

Peço desculpas pelo preâmbulo um pouco longo. Ele me pareceu necessário para expressar o espírito com que encaro as críticas feitas à nova política de tarifação da B3. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Especificamente, tenho ouvido críticas à implementação de taxa sobre serviços de processamento de eventos corporativos (dividendos, JSCP, subscrição), de 0,12% sobre cada evento, aplicada a investidores com mais de R$ 20 mil em ativos custodiados. Está rolando abaixo-assinado e tudo mais. Discordo desses apontamentos. A rigor, minha interpretação é diametralmente oposta ao viés crítico sobre a nova tarifação da B3.

O ponto central me parece o erro em olhar isoladamente essa taxa, sem contextualizá-la perante toda a mudança na política da tarifação. O movimento da B3 está alinhado (e não desalinhado) no sentido da ampliação da base de investidores e democratização das boas aplicações, em favorecimento mais destacado aos pequenos. Ou seja, a mudança é boa para o investidor, de modo que precisa ser apoiada.

Em sua nova política de tarifação para alguns serviços, a B3 segmentou as cobranças relacionadas à Central Depositária e, em alguns casos, inclusive, eliminou tarifas — como no caso de manutenção de conta na Central Depositária da Bolsa.

A título de exemplo, o investidor com saldo em conta de até R$ 100 mil e um dividend yield de 3% ao ano terá um impacto tarifário de 30 centavos por mês. Preparei uma planilha com meus cálculos envolvendo a tarifação anterior comparativamente à atual, que segue abaixo. A política anterior de preços implicava o dobro de cobrança sobre o investidor. Em termos práticos, o investidor está pagando menos no final do dia — não à toa, a própria B3 estimou um impacto negativo (está perdendo receita, porque está cobrando menos) de R$ 250 milhões em seus resultados diante da mudança. O investidor sai ganhando e, portanto, deveria apoiar a medida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Investidores com menos de R$ 20 mil aplicados em renda variável — que hoje representam quase um milhão de pessoas — estarão isentos, o que não ocorre na política atual. E mesmo os que possuem taxas variáveis serão cobrados menos pela B3 junto a seu custodiante.

O processamento de eventos corporativos pela Central Depositária exige que a B3 realize um controle sobre a titularidade de cada ação e o valor devido a cada investidor, e o serviço representa o maior custo para o funcionamento da central depositária de uma Bolsa de Valores. 

A nova política tarifária busca eliminar custos fixos, fomentando a entrada de novos investidores na Bolsa, associando os custos ao potencial de rentabilidade de cada investidor. O serviço de processamento de eventos corporativos é tipicamente tarifado por centrais depositárias em países como Estados Unidos (com a DTC, clearing do país), Austrália (ASX), Canadá (CDS), Alemanha (Clearstream), Dinamarca (VPS Secs), Espanha (Iberclear), Finlândia (Euroclear), Itália (Monte Titoli), Noruega (VPS), Suécia (Euroclear) e Suíça (SIX).

Uma das vantagens competitivas do capitalismo é que ele replica a natureza. Talvez por isso seja o único sistema viável. Seleciona naturalmente os mais adaptados. A B3 não fez isso porque é boazinha. Fez por necessidade de adaptação, pois os tempos são outros no mercado financeiro brasileiro. E são tempos bem melhores. Aproveite o café.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar