Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Nova tesourada

Bradesco reduz projeção para a Selic em 2019 de 5% para 4,75%

Já com relação ao PIB, a previsão foi mantida em 2019 e cortada em 2020 de 2,2% para 1,9%

Três pilhas de moedas com blocos de madeira formando a sigla PIB
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

O Bradesco reduziu a previsão para a taxa básica de juros, a Selic, de 5% para 4,75% este ano, nível que deve ser mantido até o fim de 2020. Manteve, porém, a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 0,8%, reduzindo a estimativa para 2020, de 2,2% par 1,9%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda na revisão do cenário, o Bradesco manteve a projeção do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2019 em 3,5% e de 2020 em 3,9%.

No câmbio, a expectativa é de dólar mais forte este ano, com estimativa subindo de R$ 3,80 para R$ 4,00. Para 2020, a estimativa foi mantida em R$ 3,80.

A revisão do PIB tem "100% a ver" com o cenário externo, que está ficando mais desafiador, afirmou o economista-chefe do Bradesco, Fernando Honorato Barbosa, que apresentou nesta sexta-feira, 6, revisão de cenário à imprensa.

"O potencial para crescer crédito no Brasil nos próximos anos é enorme se mantivermos os juros baixos", disse ele, ressaltando que o País passa por uma transição de política econômica, com ajuste fiscal e setor privado ganhando maior protagonismo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Honorato ressaltou que as empresas já se financiam no mercado local a taxas mais baixas e prazos mais longos. "Estamos diante de oportunidade de convergir juro no Brasil ao padrão internacional."

Leia Também

COMBATE AO CRIME

Autoridades proíbem circulção de motos com duas pessoas por tempo indeterminado; entenda

IR NA MIRA

Quarto maior bilionário do mundo solta o verbo contra imposto de renda; veja o que ele disse

No Credit Default Swap (CDS), um termômetro do risco país, o economista ressalta que as taxas já precificam uma melhora do cenário, enquanto o câmbio anda não. As taxas do CDS de 5 anos estão ao redor de 125 pontos, nível que o Brasil tinha quando era grau de investimento. "A solvência externa do Brasil está sendo vista como positiva."

Teto de gastos

O economista-chefe do Bradesco disse nesta sexta-feira a jornalistas que o momento não é propício para discutir revisão do teto de gastos públicos. Em sua avaliação, "conceitualmente falando", com o ajuste fiscal consolidado, "não há grande problema em rever" a medida, estabelecida no governo de Michel Temer por uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC).

"O papel do teto foi estimular debate sobre controle dás contas públicas", afirmou ele. "O momento não é propício para discutir revisão", completou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A discussão de revisão do teto tem por trás a demanda da sociedade por maior crescimento da economia, mas para isso, o Banco Central pode cortar os juros.

Perguntado sobre o impacto dos ruídos das declarações polêmicas do presidente Jair Bolsonaro, e de outros membros do governo, Honorato disse que um quadro de previsibilidade política é sempre melhor para os mercados e investidores. Ao mesmo tempo, o grau de volatilidade política cresceu no mundo todo, não só no Brasil, completou.

Os mercados estão começando a separar o que é mero ruído de declarações polêmicas das ações reais dos governos, disse o economista. Uma das mostras é que a curva longa de juros e as taxas do CDS de cinco anos, em níveis baixos. Em outro momento, se a reforma da Previdência nem tivesse começado a andar, estes ruídos poderiam ser mais problemáticos, avalia o economista.

Desoneração de folha de pagamento

Segundo Barbosa, desoneração de folha de pagamento é perfeitamente defensável em momentos de elevada taxa de desemprego. A afirmação foi feita após ele ser perguntado pelo Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) se estudos no governo com objetivo de desonerar a folha em nome de se gerar emprego não seria a volta a medidas econômicas criticadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"No governo Dilma, a desoneração ocorreu num momento em que a economia estava com baixa taxa de desemprego. Não vejo nenhuma relação com o que está sendo proposto agora com o que foi feito no governo Dilma", disse Barbosa.

Conforme noticiado pelo Broadcast ao longo dos últimos dias, o governo Bolsonaro estuda um programa de desoneração da folha de pagamento de empresas que contratarem jovens e pessoas que estão desempregadas há mais de dois anos.

Também na semana passada, o secretário de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, anunciou um acordo com representantes do Sistema "S" para que a reforma tributária inclua desoneração gradual sobre a folha de pagamento, que chegaria ao final do processo em 20% das alíquotas pagas pelas empresas ligadas ao sistema. Segundo disse o secretário, a desoneração somaria R$ 4,5 bilhões por ano.

No último dia 2, o relator da reforma tributária no Senado, Roberto Rocha (PSDB-MA), disse que estuda propor uma desoneração parcial da folha de pagamento na proposta. Ele anunciou a intenção de apresentar o relatório da proposta até o dia 15 deste mês na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. A ideia é reduzir a contribuição patronal para a Previdência de 20% para 10%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o economista do Bradesco, as propostas de desoneração agora são diferentes também porque têm por trás uma preocupação de não prejudicar o ajuste fiscal. Há uma preocupação, segundo Barbosa, de se compensar as desonerações que estão sendo propostas, ainda que com "impostos de não tão boa qualidade".

"Toda a discussão em torno da desoneração associada a compensar com impostos de outros cantos ainda que não de tão boa qualidade", disse o economista ao se referir, por exemplo, a um imposto semelhante à CPMF.

*Com Estadão Conteúdo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
FGTS 25 de maio de 2026 - 11:23
A corrida dos bancos, entre Itaú (ITUB4), Bradesco (BBDC4), Santander Brasil (SANB11) e Banco do Brasil (BBAS3). 24 de maio de 2026 - 16:48
22 de maio de 2026 - 16:42
O Ministro da Fazenda, Dario Durigan 22 de maio de 2026 - 12:10
mega-sena 30 anos 22 de maio de 2026 - 11:11
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia