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Resultado foi impactado pela reestruturação de planos de benefício pós-emprego da FBSS; retorno sobre o patrimônio foi de 17,5%

O Banrisul registrou lucro líquido de R$ 335,4 milhões no segundo trimestre, com crescimento de 28% em relação ao lucro líquido do mesmo intervalo de 2018 e de 4,8% na comparação com o primeiro trimestre.
O lucro líquido recorrente somou R$ 305,7 milhões no mesmo período, com ampliação de 16,7% em relação ao segundo trimestre do ano passado e redução de 4,5% na comparação com o primeiro trimestre.
Nos primeiros seis meses do ano, o lucro líquido alcançou R$ 655,3 milhões, 29,5% acima do lucro líquido apurado no mesmo período do ano passado. O lucro líquido recorrente totalizou R$ 625,6 milhões no primeiro semestre de 2019, 23,7% acima do lucro líquido registrado nos seis primeiros meses de 2018.
Nesta segunda, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), chegou afirmar que sua gestão vai manter o banco como uma instituição pública. Segundo ele, antes de se pensar na privatização do Banrisul, é necessário equacionar o déficit do Estado e as causas que pesam a folha de pagamento do Estado.
Segundo documento apresentado pelo banco, o resultado foi impactado pela reestruturação de planos de benefício pós-emprego da FBSS, tratado como extraordinário, cujo efeito no lucro, líquido dos impactos tributários, é de R$ 29,7 milhões.
O banco explica ainda que o desempenho recorrente registrado pelo Banrisul no comparativo semestral reflete a relativa estabilidade do resultado bruto da intermediação financeira.
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Além disso, a instituição também credita o resultado ao aumento das receitas de prestação de serviços e de tarifas bancárias, o crescimento das despesas administrativas, a trajetória favorável das outras receitas/despesas operacionais recorrentes e o menor volume de tributos sobre o lucro, face, em especial, á redução de alíquota da CSLL em janeiro de 2019.
Em relação ao desempenho do primeiro trimestre, o desempenho recorrente do segundo trimestre foi influenciado, especialmente, pela relativa estabilidade da margem financeira, pelo crescimento das despesas de PDD, pelo aumento das receitas de prestação de serviços e de tarifas bancárias, pela redução das despesas administrativas e pela trajetória desfavorável das outras receitas/despesas operacionais recorrentes.
O retorno sobre o patrimônio (ROAE) foi de 15,6% no segundo trimestre de 2018 para 17,5% no segundo trimestre deste ano. Os ativos totais somavam ao final do segundo trimestre R$ 79,465 bilhões, 5,48% dos R$ 75,331 bilhões no mesmo período de 2018.
O patrimônio líquido estava em R$ 7,522 bilhões em junho, 6,93% acima dos R$ 7,034 bilhões em junho de 2018. O índice de Basileia subiu 0,8 ponto porcentual para 15,8% no segundo trimestre em comparação ao mesmo período de 2018.
*Com Estadão Conteúdo
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