O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo ele, haverá uma reunião a ministra do STF Carmen Lúcia para que os dois Poderes tentem colocar pontos que gerem mais conflitos jurídicos no futuro
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, previu nesta quinta-feira (24) que há a possibilidade de o País passar por uma reforma administrativa tão grande quanto a que foi feita na Previdência, votada na quarta-feira.
"Enfrentamos a Previdência e vamos enfrentar reforma administrativa a partir da próxima semana. Estou confiante. Acho que há possibilidade de fazer reforma tão grande quanto na Previdência", disse durante palestra no Brazil Institute, do King's College, em Londres.
Segundo ele, haverá uma reunião na semana que vem com a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Carmen Lúcia para que os dois Poderes tentem colocar pontos que gerem mais conflitos jurídicos no futuro e que acabam sobrecarregando a Justiça.
Maia também disse que a maioria dos deputados sabe que o orçamento atual não atende aos desejos da sociedade e que a política é que "paga a conta".
Um dos pontos, segundo ele, é que a estabilidade no serviço público não pode ser algo que tenha validade infinita após uma pessoa fazer concurso público. Ele também citou que os salários são muito altos no setor público. Não há estímulo para que se chegue ao topo da carreira, e isso ocorre nos três Poderes", comparou.
Para o presidente da Câmara, também é preciso acabar com estruturas verticais criadas no serviço público que impeçam o servidor de transitar para outras áreas. "Além disso, o governo é obrigado a carregar o servidor por 60 anos: o que ele trabalhou mais a aposentadoria."
Leia Também
Sobre a composição do Orçamento, Maia defendeu que é preciso ter flexibilidade, pois demandas variam. "Ora é educação, ora é saúde", citou. Ele comentou ainda que os professores também precisam ter mudanças de carreiras. O presidente da Câmara disse que este é um dos setores de maior lobby no Congresso atualmente e que muitos profissionais preferem se aposentar mais cedo do que ter salários maiores durante a carreira.
Maia disse que não está preocupado com a avaliação do governo de Jair Bolsonaro, mas com o aumento da capacidade de atuação do Congresso. "Não me preocupo se Bolsonaro vai bem ou mal. Quero é fortalecer o papel do Parlamento perante a sociedade", disse durante palestra no Brazil Institute, do King's College.
Maia avaliou que a mudança na forma de administrar o País, ocorrida pelo fato de não haver uma coalizão entre Executivo e Legislativo, faz com que o Parlamento tenha mais proeminência nos temas relevantes para o Brasil, mas também mais responsabilidade. "Hoje, a relação com o Executivo é outra", considerou.
O presidente da Câmara também disse que alguns parlamentares ainda não entenderam as forças que têm nas mãos e citou o orçamento impositivo como uma delas. "Nós é que dizemos para onde vai o dinheiro. Alguns deputados e senadores ainda não entenderam isso", avaliou.
A situação tende a ficar ainda mais favorável para o Legislativo nesse sentido de acordo com ele, principalmente se forem aprovados os "gatilhos" que farão com que haja uma redução das despesas. Ele estimou que essas mudanças poderão liberar um valor de R$ 19 bilhões hoje para algo entre R$ 50 bilhões e R$ 60 bilhões. "Isso vai fortalecer o Parlamento", previu.
Por isso, de acordo com ele, está errada a avaliação de alguns parlamentares de quererem prejudicar o andamento do governo. "Se inviabilizarmos o governo, ele vai culpar Parlamento. Isso é outra coisa que os deputados precisam entender", recomendou. Maia tem reuniões com parlamentares britânicos ao longo do dia.
*Com Estadão Conteúdo
Em evento do BBI, gestores afirmam que cenário global predomina e eleições ficaram no segundo plano
O prazo vale também para quem pretende tirar o título de eleitor pela primeira vez ou alterar o local de votação
Cláudio Felisoni, presidente do IBEVAR e professor da FIA Business School, fala no Touros e Ursos desta semana sobre um estudo que mensura os possíveis efeitos da redução da jornada no varejo e na economia
Segundo Lula, mais auxiliares podem deixar a Esplanada, mas ainda precisam avisá-lo
Licença-paternidade foi instituída no Brasil com a promulgação da Constituição de 1988. Mesmo com ampliação, benefício seguirá muito aquém do observado em países mais desenvolvidos.
Mesmo sem a confirmação oficial, integrantes do PSD começam a repercutir a escolha do governador de Goiás, em detrimento de Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul
O potencial de voto de Lula é um pouco maior e chega a 50%, enquanto Flávio Bolsonaro também tem 48% dos eleitores que admitem votar nele
O equívoco nasce de uma leitura imprecisa do artigo 224 do Código Eleitoral. O texto menciona, de fato, a necessidade de novas eleições caso a “nulidade” atinja mais da metade dos votos
Apesar da vantagem numérica do petista no primeiro turno entre os moderados, a disputa se acirra em uma eventual rodada decisiva
Decisão do STF limita verbas indenizatórias, suspende auxílios e tenta conter supersalários, embora preserve margem para penduricalhos na magistratura
A pena estipulada pelo TSE foi de 4 anos, retirando o ex-governador da corrida eleitoral deste ano e de 2030
Atual secretário-executivo da Fazenda tem perfil mais técnico e pode assumir a pasta com o desafio de tocar a agenda econômica em ano eleitoral
Além do efeito da bandeira do governo Lula na renda, levantamento mostra que a violência permanece no topo das preocupações dos entrevistados
Especialistas apontam que a observação detalhada da face e do áudio é o primeiro filtro de segurança, mas não é o único
Investigação da PF encontra mensagens do ministro do STF no WhatsApp do banqueiro que apontam para uma relação de pelo menos dois anos
Ex-governador de São Paulo e nome forte no Estado, Geraldo Alckmin também foi lembrado com elogios por Lula pela nova política da indústria brasileira
Os dados mostram também o filho de Jair Bolsonaro numericamente a frente de Lula no segundo turno, apesar da igualdade técnica entre ambos
Pesquisa Atlas/Bloomberg mostra Lula ainda à frente de Flávio Bolsonaro e Tarcísio no primeiro turno, mas com a menor vantagem da série histórica contra o senador. No segundo turno, cenário indica empate técnico com o filho do ex-presidente e desvantagem contra o governador paulista
O avanço do senador nas intenções de voto para as eleições 2026 ocorre em um momento em que a avaliação do governo Lula segue pressionada
O magistrado é acusado de crime de responsabilidade, suspeição e conflito de interesses na condução do inquérito que apura as fraudes bilionárias