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Volume de ouro adquirido ao longo do primeiro semestre é o maior desde 2010. Segundo trimestre concentrou a compra de 224 toneladas. Demanda de investidores também foi alta
Escrevi outro dia sobre como um dos maiores investidores do mundo, Ray Dalio, da Bridgewater, enxergava o ouro como melhor opção de proteção e investimento dentro um novo cenário de juros baixos ou negativos e crescentes tensões sociais e políticas. E quem também está usando ouro como proteção e pelos mesmos motivos são os Bancos Centrais.
Levamento do Word Gold Council (WGC) mostrou que essas instituições compraram 374,1 toneladas de ouro no primeiro semestre, maior demanda desde que os BCs voltaram a comprar ouro em 2010. Esse movimento não é novidade, já que 2018 tinha encerrado com o maior volume de compras dos últimos 50 anos. Um onça (28,35 grama) de ouro em Nova York chegou a bater US$ 1,4 mil dólar no período.
Desse montante do semestre, 224,4 toneladas foram adquiridas ao longo do segundo trimestre, alta de 47% sobre igual período do ano passado. Não por acaso, um trimestre marcado por aumento nas tensões comerciais e geopolíticas, que levantaram dúvidas sobre a capacidade de crescimento da economia mundial.
Segundo a WGC, a demanda foi diversificada, com nove BCs comprando ouro ao longo do segundo trimestre. Mas o BC da Polônia foi destaque ao entesourar 100 toneladas no período. Para dar parâmetro, ao longo de todo o ano de 2018, o país tinha adquirido 25,7 toneladas. O presidente do BC polonês, Adam Glapiński, explicou que a compra foi “estratégia”, buscando resguardar o sistema financeiro do país.
Nas contas do WGC, essa compra da Polônia foi a maior já realizada desde novembro de 2009, quando a Índia comprou 200 toneladas do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Com tal movimento, a Polônia desbancou a Rússia, que faz anos vem comprado ouro. No trimestre, o BC russo tomou mais 38,7 toneladas, elevando o total do ano a 94 toneladas. O estoque de ouro russo é de 2.207 toneladas, ou algo como 19% das reservas internacionais do país.
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A China fez a compra de 74 toneladas ao longo do semestre. Também compraram ouro os BCs da Turquia (60,6 toneladas), Cazaquistão (24,9 toneladas), Índia (17,7 toneladas), Equador (10,6 toneladas), Colômbia (6,1 toneladas) e Quirguistão (2 toneladas).
O WGC também apresentou uma atualização das maiores reservas de ouro, considerando os países que reportam esses números. Estados Unidos são líderes isolados, com mais de 8 mil toneladas, que perfazem 76% de suas reservas.
O leitor deve estar se perguntando do Brasil e do nosso Banco Central (BC) no meio disso. Pelos últimos dados disponíveis, as reservas de ouro não correspondem a 1% das nossas reservas internacionais, de US$ 485 bilhões.

Nas contas do WGC a demanda por ouro como investimento teve uma modesta alta de 1% no segundo trimestres em comparação com 2018. Mas uma olhada mais atenta mostra uma interessante divisão.
A demanda por ouro via fundos de índice (ETF) chegou a 67,2 toneladas, o dobro das 33,8 toneladas do segundo semestre do ano passado. O estoque subiu a 2.548 toneladas, maior dos últimos seis anos. Em termos financeiros, o estoque sob administração subiu a US$ 115,4 bilhões, maior desde abril de 2013.
O “furo” no grupo de investimentos veio principalmente da China, onde ouro em barras e moedas é tradição. No trimestre, a demanda por lá foi de 49,5 toneladas, queda de 30% em comparação com as 69,5 toneladas do segundo trimestre de 2018, e menor volume desde 2016.
A WGC fala em realização de lucros, depois que o ouro bateu, em junho, o maior preço em mais de seis anos no mercado chinês. Aceno do BC chinês de que manterá a estabilidade da moeda, também conteve a demanda por lá.
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