Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

O maior crash do capitalismo

Os 90 anos da crise de 1929, parte III: a Grande Depressão e a retomada do crescimento

Após a crise de 1929, os Estados Unidos entrariam numa fase crítica: a Grande Depressão, um período de empobrecimento e altos níveis de desemprego. Neste episódio, detalhamos esse período turbulento da sociedade americana e contamos como os EUA conseguiram sair do buraco

Victor Aguiar
Victor Aguiar
25 de outubro de 2019
5:38 - atualizado às 9:37
Grande Depressão - Crise de 1929
Imagem: Shutterstock

O Almanaque Internacional do Cinema de 1936-1937 — um calhamaço de mais de 1.200 páginas que faz um raio-X fascinante da indústria cinematográfica nos anos 30 — traz um dado simbólico da sociedade americana naquela época: o montante gasto para a construção de novas salas de exibição de filmes nos EUA, ano a ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A série histórica começa em 1929, quando US$ 163,6 milhões foram investidos para essa finalidade. Mas, a partir daí, esse montante começou a cair num ritmo bastante intenso:

  • 1930: US$ 97,6 milhões
  • 1931: US$ 45 milhões
  • 1932: US$ 17,5 milhões
  • 1933: US$ 13,5 milhões

Essa queda vertiginosa é chocante, mas não surpreendente: afinal, num país em que uma a cada quatro pessoas está desempregada — caso dos EUA em 1933 —, ir ao cinema não é exatamente uma prioridade.

Essa contração da máquina de Hollywood é um reflexo de um problema muito maior que abalou a sociedade americana na primeira metade da década de 30. Desde a crise de 1929 e o crash da bolsa de Nova York, o país foi lançado numa profunda recessão, num estado letárgico que perduraria por anos.

A euforia dos anos 20 e a ideia de que todos seriam ricos deu lugar ao desemprego massivo, às falências e ao empobrecimento de grande parte da população. Os registros históricos de filas de pessoas famintas nos postos de distribuição de sopa são do início dos anos 30.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Crise de 1929 - fila de comida
Uma fila de distribuição de comida em Nova York durante a Grande Depressão dos anos 30 - Imagem: Shutterstock

Nas palavras de Simão Silber, professor da Faculdade de Economia e Administração da USP com doutorado em Economics por Yale:

Leia Também

"A crise de 1929 foi a maior crise da economia moderna."

No primeiro episódio dessa série especial do Seu Dinheiro, nós debatemos as características dos anos 20 que levariam à crise — um sentimento de euforia gerado pelo forte crescimento econômico e ampla disponibilidade de crédito, associado à grande especulação no mercado financeiro.

No segundo capítulo, discutimos o crash da bolsa de Nova York em si: o esfarelamento dos preços das ações fez com que muitos investidores — tanto os profissionais quanto as pessoas comuns — perdessem quase todos os seus recursos, já que era comum a contração de dívidas para entrar no mercado acionário.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se você ainda não leu os capítulos iniciais, recomendo que você acesse nossa página especial sobre a crise de 1929. Lá, você encontrará todo o material produzido pelo Seu Dinheiro a respeito desse acontecimento: infográficos, textos e muitos outros conteúdos, que serão disponibilizados ao longo dos dias.

No texto de hoje, falaremos sobre os desdobramentos da crise de 29: explosão do desemprego, queda drástica no PIB e a perda total de confiança em Wall Street — o que levou o antes imponente índice Dow Jones ao ostracismo.

  • EXCLUSIVO: Receba agora "1929", o livro que mudou a vida de tantos investidores e pode mudar a sua também

Depressão

A economia americana viveu dias de glória nos anos 20: o PIB do país acumulou um crescimento de cerca de 20% naquela década, e a taxa de desemprego permanecia abaixo de 5% desde 1923 — em 1926, chegou a ínfimos 1,6%.

Em 1929, contudo, essa situação começaria a mudar radicalmente: o crash da bolsa de Nova York levaria inúmeras pessoas à bancarrota, faria a inadimplência bancária disparar e provocaria uma enorme contração nas concessões de crédito — um efeito dominó que derrubou a atividade econômica dos EUA como um todo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A falta de crédito aprofundou a queda na produção, e essa contração levou ao aumento no desemprego", diz Fernando de Holanda Barbosa, professor da Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV-EPGE).

Rapidamente, o PIB dos Estados Unidos entrou numa trajetória de baixa, caindo a níveis inferiores aos vistos no início da década de 1920:

Crise de 1929 - PIB EUA 23-33

 

"A crise de 1929 causa uma distorção na alocação dos recursos, muita gente quebrou", diz Vinícius Müller, doutor em história econômica e professor do Insper. "Portanto, há uma tendência menor de investimento e aumento do desemprego".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa tendência piorou ainda mais por causa das políticas monetárias adotadas pelo Federal Reserve — o banco central americano — após o crash da bolsa de Nova York. E, novamente, a visão conservadora de que qualquer tipo de intervenção do governo na economia era negativa ajudou a potencializar os problemas.

Para frear a especulação no mercado financeiro, o Fed optou por reduzir a disponibilidade de crédito, acreditando que, desta forma, conseguiria frear esse movimento e estabilizaria novamente a economia. Mas, como destaca Silber, da USP, essa postura acabou provocando uma falência em massa no sistema bancário, o que fortaleceu a crise. Ouça o áudio abaixo com um trecho da entrevista:

Em paralelo à queda do PIB, ocorreu também o disparo das taxas de desemprego. Os níveis, que mantiveram-se controlados durante a década de 20, começaram a galopar, rapidamente ultrapassando a barreira dos 10% — e indo além, muito além:

Crise de 1929 - Taxa de desemprego 23-33

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

 

Crise mundial

O colapso da economia americana logo se espalharia para o mundo todo. Vale lembrar que, enquanto os EUA floresciam na década de 20, grande parte da Europa passava por um processo de reconstrução — a Primeira Guerra Mundial, terminada em 1918, foi travada quase que exclusivamente no território europeu.

Assim, coube aos americanos assumir o papel de protagonistas econômicos no pós-guerra. E, como destaca Müller, do Insper, os EUA exerceram uma função importante para a recuperação de algumas economias da Europa, especialmente a Alemanha, através de pesados investimentos no restabelecimento da indústria local.

"Isso significa dizer que, quando vem a crise americana, muito dinheiro deixa de entrar na Europa. E, com a ausência desses recursos, a crise também vai para lá", afirma Müller. "Então, a crise europeia, que abriu um campo fértil para o crescimento do nazismo na Alemanha, tem a ver com a crise econômica dos EUA".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, o professor do Insper ainda ressalta que, em termos políticos, os Estados Unidos não desempenharam o mesmo papel de liderança, mantendo um certo isolamento diplomático em relação ao velho continente. A combinação entre esse hiato de poder e a saída de recursos da Europa seria decisiva para o estouro da Segunda Guerra.

Em 1930, o partido nazista conseguiria 6 milhões de votos, conquistando a segunda maior bancada do Parlamento alemão; em 33, Adolf Hitler chegaria ao cargo de chanceler — em 34, ele se autodenominaria Führer. Em 38, a Alemanha invadiria a Áustria, dando início a escalada de tensões que culminaria no conflito global de 39 a 45.

Mas, antes de entrar em detalhes a respeito da Segunda Guerra Mundial, vamos voltar aos Estados Unidos. Após as dificuldades enfrentadas na primeira metade da década de 1930, a economia americana começou a reagir.

Um novo acordo

Em 1933, o democrata Franklin Roosevelt chega à Casa Branca, substituindo Herbert Hoover. E uma das primeiras medidas anunciadas pelo novo presidente foi o chamado New Deal, um pacote de estímulo à economia que incluía o desenvolvimento de obras públicas, reformas estruturais e programas de desenvolvimento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O objetivo de Franklin era bastante claro: diminuir a taxa de desemprego e fazer a economia americana voltar a crescer, mesmo que às custas de um maior endividamento do governo. Uma postura oposta a da gestão anterior, e que se mostraria muito eficaz.

"Os Estados Unidos fizeram investimentos em hidrelétricas e criaram muitos empregos públicos. Essa recuperação ocorre até a 1939, quando a economia do país entra no modo 'de guerra' e fica extremamente aquecida", diz Barbosa, da FGV.

De fato, o New Deal foi bem sucedido na tarefa de frear o avanço do desemprego e promover uma retomada de tração econômica dos Estados Unidos. No entanto, o plano de Roosevelt, por si só, não fez o país voltar aos níveis de atividade vistos na década de 20.

A taxa de desemprego, que se aproximou dos 25% em 1933, teve um recuo importante e chegou a 14,3% em 1937. No mesmo ano, o PIB americano totalizou US$ 93 bilhões — números mais sólidos, mas ainda aquém dos vistos em 1929, quando o PIB chegou a US$ 104,6 bilhões e o nível de desocupação estava em 3,2%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A recuperação definitiva da economia dos EUA viria apenas a partir de 1939, quando a tensão na Europa tornou-se insustentável. Mas, enquanto isso, a indústria cinematográfica também reagiu: segundo o Almanaque Internacional do Cinema, os investimentos em novas salas de exibição voltaram a subir a partir de 1934...

Modo de guerra

Pode parecer estranho à primeira vista, mas o estouro da Segunda Guerra Mundial foi o empurrão que faltava para que os Estados Unidos saíssem de vez da Grande Depressão. Ocorre que, com o conflito global do outro lado do Atlântico, a demanda pelos produtos industrializados americanos aumentou exponencialmente.

"O esforço dos EUA para reorganizar sua economia, voltando-se para a guerra, trouxe um estímulo produtivo muito grande. Aí sim, tivemos uma queda significativa do desemprego e uma retomada mais firme dos investimentos", diz Müller, do Insper. "O New Deal estancou a sangria, mas a resolução tem a ver com os acontecimentos posteriores".

E, de fato, é a partir de 1939 que a economia americana entra num ciclo intenso de recuperação. O PIB do país voltou a se expandir num ritmo elevado, e a taxa de desemprego diminuiu muito, ficando abaixo de 2% já em 1943.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Crise de 1929 - Recuperação

 

Lições

Todo esse ciclo de expansão econômica nos anos 20, forte recessão nos primeiros anos da década de 30 e posterior recuperação com o New Deal e a Segunda Guerra geraram ensinamentos valiosos à sociedade americana e ao mundo como um todo.

É importante destacar que, por mais que o PIB dos EUA tenha voltado a se expandir na segunda metade dos anos 30 e o mercado de trabalho tenha se reaquecido, ainda levou muito tempo para que os americanos voltassem a confiar no mercado financeiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Dow Jones, que chegou aos 381,17 pontos em 3 de setembro de 1929, continuaria rastejando por anos — o índice superaria essa marca apenas em 1954. O trauma foi grande, mas as lições foram aprendidas.

Em primeiro lugar, o governo americano criou uma série de órgãos para regular o mercado financeiro. A Securities and Exchange Commission (SEC), órgão semelhante à CVM do Brasil, foi criada após o crash das bolsas em 1929; em segundo, foi promulgada em 1933 a Lei Glass-Steagal, que instituiu a separação entre bancos comerciais e de investimento.

Mas também foi percebida uma mudança na mentalidade dos investidores. Se, na década de 20, era quase "antipatriótico" apostar na queda das ações, a crise de 1929 ensinou que operar vendido na bolsa — ou liquidar sua carteira em momentos turbulentos — é uma estratégia que pode render lucros importantes, ou, ao menos, evitar perdas volumosas.

Do ponto de vista de política monetária, o crash também serviu para fornecer aprendizados. Em 2008, por exemplo, a crise do subprime deixou as bolsas perto de uma nova derrocada. No entanto, ciente do que foi feito errado no passado, o Fed adotou a postura contrária: ofereceu crédito e não deixou que uma espiral de falências ocorresse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não esquecer para não repetir: esse é o grande legado da crise de 1929. Nesse sentido, estudar um evento ocorrido há 90 anos é mais importante que nunca, já que ter o domínio sobre o que aconteceu no passado é fundamental para evitar que os mesmos erros sejam cometidos no futuro.

Para mim, contar esse pedaço da História é mais que um dever jornalístico: é um compromisso com você, leitor do Seu Dinheiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ALÉM DO SOL E DO VENTO

Oportunidade atômica: expansão da energia nuclear no mundo abre janela para o investidor brasileiro — e BTG diz por onde você pode começar

18 de março de 2026 - 18:15

Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento

COMMODITIES EM ALTA

Petróleo no topo: o ETF que já sobe quase 15% no ano e deixa o Ibovespa para trás

18 de março de 2026 - 14:29

Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período

TOUROS E URSOS #263

O ‘rali mais odiado’ e a escassez de ações: o que esperar do Ibovespa em meio à guerra e às eleições no segundo semestre

18 de março de 2026 - 13:48

Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã

AS PREFERIDAS

Com mudanças do governo no MCMV, essas duas construtoras devem se destacar, segundo BBI

18 de março de 2026 - 11:15

Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental

HORA DE ENCHER O CARRINHO

Queda dos papéis do Nubank (ROXO34) é música para os ouvidos do Itaú BBA: por que o banco recomenda investir nas ações do roxinho?

17 de março de 2026 - 19:51

Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda

HORA DE COMPRAR

Usiminas (USIM5) está prestes a deslanchar? UBS BB eleva recomendação e vê espaço para alta de quase 40%

17 de março de 2026 - 19:08

Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica

AÇÃO EM ALTA

Vale a pena investir? Sabesp (SBSP3) aprova R$ 583 milhões em JCP após lucro de quase R$ 2 bilhões no 4º trimestre

17 de março de 2026 - 14:00

Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas

RETORNOS SUSTENTÁVEIS

Carteira ESG: B3 (B3SA3) e Motiva (MOTV3) são as favoritas dos analistas para investir agora e buscar lucros com sustentabilidade

16 de março de 2026 - 14:03

Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG

NO RADAR DO INVESTIDOR

Petróleo em alta no mundo e diesel mais caro no Brasil: a semana que pressionou bolsa, dólar e juros

14 de março de 2026 - 12:48

Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom

GLOBAL MONEY WEEK

B3 oferece aulas gratuitas sobre investimentos e educação financeira; veja como participar

14 de março de 2026 - 9:21

Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira

RENDA COM IMÓVEIS

Fundos imobiliários batem recorde de investidores e Ifix está nas máximas históricas: há espaço para mais?

13 de março de 2026 - 19:45

Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano

KIT GEOPOLÍTICO

Petróleo nas alturas: CMDB11, ETF de commodities, ganha força como estratégia de proteção das carteiras

13 de março de 2026 - 16:17

Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities

REAÇÃO AO BALANÇO

Magalu (MGLU3) passou no ‘teste de fogo da Selic’ enquanto outras sucumbiram, diz Fred Trajano

13 de março de 2026 - 13:39

CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce

FATIA MAIOR

Vale (VALE3) cancela quase 100 milhões de ações mantidas em tesouraria; entenda a vantagem para o acionista

13 de março de 2026 - 11:15

Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais

O MOTIVO DA QUEDA

Ouro naufraga na tempestade do Oriente Médio. É o fim da linha para o porto seguro dos investidores?

12 de março de 2026 - 16:14

O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas

MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

INVESTIMENTOS

Recuperação extrajudicial do GPA (PCAR3) acende alerta em fundo imobiliário; varejista responde por 22% da receita do FII

11 de março de 2026 - 14:15

GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis

CRESCIMENTO FRACO

Dividendos da Telefônica (VIVT3) vão minguar? UBS alerta que sim. Entenda por que o banco agora recomenda venda das ações

11 de março de 2026 - 11:30

Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado

O FLUXO NÃO PAROU

R$ 42,5 bilhões em dinheiro gringo na B3: guerra não afasta o estrangeiro da bolsa brasileira

10 de março de 2026 - 19:35

O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar