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Ela só pensa em vender

IPOs de subsidiárias da Caixa devem acontecer simultaneamente na B3 e em Nova York, segundo Valor

Segundo informações do jornal Valor Econômico, as negociações as quatro operações envolvendo empresas de seguros, cartões, lotéricas e gestora de recursos devem acontecer simultaneamente na bolsa brasileira e americana

23 de abril de 2019
8:39 - atualizado às 9:09
Caixa Econômica Federal
Caixa Econômica Federal - Imagem: Shutterstock

A Caixa Econômica Federal anunciou no começo do ano o desejo de listar na bolsa suas subsidiárias com o objetivo de aumentar o volume de mercado de capitais. Segundo informações do jornal Valor Econômico, as ofertas públicas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês) de empresas de seguros, cartões, lotéricas e gestora de recursos devem acontecer tanto na B3, em São Paulo, como na Nyse, em Nova York. Os dois IPOs devem acontecer ainda no segundo semestre deste ano.

Com a iniciativa da listagem dupla das ações de suas subsidiárias, a estatal busca maior liquidez e maior precificação para as ações. O maior volume de negociação também deve atrair mais investidores. As listagens serão feitas como American Depository Receipts (ADRs), de nível 3, o nível mais completo de operação. As subsidiárias cumprirão uma série de exigências regulatórias e obterão efetiva captação local de recursos, no mesmo tipo de emissão já realizada pela Petrobras e Embraer nos Estados Unidos.

A Caixa ainda precisa definir o percentual a ser vendido e a demanda dos investidores, portanto, não há como definir o valor a ser negociado nos IPOs. Analistas estimam que as quatro operações deva movimentar entre R$ 30 bilhões e R$ 40 bilhões.

Antes dos IPOs das subsidiárias, a Caixa Econômica Federal também prepara "follow on" de ativos do banco estatal. O objetivo do presidente Pedro Guimarães é que a empresa arrecade R$ 15 bilhões com as operações até junho. A primeira delas foi a venda de ações do resseguradora IRB Brasil. A Caixa já informou a Petrobras sobre o desejo de venda da participação na empresa. Segundo apuração do jornal Valor Econômico, os bancos contratados trabalham para efetivar o follow-on a partir da terceira semana de maio.

Outras estatais brasileiras também têm negociação de ADR, mas de nível 1 e 2, como Banco do Brasil e BB Seguridade.

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