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Avaliada em R$ 27,3 bilhões, o equivalente a R$ 20 bilhões da BR Distribuidora pertence Petrobras; estatal quer vender 30%
A Petrobras prepara operação para vender até 30% de sua participação na BR Distribuidora. A petroleira está em conversas avançadas com bancos e investidores financeiros para se desfazer de sua fatia por meio de emissão de ações (“follow on”), na B3, bolsa paulista.
Com o negócio, a estatal reduziria sua participação dos atuais 70% para 40% da companhia, segundo fontes ouvidas pelo jornal O Estado de S. Paulo.
A BR Distribuidora é a maior empresa de postos de combustíveis do País, avaliada em R$ 27,3 bilhões. A Petrobras tem uma participação na BR Distribuidora que equivale a cerca de R$ 20 bilhões, pela cotação de quarta na B3.
A expectativa é levantar algo em torno de R$ 8 bilhões com a operação, segundo a reportagem.
A Petrobras confirma parte da história. Em resposta a ofício da Secretaria de Acompanhamento de Empresas da B3 e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre notícia desta quinta-feira, 11, do jornal O Estado de S. Paulo, a empresa admite que "iniciou estudos", sem especificar o porcentual da fatia a ser negociada.
A companhia diz que avalia "diversos modelos" de venda junto com as instituições financeiras contratadas, entre as quais possível oferta pública de ações ("follow on").
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"Contudo, ainda não há deliberação pelos órgãos internos da Companhia acerca da quantidade da participação a ser negociada, da estrutura ideal da transação ou mesmo acerca da sua efetiva realização, o que dependerá das condições de mercado e do seu reposicionamento estratégico no setor", esclarece a Petrobras.
De acordo com a reportagem do jornal, pelo tamanho da oferta, a empresa está em busca de um investidor para ancorar a compra de ações no mercado. O fundo americano BlackRock foi apontado como um dos potenciais investidores financeiros nesta operação. Ou seja, ele garantiria a compra de uma fatia da oferta de ações da BR Distribuidora.
Segundo essas fontes ouvidas pelo jornal, o anúncio da operação ao mercado pode ser feito nas próximas semanas com conclusão do negócio ainda neste semestre.
No momento, a estatal está alinhando a modelagem de venda com órgãos reguladores e o Tribunal de Contas da União (TCU) para não ter nenhuma surpresa de última hora. No ano passado, a Justiça suspendeu o processo de venda do gasoduto TAG, que só foi retomado neste ano depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) liberou a operação. Mas, como a BR já é listada na bolsa de valores, fontes acreditam que não haverá problema.
Em dezembro de 2017, a BR Distribuidora protagonizou a maior operação de mercado ao levantar R$ 5 bilhões na abertura de capital (IPO, na sigla em inglês). A operação foi considerada a maior desde 2013, quando o BB Seguridade captou R$ 11 bilhões.
Líder em distribuição de combustíveis no País, a BR Distribuidora encerrou o ano passado com receita líquida de R$ 97,7 bilhões, com aumento de 15,6% sobre 2017. O lucro líquido da empresa foi de R$ 3,2 bilhões no mesmo período. Procuradas, Petrobrás, BR Distribuidora e BlackRock não comentaram o assunto.
A venda da participação da Petrobrás na distribuidora de combustível faz parte de um amplo plano de desenvolvimento iniciado ainda sob a gestão do executivo Pedro Parente para reduzir as dívidas da companhia. A meta é se desfazer de cerca de US$ 27 bilhões até 2022.
Há ainda uma lista de ativos que está na cesta de vendas da petroleira. Entre eles, a participação da estatal na Braskem, empresa petroquímica, que tem a Odebrecht como outro importante acionista do negócio. A operação está sendo negociada com a holandesa LyondellBasell e pode ser concluída ainda neste semestre.
A Petrobrás está preparando a venda de mais três gasodutos depois de levantar US$ 8,6 bilhões (R$ 33 bilhões) com o repasse do controle da TAG à francesa Engie, disseram três fontes com conhecimento do assunto.
O conjunto de gasodutos, consideravelmente menores do que os da TAG, podem ser avaliados em mais de US$ 3 bilhões somados, segundo uma fonte. A Petrobrás contratou uma unidade do banco de investimento Credit Suisse para vender os ativos, que conectam a área do pré-sal na Bacia de Santos à infraestrutura terrestre.
Conhecidas como Rota 1, Rota 2 e Rota 3, as três unidades têm cerca de 1 mil quilômetros de extensão que partem da Bacia de Santos para a costa.
Antes da venda da TAG, a Petrobrás já havia negociado 90% da unidade de gasodutos Nova Transportadora do Sudeste (NTS), por mais de US$ 5 bilhões, em 2016, para um consórcio liderado pela canadense Brookfield.
*Com Estadão Conteúdo
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