🔴 CHEGOU O DIA DE CONTAR COM ‘O MELHOR TRADER DO MUNDO’ PARA INVESTIR EM CRIPTO – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

forte queda

Dólar tomba 2,5% e volta a níveis de setembro com Biden perto da vitória

Na semana, a moeda acumulou queda de 6%, embora suba ainda 35% no ano; maior leveza do cenário político local também contribui com fraqueza do dólar

Dólar fraco queda
Imagem: Shutterstock

É um dia raro em 2020: tombo do dólar. A moeda americana cai 2,5% por volta das 16h30, sendo cotada aos R$ 5,40, no nível mais baixo desde 22 de setembro, quando era negociada a R$ 5,39.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A explicação principal é simples: um novo presidente americano com uma retórica — e ação — provavelmente menos protecionista, Joe Biden, favorecerá moedas de países emergentes, o que enfraquece o dólar globalmente.

E os investidores parecem ter se lembrado, repentinamente, de que o real existe.

"É importante só observar que o real estava bem fora do radar dos gringos há algum tempo", diz Italo Abucater, gerente de câmbio da Tullett Prebon, citando que a venda global de dólar faz investidores comprarem outras moedas, como a brasileira. "É 100% efeito Biden hoje."

Em 2020, o dólar subiu, até o momento, incríveis 35% frente ao real, atingindo os maiores níveis históricos frente à moeda brasileira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nunca é o bastante lembrar que este ano foi atípico, já que tivemos a maior pandemia em um século, o que estressou os investidores e exigiu a ida para ativos mais seguros, entre os quais está a moeda americana.

Leia Também

FOME RENOVADA

TRXF11 coloca maior centro de distribuição do Mercado Livre (MELI34) na carteira por R$ 250 milhões — mas volta atrás em outro negócio

'NÃO É HORA DE VENDER'

Ibovespa a 240 mil pontos? Inter explica por que ainda vê espaço para a bolsa subir

O movimento de alívio na taxa de câmbio também vem na esteira de sinalizações mais leves provenientes do cenário político brasileiro.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse que tem a intenção de retomar a agenda de reformas econômicas parada na Casa após o primeiro turno das eleições — ou seja, a partir do dia 16.

Nesta semana, a disposição do Congresso em votar os vetos do presidente Jair Bolsonaro — como o veto ao prolongamento da desoneração da folha de pagamentos, que foi derrubado — e a aprovação no Senado do projeto de autonomia do Banco Central também contribuíram para o tombo do dólar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

[captacao]

Com tantos ventos positivos, na semana, a moeda acumulou queda de 6%.

"Hoje é dia de otimismo, o fator que guia os negócios sem dúvida é externo", diz Paulo Nepomuceno, analista de renda fixa da Terra Investimentos. "Mas o Maia dar essa sinalização ajuda muito."

Nepomuceno menciona que os mercados de câmbio e juros estão se reajustando após reações exageradas. Nessa mesma linha, o ministro da Economia Paulo Guedes disse há pouco que a taxa de câmbio já teve o seu "overshooting" — isto é, uma reação desproporcional de um ativo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda assim, a situação brasileira não é fácil, com a conjuntura doméstica trazendo fatores que podem limitar uma queda prolongada do dólar.

"Na minha opinião, dólar abaixo de R$ 5,50 é uma grande farsa", diz Abucater, da Tullett Prebon. "Por toda nossa conjuntura: fiscal comprometido e, sem taxas de juros atrativa, não tem entrada de grana."

Enquanto isso, o Ibovespa opera perto da estabilidade. Acompanhe a cobertura completa de mercados do Seu Dinheiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Em um fundo com gráficos e correntes, Bruno Marques, gestor de multimercados macro da XP Asset, aparece em primeiro plano. Ele usa camisa azul clara e malha azul marinho. Do lado esquerdo, a pergunta: Juros vão travar a bolsa? 16 de outubro de 2026 - 12:17
renda fixa selic 15 de outubro de 2026 - 18:07
fii fundo imobiliario lajes corporativas escritorios 15 de outubro de 2026 - 17:30
ETF, sigla para Exchange Traded Funds (no português, fundos de índice) e moedas para representar o investimento nesses ativos 15 de outubro de 2026 - 12:45
Posto da Petrobras (PETR4) ao lado de uma bandeira do Brasil 14 de outubro de 2026 - 16:27
Fiagro da Itaú Asset (RURA11), agronegócio, CRA, dividendos. 14 de outubro de 2026 - 11:58
Montagem com Baianinho, mascote da Casas Bahia (BHIA3) 13 de outubro de 2026 - 13:02
Estátua de garota em frente ao touro de Wall Street 12 de outubro de 2026 - 17:10
Gráfico de ações e bandeira do Brasil para representar a bolsa brasileira 10 de outubro de 2026 - 11:25
Blocos mostrando as siglas IPCA e Selic, referindo-se à inflação e à taxa básica de juros 9 de outubro de 2026 - 12:43
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar