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Desaceleração da produção industrial chinesa em novembro e decisão do Banco Central do Japão de reduzir as compras de bônus preocupam
Bom dia, investidor! Novos focos de pressão externa podem influenciar os mercados, com a desaceleração da produção industrial chinesa em novembro, a decisão do Banco Central do Japão de reduzir as compras de bônus e o comunicado da União Europeia, que descartou a renegociação do acordo do Brexit. Ainda hoje nos Estados Unidos são destaque as vendas no varejo. Aqui, a agenda é fraca, com os negócios a reboque das mudanças no cenário internacional que afetam os países emergentes.
Na China, a produção industrial divulgada no início da madrugada cresceu 5,4%, decepcionando as estimativas de uma expansão de 5,9%, em mais um sinal de esfriamento da economia. Ruim para as commodities.
Também vieram mal as vendas no varejo, que desaceleraram de 8,6% em outubro para 8,1% em novembro, da previsão de 8,8%. Na sessão asiática, todas as bolsas estavam no vermelho, assim como os futuros em Nova York.
No Japão, o iene se fortaleceu (113,46/US$) após o Banco Central do Japão anunciar a redução das compras de ttulos de cinco a dez anos, a partir da próxima segunda-feira, numa iniciativa que visa reduzir a liquidez e os estímulos monetários.
Já a libra passou a cair com o comunicado da União Europeia descartando a possibilidade de mudar as condições do Brexit. Embora a primeira ministra do reino Unido, Theresa May tenha escapado da moção de censura, não tem votos para aprovar o acordo no Parlamento.
Na próxima quarta-feira, a União Europeia divulgará documentos para um cenário de divórcio sem acordo, o chamado “hard Brexit”. O presidente da Comissão Europeia, Jean‐Claude Juncker disse que May “está lutando duro, mas não vemos resultado”.
No Brasil, as ondas de aversão ao risco já frustraram o rali de Natal (quando vários investidores voltam para a Bolsa, em dezembro) e projetam incertezas para 2019. A aposta na agenda reformista do futuro ministro da economia, Paulo Guedes, é o que tem sustentado um nível moderado de otimismo dos investidores, mas os avanços estão nas mãos do Congresso e das condições de governabilidade do presidente eleito, Jair Bolsonaro.
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Os alertas para a frustração fiscal e os riscos externos foram dados pelo comunicado do Banco Central, mas eles não foram considerados, ontem, quando o mercado preferiu ficar só com o lado bom. A recuperação lenta da economia, a elevada ociosidade e a trajetória benigna da inflação (até abaixo da meta) permitem projetar um tempo mais longo de juros baixos, em condições favoráveis para todo o resto.
As primeiras apostas de que a Selic pode nem subir em 2019 rivalizam com o aperto dos juros pelo Federal Reserve, o banco central americano, um deles contratado para a semana que vem e mais três no ano que vem, apesar dos apelos do presidente dos EUA, Donald Trump.
Junto com a pressão das remessas de fim de ano, isso explica boa parte da alta do dólar ontem, quando subiu 0,67%, para R$ 3,8840. A máxima intraday (R$ 3,8955) revela o flerte explícito com o patamar R$ 3,90.
O investidor externo mantém elevado o estoque em posições compradas no câmbio (US$ 40 bilhões), em nível próximo aos picos da eleição, no hedge contra o perigo de as coisas darem erradas no novo governo.
É verdade que o dólar também refletiu a alta contra o iene (113,61/US$) e o euro (US$ 1,1363), após o recado do Banco Central Europeu, que baixou as projeções do PIB e prometeu juro zero até o fim de setembro.
A saída do capital externo não se manifesta só no câmbio, mas continua na bolsa. Na terça-feira, houve mais uma forte retirada (R$ 485,2 milhões) da B3 pelo investidor estrangeiro. Naquele dia, o Ibovespa fechou em alta de 0,59%, a 86.419 pontos, longe da máxima, quando superou 87.500 pontos.
Em Nova York, houve algum desconforto com os ruídos em torno de Trump, um dia após seu advogado Michael Cohen ser sentenciado a 36 meses de prisão por violações de campanha e evasão tributária. Cohen diz que o presidente sabia do suborno pago a duas mulheres com quem Trump teria mantido casos extraconjugais. Mas Trump negou responsabilidade e acusou o ex‐assessor de agir por conta própria.
Com o caso de volta à cena, Trump voltou a prever um “acordo fantástico” com a China, que seria “incrível” para a economia americana, mas, desta vez, o efeito foi pífio nas bolsas em Wall Street.
O índice Dow Jones chegou ao fim do pregão em leve alta de 0,29%, a 24.597,38 pontos, o S&P 500 fechou estável (‐0,03%), a 2.650,54 pontos, e o Nasdaq teve queda moderada de 0,39%, a 7.070,33 pontos.
Às 11h30, em Nova York, as vendas no varejo norte americano em novembro devem crescer menos: +0,1% (+0,8%/outubro). Excluindo automóveis, a previsão é de uma expansão de 0,2%, também abaixo do mês anterior (+0,7%).
Mais tarde, às 12h15, a produção industrial de novembro nos EUA tem previsão de +0,3% (+0,1%/outubro). Também estão previstos para hoje os índices preliminares índice de atividade dos gerentes de compras (PMI) de dezembro, industrial e de serviços (12h45). Às 16h, Baker Hughes (uma das maiores empresas de serviços de campos de petróleo do mundo) divulga os poços e plataformas de petróleo em atividade nos EUA.
A agenda tem como destaques os dados de serviços em outubro do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 9h) e emprego da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, a Fiesp (15h).
No Congresso, resta a apenas a votação do Orçamento/2019, prevista para a próxima terça-feira, para que comece o recesso de fim do ano. A Câmara já antecipou as férias, realizando ontem a última sessão plenária.
Isso acabou sendo positivo porque poupou o novo governo de algumas pautas‐bomba, como o projeto que trata do fundo social do pré‐sal para Estados e municípios com um perdão de dívida para Cemig (R$ 4 bilhões).
Outro projeto que ficará para a próxima legislatura é o que perdoa as dívidas do Funrural.
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) suspendeu liminar que anulava leilão da Amazonas Energia e liberou venda da CEAL (quarta-feira).
Tribunal de NY aprovou em caráter definitivo o acordo fechado pela Eletrobras em ação coletiva.
Na Ultrapar, o conselho de administração aprovou plano de investimentos para 2019, no valor de R$ 1,762 bilhão.
A MMX informou que foi aprovada a redução do capital social da companhia para R$ 30 milhões.
Na Copasa, o conselho recomendou aprovação do Programa de Investimentos para 2019 (R$ 786 milhões).
Na Cyrela, o conselho aprovou pagamento de dividendos intermediários de R$ 0,5987/ação.
A Klabin informou que constituiu uma sociedade para a exploração da atividade florestal em Santa Catarina.
Na Localiza, o conselho de administração aprovou o pagamento de JCP de R$ 0,0745 por ação.
A B3 comunicou que a GIC Private Limited vendeu ações e passou a deter menos de 5% de participação.
*Com informações do Bom Dia Mercado, de Rosa Riscala. Para ler o Bom Dia Mercado na íntegra, acesse www.bomdiamercado.com.br
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