🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Balanço do mês

Bitcoin e dólar são os melhores investimentos de outubro; ativos de risco ficaram para trás de novo

Por pouco o Ibovespa não ficou entre os melhores investimentos do mês, mas segunda onda de coronavírus na Europa derrubou as bolsas; risco fiscal, eleições americanas e indefinição quanto a estímulos fiscais nos EUA também pesaram

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
30 de outubro de 2020
19:54
bitcoin bolsa
Imagem: Shutterstock

Após um mês de setembro terrível para os investimentos, outubro até que não foi tão mau. Mas também era difícil ser pior que o mês passado. Os destaques positivos ficaram por conta do bitcoin, com uma alta da ordem de 30% no mês, e do dólar, que seguiu em alta perante o real.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já na ponta negativa, tivemos os títulos públicos prefixados e atrelados à inflação de prazos mais longos, impactados pela continuidade da alta dos juros futuros de longo prazo; e os ativos de bolsa, como ações e fundos imobiliários.

Veja a seguir o ranking dos investimentos do mês:

Os melhores investimentos de outubro

Bitcoin na máxima do ano

Em outubro, o bitcoin atingiu a sua máxima do ano tanto em dólares quanto em reais. A cotação da criptomoeda termina o mês acima dos US$ 13 mil, o equivalente a cerca de R$ 78 mil.

A forte valorização do bitcoin em reais está fortemente ligada à desvalorização do real frente ao dólar, é bem verdade. Mas a alta da criptomoeda em dólares neste mês esteve muito relacionada aos avanços institucionais neste mercado, o que tende a valorizar os criptoativos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compras de investidores institucionais, sinal verde do banco central americano para a adoção das moedas digitais, sinalização do Banco Central Europeu de possibilidade de criação de uma moeda digital e o anúncio de que a plataforma de pagamentos Paypal passaria a oferecer a compra e venda de criptomoedas estiveram entre as notícias que indicam uma maior profissionalização e institucionalização do mercado de criptomoedas.

Leia Também

Mercados em compasso de espera

Por pouco o Ibovespa não ficou entre os melhores investimentos de outubro. O índice chegou a ultrapassar a marca psicológica dos 100 mil pontos na semana passada, mas acabou fechando o mês com leve perda, após um verdadeiro banho de sangue na última semana.

Esse vai-não-vai do índice praticamente resume a situação "em compasso de espera" em que se encontram os mercados financeiros atualmente.

No exterior, os investidores permaneceram na expectativa da aprovação de um novo pacote trilionário de estímulos fiscais nos Estados Unidos, dependente de um acordo entre democratas e republicanos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar de toda a "animação de torcida" por parte de membros do governo americano e da presidente da Câmara dos Representantes, a democrata Nancy Pelosi, o acordo não saiu. E já era de se esperar que não sairia antes das eleições presidenciais americanas, a serem realizadas no próximo dia 3 de novembro.

A expectativa em torno das eleições americanas, aliás, foi outro fator de incertezas, pois apesar de o candidato democrata Joe Biden ser o favorito, ainda não é possível cravar o resultado. Parte do desempenho ruim das bolsas nos últimos dias pode, inclusive, ser explicado por isso.

No cenário doméstico, os investidores se mantêm em compasso de espera em relação ao andamento de reformas e a indicações sobre como financiar o programa social Renda Cidadã, bem como o endereçamento do problema fiscal do país. O risco fiscal ainda pesa, mas parece que nada disso será muito bem definido até passarem as eleições municipais, no fim de novembro.

Por ora, em outubro, só tivemos mais algumas trocas de farpas políticas, que chegaram a fazer preço pontualmente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas o grande fator que chegou arrasando os mercados na última semana foi a segunda onda de coronavírus na Europa. O forte avanço de casos no Velho Continente e também nos Estados Unidos - o que inclusive levou França e Alemanha a decretarem novos lockdowns - deixou os investidores temerosos de que a recuperação econômica dos países atingidos ficará prejudicada.

Juros longos continuaram em alta

No mercado de juros e renda fixa vimos uma situação um pouco mais calma do que no mês passado, com uma certa normalização nas taxas do Tesouro Selic (LFT) depois que o Tesouro fez um leilão com títulos de prazos mais curtos. Em outubro, o título público pós-fixado, o mais conservador do Tesouro Direto, conseguiu ver desempenho positivo.

Os títulos prefixados e atrelados à inflação, porém, continuaram em queda, sobretudo os de prazos mais longos, uma vez que os juros futuros continuaram em alta, com a deterioração do cenário fiscal.

A indefinição acerca de como o país vai equilibrar estímulos à economia, como renda mínima e investimentos, com a manutenção do teto de gastos ou alguma outra medida de responsabilidade fiscal em um cenário de crise ainda preocupa os investidores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A inflação também preocupa. O IPCA-15, considerado a prévia da inflação oficial, veio acima do teto das estimativas em outubro, a 0,94%, mostrando que a forte alta de preços vista nos preços de atacado já começam a contaminar os preços ao consumidor. Com isso, cresceu a expectativa de que o Banco Central talvez precise começar a elevar juros antes do esperado.

Na última reunião do Comitê de Política Monetária do BC (Copom), a Selic foi mantida em 2% ao ano, conforme expectativa do mercado, e a instituição também manteve as suas projeções, insistindo que considera a pressão inflacionária pontual.

Isso até provocou um alívio na parte curta da curva de juros, mas não o suficiente para zerar as altas do mês. A parte longa, em compensação, subiu um pouco mais. Assim, os títulos prefixados e atrelados à inflação, que tendem a se desvalorizar quando os juros futuros sobem, acumularam perda mensal mais uma vez.

O risco fiscal também contribuiu para a valorização do dólar ante o real. A moeda americana fechou outubro a R$ 5,77 na cotação PTAX (calculada pelo Banco Central) e R$ 5,74 na cotação à vista. No momento de maior aversão a risco nesta semana, por causa da segunda onda de coronavírus na Europa, o dólar teria batido R$ 5,80, não fosse a atuação do BC.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Investidores reagiram aos balanços

Em outubro começou a temporada de divulgação de balanços corporativos do terceiro trimestre, que já mostram uma certa recuperação econômica após a reabertura das economias, passado o momento mais agudo da pandemia no Ocidente.

O desempenho das ações mais e menos valorizadas têm forte relação com a divulgação dos resultados. CSN, Weg, Santander e Localiza, por exemplo, apresentaram resultados fortes, enquanto as prévias operacionais da MRV animaram os investidores.

Já os resultados da Cielo, um dos piores desempenhos do mês (e do ano, com quase 60% de desvalorização) não animaram tanto assim. Confira a seguir as melhores e piores ações de outubro:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
'OPORTUNIDADE DOURADA'

Com potencial de alta de 23% em 2026, Aura Minerals (AURA33) é o pote de ouro da carteira do JP Morgan; entenda

25 de fevereiro de 2026 - 18:32

Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa

BTG SUMMIT 2026

‘Experimentem, vocês vão viciar’: mercado de ETFs pode chegar a R$ 1 trilhão no Brasil em alguns anos, dizem gestores

25 de fevereiro de 2026 - 17:46

Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos

CHEGA AOS 250 MIL?

Tem espaço para mais: Ibovespa pode chegar aos 200 mil pontos “logo logo”, diz Itaú BBA; veja previsão para Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4)

25 de fevereiro de 2026 - 17:03

No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo

VENCEDORA DA TEMPORADA?

A favorita entre os frigoríficos: JBS (JBSS32), Minerva (BEEF3) ou MBRF (MBRF3)? BTG diz o que esperar do 4T25 e dá o veredito

25 de fevereiro de 2026 - 15:41

Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques

HORA DE COMPRAR?

Mercado Livre (MELI34): ação cai 10% após 4T25, mas isso não significa que a empresa está no caminho errado. O que explica o movimento?

25 de fevereiro de 2026 - 14:38

Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante

BALANÇO 4T25

Mercado Livre (MELI34) tem lucro menor no 4T25, mas frete grátis ‘mostra a que veio’ no Brasil; veja os números

24 de fevereiro de 2026 - 18:54

A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora

ESFRIOU NA BOLSA

Ação da dona da Brastemp cai mais de 14%: o que derrubou os papéis da americana Whirlpool (WHR)?

24 de fevereiro de 2026 - 17:22

Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado

ESTRATÉGIA DO GESTOR

O Ibovespa ficou caro demais? Gestores se mostram cautelosos e passam longe de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4); saiba onde eles estão investindo

24 de fevereiro de 2026 - 14:32

Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro

MERCADOS HOJE

O Taco voltou: investidores ignoram tarifas de Trump — Ibovespa vai às máximas históricas e Nova York também avança

24 de fevereiro de 2026 - 13:49

Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados

DEU RUIM?

PicPay (PICS) desaba 18% desde o IPO: cilada ou oportunidade de compra? Citi dá o veredito

23 de fevereiro de 2026 - 18:12

Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis

SEM SINAL

Subiu no telhado? Acordo com a Claro fica travado e ação da Desktop (DESK3) chega a cair mais de 22%

23 de fevereiro de 2026 - 17:29

Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O capitão que mudou a rota do Bradesco (BBDC4), as novas tarifas de Trump e o que mais você precisa saber hoje

23 de fevereiro de 2026 - 8:32

Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente

DESCONTO E POTENCIAL DE ALTA

Dividend yield de 16%: por que este fundo imobiliário chamou a atenção do BTG

22 de fevereiro de 2026 - 17:37

Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa pega fogo com Trump e vai aos 190 mil pontos em novo recorde de fechamento; dólar bate mínima em quase 2 anos 

20 de fevereiro de 2026 - 19:09

O ouro, por sua vez, voltou para o nível dos US$ 5 mil a onça-troy, enquanto a prata encerrou a semana com ganho de 5,6%

LAJE CORPORATIVA NA CARTEIRA

Com dividendos turbinados no radar, fundo imobiliário Tellus Properties (TEPP11) entra na mira do BTG Pactual

20 de fevereiro de 2026 - 17:01

Para o banco, a hora de comprar o FII é agora, e o motivo não são só os dividendos turbinados

CHEGOU NO LIMITE?

Porto Seguro (PSSA3) já deu o que tinha que dar? BBI corta recomendação para as ações e mostra outras mais atrativas

20 de fevereiro de 2026 - 16:59

O Bradesco BBI rebaixou recomendação da Porto Seguro para neutra, com a avaliação de que boa parte dos avanços já está no preço atual

‘AGITOS’ DO MERCADO IMOBILIÁRIO

RBVA11 vende agência do Santander, Carrefour vende lojas, BLMG11 recompra cotas e MFII11 lança novo projeto: o que mexe com os FIIs hoje

20 de fevereiro de 2026 - 12:41

Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”

NEM SÓ PAPEL, NEM SÓ TIJOLO

O curinga dos fundos imobiliários: por que os FIIs multiestratégia podem ser um verdadeiro trunfo para os investidores em 2026

20 de fevereiro de 2026 - 6:03

Mais flexíveis, os fundos imobiliários desse segmento combinam proteção com potencial de valorização; veja onde estão as principais oportunidades, segundo especialistas

GIGANTE DO E-COMMERCE NO JOGO

Após novela com os Correios, fundo imobiliário TRBL11 dispara 12% com a locação de galpão logístico para a Shopee

19 de fevereiro de 2026 - 18:30

O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%

MAIS DILUIÇÃO

Azul (AZUL53): depois de emitir mais 45 trilhões de ações para sair da RJ o quanto antes, aérea desaba 50% na bolsa; entenda

19 de fevereiro de 2026 - 17:53

Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar