O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em meio às posturas protecionistas de Trump, bloco europeu quer fazer a maior reforma das instituições comerciais do mundo em 25 anos
Donald Trump está conseguindo promover a maior revolução do comércio mundial em um quarto de século. A postura protecionista do americano está delineando um sério risco de paralisação da Organização Mundial do Comércio (OMC) e fez com que a Europa apresentasse um projeto para refundar o sistema comercial mundial e promover a maior reforma nas instituições dos últimos tempos.
O governo brasileiro já deixou claro que está disposto a conversar, mas teme que seus interesses como as distorções no mercado agrícola se transformem em "velhas agendas". A preocupação não seria para menos, já que o projeto europeu está centrado acima de tudo em produtos industriais, investimentos, no mundo digital e novas regras para frear o avanço da China.
O projeto de reforma da OMC é uma resposta da UE aos temores de que o comportamento americano no comércio signifique uma retirada da maior economia do mundo do sistema comercial. Oficialmente, Bruxelas insiste que não está reformando a OMC para "agradar aos americanos".
Mas a realidade é que o assunto apenas entrou na pauta depois que Donald Trump levou os tribunais da entidade à beira de uma paralisia e deixou claro que, se nada fosse feito na OMC, os EUA se retirariam do acordo.
Se por meses a direção da OMC acreditou que as ameaças de Trump não se concretizariam, o cenário começou a mudar quando a Casa Branca se retirou do acordo nuclear com o Irã, denunciou o acordo climático, reduziu seus compromissos com refugiados e ainda cortou verbas de agências da ONU.
Se não bastasse, a onda de retaliações comerciais foi um sinal claro de que o discurso de ameaça poderia se transformar em realidade.
Leia Também
Num documento circulado entre os governos, os europeus são explícitos: "o mundo mudou, a OMC não". Uma primeira reunião está marcada para ocorrer na quinta-feira, 20, entre negociadores de treze países em Genebra.
De acordo com Bruxelas, a marginalização da OMC é uma "ameaça para a ordem econômica e política". "Seu enfraquecimento e queda precisam ser prevenidos a qualquer custo."
Na avaliação dos europeus, o sistema comercial "encara sua maior crise desde sua criação" e pela primeira vez os princípios básicos da OMC estão sendo ameaçados.
Mas o que mais preocupa os europeus é que a tensão não tem data para acabar. "A crise deve se aprofundar nos próximos meses, já que novas medidas estão sendo impostas e levando a retaliações", alertou.
Enquanto isso, os tribunais da OMC "logo vão entrar em uma paralisia", diante do impasse sobre a escolha de novos membros para julgar os casos. "Isso seria o equivalente a voltar a governança global em 20 anos", alertou.
Um dos pontos defendidos pela Europa é a "modernização" da OMC. Na prática, abriria-se a possibilidade para que acordos possam ser fechados apenas entre alguns governos e que não sejam necessário contar com todos.
Outro fator central é quem deveria ser considerado como país emergente ou país rico. Pelas regras internacionais, economias em desenvolvimento contam com certas flexibilidades, o que vem sendo denunciado pelos americanos como uma brecha usada pelos chineses para dar mais subsídios e adotar práticas discriminatórias.
"O resultado é que o grupo de países em desenvolvimento agora inclui algumas das maiores nações comerciais do mundo, com diferenças significativas em comparação a outros membros do grupo e que, em alguns casos, tem níveis de desenvolvimento superiores a países que fazem parte do dito grupo de economias desenvolvidas", alertou o projeto da UE.
Pelo projeto, portanto, países poderiam se "graduar" do status de emergente e, assim, competir sob as mesmas regras hoje que vigoraram para EUA e Europa. A China é o alvo dessas regras.
Outra proposta é a de aumentar o controle sobre estatais de países emergentes e colocar novos limites sobre subsídios industriais. Na avaliação dos europeus, algumas dessas empresas são "ameaças ao comércio global", já que distorcem a concorrência.
O governo brasileiro não esconde sua preocupação com o foco no setor industrial, alertando que uma reforma da OMC não pode abandonar uma luta de 30 anos do Itamaraty: a agricultura. A posição do Brasil será a de pedir um "equilíbrio" na nova agenda.
O protejo dos europeus é ainda de criar regras para impedir que um governo exija a transferência de tecnologia por parte de uma empresa que queira fazer investimentos. O projeto também fala no estabelecimento de regras para garantir a abertura de investimentos e o fim de qualquer barreira para o comércio digital.
No esforço de salvar o sistema, o projeto prevê um maior papel da OMC em monitorar práticas comerciais. Mas uma das tarefas mais urgentes é a de reformar os tribunais da entidade, que hoje vivem a ameaça de uma paralisia.
O governo americano tem impedido a nomeação de novos juízes, o que levou o órgão de sete para apenas três membros. Em 2019, ele deixaria de funcionar.
Para evitar o colapso do sistema, Bruxelas sugere um tribunal mais transparente, com regras claras sobre prazos, mandatos de oito anos e um aumento do número de juízes de sete para nove. Os membros não seriam chamados apenas para cada caso em disputa. Mas seriam funcionários.
"A OMC não foi capaz de se adaptar às mudanças no mundo e é hoje de lidar com isso para que ela volte a funcionar", disse a comissária de Comércio da UE, Cecilia Malmström, ao apresentar a reforma. "Precisamos de um novo sistema", completou.
*Com Estadão Conteúdo.
Eleições perderam peso nos preços dos ativos, e investidores estrangeiros seguem otimistas com o país
Para o presidente do conselho de administração do BTG Pactual, o país está com a economia no lugar e o cenário ideal para acelerar
“Por que as taxas de juros são tão altas no Brasil? Por conta da nossa dificuldade de convergência com a meta de inflação”, resumiu o presidente do BC
Veja o que esperar da nova linha Galaxy S com informações vazadas de insiders da Samsung
Lotofácil não foi a única loteria a pagar prêmio de sete dígitos na terça-feira. Dia de Sorte pagou o maior valor da noite. Estimativa de prêmio da Mega-Sena sobe para R$ 55 milhões.
Economistas enxergam ambiente mais favorável para cortes no Brasil do que nos EUA, mas com limites impostos pelos altos gastos públicos
Apesar de não ser tão extravagante quanto a residência principal do bilionário, o imóvel tem várias características de luxo
O deputado acrescentou que, sob sua presidência, a Câmara não colocará em votação nenhuma proposta que altere o modelo atual de independência do BC
Na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o ministro avaliou sua gestão na Fazenda, rebateu o ceticismo de investidores, defendeu a autonomia do BC e comentou o caso Master, exaltando Gabriel Galípolo
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores no primeiro sorteio da semana. Mesmo com bola dividida, sortudos estão mais próximos do primeiro milhão.
Mesmo com sinais de arrefecimento da inflação, Gabriel Galípolo afirma que mercado de trabalho forte e salários em alta exigem cuidado extra com cortes na taxa básica
A proposta é antecipar as contribuições ordinárias dos associados do FGC, de 2026 a 2028, além de exigir uma contribuição extraordinária, segundo o jornal O Globo.
Como a Mega-Sena só corre amanhã, a Quina é a loteria da Caixa com o maior prêmio em jogo na noite desta segunda-feira (9); confira os valores.
Nos últimos cinco anos, a queda do consumo de vinho foi de 22,6%. O último ano positivo foi 2020, início da pandemia, quando o isolamento obrigou muitos argentinos a ficar em casa
Pagamentos de dividendos e JCP ocorrem em conjunto com a temporada de divulgação de balanços das principais empresas da B3
Dados preliminares mostram que, dos dias 1o a 29 de janeiro, a entrada de recursos na bolsa vindos do exterior somou R$ 25,3 bilhões
A única loteria que contou com um vencedor na categoria principal foi a Lotofácil 3608
Enquanto o bilionário projeta um mundo sem mercado de trabalho, o debate filosófico e a ficção científica oferecem pistas sobre suas consequências
Concurso 2970 acontece em São Paulo; último sorteio pagou R$ 141,8 milhões para uma única aposta
Na época da deflagração da operação, Sidney chegou a ser preso, porém foi solto dias depois. Agora, o MP pede à Justiça que os acusados usem tornozeleira eletrônica