O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Resultado primário consolidado do mês passado veio melhor que a mediana das estimativas de analistas do mercado financeiro

O setor público consolidado (Governo Central, Estados, municípios e estatais, com exceção de Petrobras e Eletrobras) apresentou déficit primário de R$ 20,541 bilhões em setembro, informou nesta quinta-feira, 31, o Banco Central. Em agosto, havia sido registrado déficit de R$ 13,448 bilhões.
O resultado primário consolidado do mês passado veio melhor que a mediana das estimativas de analistas do mercado financeiro ouvidos pelo Projeções Broadcast. A mediana estava negativa em R$ 21,400 bilhões e o intervalo ia de déficit de R$ 27,500 bilhões a déficit de R$ 18,800 bilhões. O saldo de setembro representa o menor déficit para o mês desde 2015, quando houve resultado negativo de R$ 7,318 bilhões.
O resultado fiscal de setembro foi composto por um déficit de R$ 20,631 bilhões do Governo Central (Tesouro, Banco Central e INSS).
Já os governos regionais (Estados e municípios) influenciaram o resultado negativamente com R$ 170 milhões no mês. Enquanto os Estados registraram um déficit de R$ 269 milhões, os municípios tiveram resultado positivo de R$ 99 milhões. As empresas estatais registraram superávit primário de R$ 261 milhões.
As contas do setor público acumularam um déficit primário de R$ 42,491 bilhões no ano até setembro, o equivalente a 0,80% do Produto Interno Bruto (PIB), informou o Banco Central.
A meta de déficit primário do setor público consolidado considerada pelo governo é de R$ 132,0 bilhões para 2019. No caso do Governo Central, a meta é um déficit de R$ 139,0 bilhões.
Leia Também
O déficit fiscal no ano até setembro ocorreu em função do déficit de R$ 63,166 bilhões do Governo Central (1,20% do PIB). Os governos regionais (Estados e municípios) apresentaram um superávit de R$ 19,644 bilhões (0,37% do PIB) no período.
Enquanto os Estados registraram um superávit de R$ 17,444 bilhões, os municípios tiveram um saldo positivo de R$ 2,201 bilhões. As empresas estatais registraram um resultado superavitário de R$ 1,031 bilhão no período.
As contas do setor público acumulam um déficit primário de R$ 91,428 bilhões em 12 meses até setembro, o equivalente a 1,29% do PIB, informou o Banco Central.
O déficit fiscal nos 12 meses encerrados em setembro pode ser atribuído ao rombo de R$ 102,797 bilhões do Governo Central (1,46% do PIB). Os governos regionais (Estados e municípios) apresentaram um superávit de R$ 9,183 bilhões (0,13% do PIB) em 12 meses até setembro.
Enquanto os Estados registraram um superávit de R$ 10,779 bilhões, os municípios tiveram um saldo negativo de R$ 1,596 bilhão. As empresas estatais registraram um resultado positivo de R$ 2,186 bilhões no período.
O setor público consolidado registrou um déficit nominal de R$ 45,920 bilhões em setembro. Em agosto, o resultado nominal havia sido deficitário em R$ 63,644 bilhões e, em setembro de 2018, deficitário em R$ 39,173 bilhões.
No mês passado, o Governo Central registrou déficit nominal de R$ 41,256 bilhões. Os governos regionais tiveram saldo negativo de R$ 4,465 bilhões, enquanto as empresas estatais registraram déficit nominal de R$ 199 milhões.
No ano até setembro, o déficit nominal somou R$ 326,679 bilhões, o que equivale a 6,19% do PIB.
Em 12 meses até setembro, há déficit nominal de R$ 451,458 bilhões, ou 6,39% do PIB.
O setor público consolidado teve gasto de R$ 25,379 bilhões com juros em setembro, após esta despesa ter atingido R$ 50,197 bilhões em agosto, informou o Banco Central. O Governo Central teve no mês passado despesas na conta de juros de R$ 20,625 bilhões. Os governos regionais registraram gasto de R$ 4,295 bilhões e as empresas estatais, de R$ 460 milhões.
No ano até setembro, o gasto com juros somou US$ 284,188 bilhões, o que representa 5,38% do PIB.
Em 12 meses até setembro, as despesas com juros atingiram R$ 360,030 bilhões (5,10% do PIB).
DISPUTA PRESIDENCIAL
ELEIÇÕES 2026
ELEIÇÕES 2026
ELEIÇÕES 2026
OPERAÇÃO COMPLIANCE ZERO
ELEIÇÕES DE 2026
Conteúdo Empiricus
VEJA DETALHES DA PESQUISA
ENTENDA
SEM IMPOSTOS
ELEIÇÕES 2026
Conteúdo Empiricus
POLÍTICA
VITÓRIA FORA DA MARGEM DE ERRO
PLANALTO DOBRA A APOSTA
TRABALHO E QUALIDADE DE VIDA
GOVERNO
"SALTO MAIS ALTO"
FRAUDES
PESQUISA ATLAS/BLOOMBERG