🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Algumas palavras sobre a nova tarifação da B3

Eu me preocupo com o que acho certo, não com o que muitos gostariam de ouvir. E trato, verdadeiramente, o investidor como adulto, pois entendo que esse é o tratamento correto, que ele mesmo deveria querer receber

7 de janeiro de 2020
10:28 - atualizado às 10:31
Sede da B3, no centro de São Paulo, Ibovespa
Sede da B3, no centro de São Paulo - Imagem: shutterstock

Seria mais fácil para mim adotar um discurso politicamente correto em prol de toda e qualquer eliminação de taxa ou tarifa para o investidor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Soaria bonitinho, "do bem". Seria o que todos (ou quase todos) gostariam de ouvir. Possivelmente, faria bem à minha reputação. Mas eu não me importo com isso — até porque, me desculpem, não há no mercado concurso para "bom mocismo". Os "animais de mercado", para usar uma terminologia de George Soros, são… bem… animais. E a natureza tem sua lógica e sua ética próprias, e elas diferem bastante do maniqueísmo de Hollywood. 

Como diria Taleb, a reputação é para os escravos, para aqueles que não estão realmente preocupados em fazer e falar o que é, de fato, certo, mas, sim, em obedecer a algum senhor de ordem oculta, muitas vezes representado pelo próprio ego. As piores agendas correm às sombras, os maiores inimigos costumam ser nós mesmos. Adotando aqui uma interpretação do Pondé, morro de medo daqueles que só reconhecem em si uma faceta de herói e do bem, sempre contra o vilanismo do mundo, interessado, maquiavelicamente, em destruir o nosso mocinho da história.

Se você passa por cima de anseios, vontades, desejos, até mesmo loucuras mais íntimas — e, sim, todos nós temos nossas ambivalências — para preservar a sua imagem acima de tudo, está condenado a neuroses graves. Ou talvez seja ainda pior, naquilo que Freud chamou de "formação reativa", um dos mecanismos típicos da defesa do ego, em que se manifesta uma grande aversão ao seu real interesse mais íntimo, adotando-se um discurso (falso na essência) na direção contrária.

Eu me preocupo com o que acho certo, não com o que muitos gostariam de ouvir. E trato, verdadeiramente, o investidor como adulto, pois entendo que esse é o tratamento correto, que ele mesmo deveria querer receber. Quando for a minha vez, por favor, tratem-me assim, com a devida transparência e as verdades que precisam ser ditas. Tapinhas nas costas, sorrisos forçados e falsos elogios, sob uma aparente boa intenção de se evitar o conflito, que, na verdade, só esconde a falta de assertividade e de coragem, estão dispensados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Aqui, vocês três não vão encontrar um discurso do tipo "Xuxa, a rainha dos baixinhos", como se os investidores fossem fracotes indefesos, sendo explorados por terceiros. Os gerentes dos bancos não são tão diferentes de você — cada um tem boletos a pagar e bocas a alimentar. E os agentes autônomos, apesar de seus problemas de conflito de interesses, fazem, no geral, muito bem ao investidor (chegará o dia em que serão capazes de entender críticas?).

Leia Também

Quando for o caso de taxas abusivas, sim. Aqui estarei para criticá-las duramente, como sempre fiz, sem hesitar nessa batalha que travo há mais de dez anos, obstinadamente. 

Ah, sim, também entendo que, diante do aumento da competição, do acesso digital, do avanço brutal da tecnologia e da redução dos juros, ainda há muitas taxas excessivamente altas na indústria financeira. Nos fundos, nos bancos e nas corretoras, faltando também, e principalmente, transparência nas taxas e nos rebates cobrados de forma sub-reptícia do investidor — as agendas ocultas sob a sombra, sempre elas.

Acho que estamos num caminho inexorável para a compressão de taxas de administração, performance, estruturação, distribuição, dos spreads de crédito, etc. Quem não acompanhar esse processo vai acabar oferecendo algo pouco competitivo ao cliente — e é este quem manda no final do dia. Ele precisa estar no centro, precisa ser bom para ele. No fim, é isso. O alinhamento ao cliente é, em termos pragmáticos, instinto de sobrevivência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas que isso não se confunda com um caráter revolucionário ou niilista incendiário contra toda e qualquer taxa ao investidor. Como em qualquer outro mercado, cada um de seus participantes, no meu entendimento, deve ser devidamente remunerado. Gestão, administração, estruturação, distribuição — todos eles precisam ser pagos, sob o risco de não desenvolvermos um mercado sólido no longo prazo. Obviamente, os preços têm que ser justos — de novo, precisa ser bom para o cliente. Contudo, se entrarmos numa paranoia de que "toda taxa é ruim e indevida", terminaremos, felizes, não pagando nada e morrendo com produtos e serviços péssimos. 

Não foi Warren Buffett (e não seriam todos os bons moços buffettianos?) quem disse que é melhor pagar um preço razoável por um excelente negócio do que pagar um preço muito descontado por um negócio ruim?

Tenho visto uma campanha ferrenha contra qualquer tipo de taxa na indústria. Se for algo novo, de natureza disruptiva, então, piorou. Não é porque você nunca viu que é errado ou não pode.

Falo tudo isso de coração, dando voz à minha própria personalidade — minha única conta em corretora é do Itaú, que definitivamente não é um exemplo de corretagem barata. Mas, para mim, tudo bem, pois muitas coisas entram na equação. Acesso tem preço. Boas ideias, facilidade, praticidade, tempo, comodidade, bom relacionamento com o gerente: tudo isso pode — e até deve — entrar na equação. Quanto vale o meu tempo de ter conta em várias corretoras? 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Há algum tempo, numa galáxia muito distante, era descolado dizer algo como "economize no cafezinho e você será rico no longo prazo". Depois, essa ideia virou démodé. Passou a ser legal dizer o contrário: "não economize no cafezinho, porque isso só vai tirar sua felicidade e não fará qualquer diferença substancial em seu patrimônio no longo prazo". Os mesmos partidários desse discurso agora levantam a bandeira dos fundos de taxa zero ou de tarifa zero, condenando qualquer cobrança que não envolva inteligência de gestão — ainda que, para esses, inteligência de gestão seja um conceito bem limitado, mas vamos em frente. 

A taxa zero é o novo cafezinho. Se você investir R$ 50 mil por cinco anos a uma taxa de 5%, terá, ao final do processo, R$ 63.814. Já se aplicar o mesmo dinheiro pelo mesmo prazo a uma taxa de 5,1% (economizando 0,1% que poderia ser referente à taxa de administração do fundo), terá R$ 64.118. Parabéns! Cinco anos depois, você ganhou um jantar para duas pessoas no Rodeio do Iguatemi (harmonização não incluída, couvert dispensado).

Se querem um soldado para compor esse exército numa guerra irracional contra toda e qualquer taxa ou tarifa cobrada do investidor, não contem comigo. As taxas precisam ser justas, sim, alinhadas ao investidor, o que é bem diferente de lutar contra qualquer cobrança. O investidor, por sua vez, deve focar-se no que é certo, no que, de fato, vai fazer diferença em sua trajetória de construção patrimonial. Obstinação, 24x7, em retorno líquido consistente, não com qualquer mesquinharia que possa significar um pequeno dispêndio.

Peço desculpas pelo preâmbulo um pouco longo. Ele me pareceu necessário para expressar o espírito com que encaro as críticas feitas à nova política de tarifação da B3. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Especificamente, tenho ouvido críticas à implementação de taxa sobre serviços de processamento de eventos corporativos (dividendos, JSCP, subscrição), de 0,12% sobre cada evento, aplicada a investidores com mais de R$ 20 mil em ativos custodiados. Está rolando abaixo-assinado e tudo mais. Discordo desses apontamentos. A rigor, minha interpretação é diametralmente oposta ao viés crítico sobre a nova tarifação da B3.

O ponto central me parece o erro em olhar isoladamente essa taxa, sem contextualizá-la perante toda a mudança na política da tarifação. O movimento da B3 está alinhado (e não desalinhado) no sentido da ampliação da base de investidores e democratização das boas aplicações, em favorecimento mais destacado aos pequenos. Ou seja, a mudança é boa para o investidor, de modo que precisa ser apoiada.

Em sua nova política de tarifação para alguns serviços, a B3 segmentou as cobranças relacionadas à Central Depositária e, em alguns casos, inclusive, eliminou tarifas — como no caso de manutenção de conta na Central Depositária da Bolsa.

A título de exemplo, o investidor com saldo em conta de até R$ 100 mil e um dividend yield de 3% ao ano terá um impacto tarifário de 30 centavos por mês. Preparei uma planilha com meus cálculos envolvendo a tarifação anterior comparativamente à atual, que segue abaixo. A política anterior de preços implicava o dobro de cobrança sobre o investidor. Em termos práticos, o investidor está pagando menos no final do dia — não à toa, a própria B3 estimou um impacto negativo (está perdendo receita, porque está cobrando menos) de R$ 250 milhões em seus resultados diante da mudança. O investidor sai ganhando e, portanto, deveria apoiar a medida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Investidores com menos de R$ 20 mil aplicados em renda variável — que hoje representam quase um milhão de pessoas — estarão isentos, o que não ocorre na política atual. E mesmo os que possuem taxas variáveis serão cobrados menos pela B3 junto a seu custodiante.

O processamento de eventos corporativos pela Central Depositária exige que a B3 realize um controle sobre a titularidade de cada ação e o valor devido a cada investidor, e o serviço representa o maior custo para o funcionamento da central depositária de uma Bolsa de Valores. 

A nova política tarifária busca eliminar custos fixos, fomentando a entrada de novos investidores na Bolsa, associando os custos ao potencial de rentabilidade de cada investidor. O serviço de processamento de eventos corporativos é tipicamente tarifado por centrais depositárias em países como Estados Unidos (com a DTC, clearing do país), Austrália (ASX), Canadá (CDS), Alemanha (Clearstream), Dinamarca (VPS Secs), Espanha (Iberclear), Finlândia (Euroclear), Itália (Monte Titoli), Noruega (VPS), Suécia (Euroclear) e Suíça (SIX).

Uma das vantagens competitivas do capitalismo é que ele replica a natureza. Talvez por isso seja o único sistema viável. Seleciona naturalmente os mais adaptados. A B3 não fez isso porque é boazinha. Fez por necessidade de adaptação, pois os tempos são outros no mercado financeiro brasileiro. E são tempos bem melhores. Aproveite o café.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar