O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em palestra, ex-ministro e um dos pais do Plano Real disse que definir prioridades é necessário, embora não seja da nossa tradição; e que reforma da Previdência será tanto mais custosa quanto mais demorar a ser feita
“O próximo governo terá que fazer uma coisa que não é muito da nossa tradição: fazer escolhas difíceis e definir prioridades”. Estas são palavras do ex-ministro da Fazenda e ex-presidente do Banco Central Pedro Malan, um dos pais do Plano Real.
Em palestra em São Paulo durante o evento de aniversário de nove anos da Empiricus, o economista reiterou, como seria de se esperar, a urgência de se equalizar as contas públicas e priorizar a reforma da Previdência.
“A reforma da Previdência é inevitável, e o custo de fazê-la será tanto maior quanto mais ela demorar a ser feita”, disse.
Para o economista, é ilusório e enganoso achar que o desequilíbrio nas contas públicas - nosso grande desafio de curto, médio e longo prazo - será resolvido apenas com aumento de produtividade e retomada do crescimento.
“O grau de percepção já mudou, mas ainda tem muita gente que acha que o déficit da Previdência não existe. A reforma previdenciária é a mais urgente, até para restaurar o clima de confiança, para o resto do mundo, na nossa capacidade de lidar com nossos problemas”, defendeu.
Malan disse acreditar que já exista compreensão em relação à necessidade de equacionar o problema fiscal, mas que ela ainda é insuficiente: “Deixam a desejar o entendimento da população em geral e o grau de comprometimento das lideranças políticas”.
Leia Também
Exemplo disso seria o aparente paradoxo de a população brasileira ter mostrado nas urnas seu descontentamento com a classe política e a qualidade dos serviços públicos, mas continuar esperando que o Estado resolva todos os problemas.
“Há uma crítica ao setor público, mas ao mesmo tempo há desejo e expectativa de que o Estado faça mais e melhor aquilo que já não está fazendo direito. Falta compreensão de que o Estado não gera recursos, seus recursos vêm da tributação e têm limites”, disse.
Em sua exposição, Malan lembrou que as rápidas e atípicas expansões populacional e urbana do Brasil ao longo do século 20 contribuíram para um aumento de demandas a serem atendidas pelo Estado, de infraestrutura a saúde, educação e saneamento, passando pela redução da pobreza e das desigualdades.
“Mas ao responder a tudo isso sem definir prioridades, geramos hiperinflação. Naquele período, estávamos tentando compatibilizar todas aquelas demandas. Mas não queremos mais fazer essa experiência, de usar a inflação para atender às demandas sociais”, observou.
Perguntado sobre as privatizações, o ex-ministro disse que estas não deveriam ser usadas para gerar recursos, mas sim para tornar a economia mais eficiente e competitiva.
“O governo fez bem em privatizar as distribuidoras da Eletrobrás, ou o contribuinte acabaria pagando pela ineficiência. O programa de venda de ativos da Petrobras também estava funcionando. Mas não tem sentido trocar um monopólio público por um privado. A Petrobras tem praticamente o monopólio do refino. Se for possível estimular a competição, melhor”, respondeu.
Fiat Strada lidera o ranking como carro mais vendido pelo quinto ano seguido; volume em 2025 supera a população da maioria dos municípios brasileiros
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores no primeiro sorteio da semana. Mesmo com bola dividida, sortudos estão mais próximos do primeiro milhão.
A regra é voltada à tributação sobre consumo e altera a forma como bens e serviços são taxados no Brasil
Gigante da Vila Industrial, estádio do Primavera, ganhou novo gramado Tahoma 31, utilizado em competições internacionais e previsto para a Copa do Mundo de 2026
Com as obras na sede da instituição ultrapassando o orçamento previsto, Trump encontrou um novo motivo para fazer investidas contra Powell
Segundo a Caixa, o próximo sorteio acontece na terça-feira, dia 13 de janeiro, e quem vencer pode levar essa bolada para casa
Com Mega-Sena, Lotofácil e Quina acumuladas, loterias colocam R$ 23 milhões em jogo neste sábado (10)
Após décadas de negociação, acordo Mercosul–UE é destrinchado em 13 pontos-chave que detalham cortes de tarifas, regras ambientais, cotas agrícolas e os próximos passos até a entrada em vigor
Dados do FipeZap mostram que Vitória lidera entre as capitais em preço médio de venda; história, geografia limitada e qualidade de vida ajudam a explicar o fenômeno
Pequenas e médias empresas ganham acesso ao mercado europeu, mas também precisarão lidar com maior concorrência em solo nacional
Medida assinada pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, dispensa exames, taxas e ida ao Detran para condutores sem infrações
Apesar de o índice ter fechado o ano dentro do intervalo de tolerância da meta do Banco Central, bancos e corretoras descartam o relaxamento dos juros agora; saiba o que esperar da inflação em 2026
As empresas que forem classificadas como devedoras contumazes estarão sujeitas a uma série de penalizações
Fundos de maior risco continuaram a sofrer resgates, enquanto os fundos de crédito privado, muitos dos quais incentivados, foram as grandes estrelas de captação do ano
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na faixa principal na quinta-feira. Os dois sortudos são da região Sudeste.
Pico de publicações e abordagem a criadores de conteúdo levantam alertas sobre pressão digital após a liquidação do Banco Master
Negociação com PGFN permite parcelar débitos inscritos na dívida ativa da União com descontos conforme a capacidade financeira do empreendedor
Segundo informações do Estadão, um processo administrativo do INSS aponta para um padrão de irregularidades na expansão da carteira de crédito do banco de Daniel Vorcaro
Decreto assinado pelo presidente português coloca o país no grupo restrito que aceita a CNH do Brasil sem exigência de permissão internacional
Fluxo cambial negativo atinge US$ 33,3 bilhões, segundo BC