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Estive na manhã de hoje em um evento promovido pela bolsa brasileira B3 com advogados, representantes de bancos e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a xerife do mercado de capitais brasileiro. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Com o Ibovespa alcançando mais um recorde hoje, em meio a um volume histórico de […]

Estive na manhã de hoje em um evento promovido pela bolsa brasileira B3 com advogados, representantes de bancos e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a xerife do mercado de capitais brasileiro.
Com o Ibovespa alcançando mais um recorde hoje, em meio a um volume histórico de ofertas de ações realizadas no mercado brasileiro, 2019 deveria ser um ano de gala para a bolsa.
Mas o café da manhã teve um gostinho amargo para o presidente da B3, Gilson Finkelsztain. O motivo? A oferta de ações (IPO, na sigla em inglês) da XP Investimentos, que aconteceu na bolsa norte-americana (e concorrente) Nasdaq.
Se fosse um caso isolado, tudo bem. Mas a XP já é a quinta empresa brasileira a abrir o capital nos Estados Unidos, em detrimento da B3.
Isso é ruim para a bolsa, que também é uma companhia aberta com ações listadas. Mas se virar uma tendência pode ser ruim para todos nós, investidores brasileiros.
E por que empresas como a XP são atraídas pelas bolsas gringas? Uma das razões é a possibilidade da adoção do chamado “voto plural”. Trata-se de uma estrutura que permite diferentes classes de ações com direito a voto em uma empresa.
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A XP, por exemplo, conferiu a seus sócios fundadores ações que dão direito a dez votos cada. Já os papéis negociados na Nasdaq só dão direito a um voto cada.
O tema do evento promovido pela bolsa hoje foi justamente a conveniência ou não de adotar esse modelo no Brasil. Eu conto para você o que o presidente da B3 espera para evitar a “exportação dos IPOs”.
O gostinho amargo do presidente da B3 não atrapalhou a alta do Ibovespa, que bateu um novo recorde nesta quinta-feira. A queda da Selic, a melhora na perspectiva da nota brasileira pela S&P e os sinais de que a primeira fase do acordo da guerra comercial enfim vai sair deram o tom da bolsa hoje. O clima de otimismo também bateu no dólar, que fechou abaixo dos R$ 4,10. Veja tudo o que balançou o mercado e os destaques entre as ações da bolsa na cobertura do Victor Aguiar.
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Fraudes à parte, as ações do setor de varejo estão entre os destaques da bolsa neste ano. E as perspectivas seguem favoráveis. Os analistas do Credit Suisse elevaram a recomendação para os papéis da Lojas Americanas e da B2W, dona dos sites Submarino e Americanas.com. Nesta reportagem você confere a projeção para os negócios de ambas as empresas e o preço-alvo para as ações.
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GOLAÇO PARA O VAREJO
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