🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Uma viagem ao mundo dos surdos

Como desenvolver o mercado de capitais? Deixando o investidor falar a própria língua

13 de março de 2019
18:54 - atualizado às 18:55
Como desenvolver o mercado de capitais? Deixando o investidor falar a própria língua - Imagem: Shutterstock

“A confusão atordoa os olhos, braços giram qual moinhos de vento num furacão [...] A regra era que todas as comunicações fossem orais. Nosso jargão de sinais, obviamente, era proibido. [...] Mas aquela regra não podia ser imposta sem a presença dos funcionários da escola. O que estou descrevendo não é o modo como falávamos, e sim como conversávamos entre nós quando nenhuma pessoa ouvinte estava presente. Nesses momentos, nosso comportamento e nossa conversa eram muito diferentes. Relaxávamos as inibições, não usávamos máscara.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Surdo aos oito anos, o menino David Wright escreveu sua rotina na Northampton School, uma escola especial da Inglaterra. “Uma das implacavelmente dedicadas, mas equivocadas, escolas ‘orais’, que se preocupam sobretudo em fazer os surdos falar como as outras crianças e que causaram muitos danos a indivíduos com surdez pré-linguística desde o princípio”, nas palavras do neurologista Oliver Sacks.

No livro “Vendo vozes: uma viagem ao mundo dos surdos”, Sacks conta como a proibição quase doentiamente feroz, “soberba”, à língua de sinais desenvolvida pelas próprias crianças surdas na escola retardava seu desenvolvimento.

O objetivo das escolas era nobre: desenvolver aquelas crianças. O problema foi a imposição da ferramenta, com uma total cegueira para suas próprias capacidades: vocês precisam falar a nossa língua.

Foi de um abade, Charles-Michel de l’Epée, que veio uma transformação significativa: ele percebeu como os surdos pobres que vagavam por Paris se viravam bem usando uma língua de sinais nativa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O sistema de sinais de L’Epée – uma combinação da língua de sinais nativa com a gramática francesa traduzida em sinais – e sua escola, fundada em 1755, permitiram pela primeira vez que alunos surdos lessem e escrevessem em francês e, assim, pudessem aprender.

Leia Também

Enquanto ensinar o surdo a falar exigia um professor dedicado a um único aluno, por muitos e muitos anos, e criava, na melhor das hipóteses, um analfabeto funcional, o abade conseguia educar alunos às centenas com seu método em pouco tempo. A linguagem de sinais era aprendida rapidamente e restava tempo para a educação tradicional, permitindo que eles chegassem a um nível de instrução equiparável ao dos ouvintes.

L’Epée tinha um objetivo prático: ele não tolerava a ideia de os surdos morrerem sem conseguir se confessar. E sua vitória veio do fato de, com base nesse propósito, encarar a linguagem das ruas não com desprezo, mas com reverência.

Quase 300 anos depois, é também com reverência, não desprezo, que encaro a linguagem das ruas, especialmente em um tema que me é muito caro: investimentos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda há muito o que avançar, mas é belo como o tema tem tomado as ruas, o hábito das pessoas comuns. A blogueira que fala de Tesouro Direto vira tema do churrasco, mas a tia lá de Minas gosta mesmo é do tal fundo baratinho para montar a reserva de emergência que conheceu na Empiricus, enquanto o sobrinho mais ligado pula do vídeo do Porta dos Fundos para acompanhar no fórum o debate acalorado sobre o rumo das ações da Petrobras.

E é também com reverência, não desprezo, que vejo a grande participação de investidores animados assistindo a programas de compra e venda de ativos ao vivo, durante o funcionamento do pregão. E com preocupação a citação com tom negativo de tais práticas pelo regulador do mercado, a CVM, em um ofício circular divulgado neste mês – mais um no sentido de cercar a conversa solta de investimentos ao mundo dos ternos e das certificações.

O que há de mais educativo do que ver ao vivo?

A manifestação mais recente defende que a atividade é ainda mais condenável se realizada de forma profissional, demarcada pela cobrança de taxas de assinatura e adesão. Quem vai fazer isso pelo investidor de graça?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Calemos então quem o investidor escolheu pagar para orientá-lo no mundo dos investimentos. Vamos deixar quem fazer esse serviço? Quem oferece os produtos? Entreguemos as galinhas às raposas?

E sigo vendo quem diga que, no mundo ideal, o investidor vai pagar por orientação independente sobre investimentos. Mas isso jamais vai acontecer – diz o discurso que sustenta toda a conflitada rede de comissões. Alô, pessoal, isso já está acontecendo.

O distribuidor de fundo está conflitado pelos rebates. A corretora ganha mais se o investidor girar mais. Planejadores financeiros e consultores independentes são incríveis, mas ainda não encontraram o modelo de negócios para alcançar escala. Então que se abra o caminho para as redes sociais.

Estimulado pelo potencial de retorno de um investimento e nutrido pelo discurso raivoso anticonflitos que se propaga nas redes, o internauta vai bater à porta do banco e da corretora. E lá se deparar com a análise de perfil de risco, o “suitability”, tão proficuamente defendida pela CVM.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Conseguimos convencê-lo a abandonar seus hábitos pouco saudáveis e entrar na academia. Ufa, vitória! Agora cabe ao mercado regulado submetê-lo ao exame médico. Se não pudermos contar com a análise do perfil de risco de quem distribui os ativos, não seria essa a frente certa a atacar?

A venda de ativos financeiros se desenvolveu no ambiente de mercado. E agora nasce no mesmo ambiente a iniciativa contrária: de criticar abertamente abusos, de mostrar os caminhos para ganhar dinheiro de verdade. Não deveríamos ver com reverência tudo isso ultrapassar os vidros das tesourarias dos bancos para invadir o Facebook, o YouTube, o Instagram e o Twitter?

O problema é o tom? Pergunto: por que alguém cometeria o despautério de adiar um prazer momentâneo não fosse o fato de que há a possibilidade de um ganho explícito do outro lado, farto e palpável?

Walter Mischel, estudioso das finanças comportamentais, nos ensinou que quando a recompensa é clara fica mais fácil lutar contra a resistência natural do nosso cérebro a adiar o prazer. Em bom português: precisamos falar sobre rentabilidade histórica de forma ostensiva. Isso se o nosso objetivo for desenvolver o mercado de capitais de fato.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E só para deixar mais uma reflexão: o mundo regulado, com o poder de seus ternos validados, chancela de assessor ou gerente, não tem feito mais vítimas do que o mundo não regulado?

Como desenvolver o mercado de capitais? Deixando o investidor falar a própria língua.

O que espero do regulador agora, com todo o respeito, é fomentar a comunicação profícua, livre de conflito de interesses, que floresce na internet: onde o investidor está. E principalmente o combate certeiro ao apelo das instituições a que interessa matá-la.

Como alguém que dedica a vida a popularizar os investimentos, me sinto na obrigação de manifestar publicamente a minha preocupação com os sinais recentes de que estamos caminhando para o lado errado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Cota cheia

Vamos falar de fundos? A divulgação pública de fundos com taxas baixas – agradeço profundamente à Empiricus por ter aberto o espaço para que essa minha missão tenha gerado frutos nos últimos três anos – está prestes a ter mais um filho.

Depois da boa recepção para o fundo que investe somente em títulos públicos e tem taxa de 0,08 por cento ao ano, cadente à medida que o patrimônio cresce, chega à prateleira do BTG Pactual Digital nos próximos dias um fundo passivo de Bolsa baratinho e acessível.

Com investimento mínimo de 500 reais, o produto vai replicar a carteira do Ibovespa. Para o sócio responsável pelo BTG Pactual Digital, Marcelo Flora, o produto vai atender à demanda do investidor que quer aplicar no índice, mas ainda tem resistência a operar no home broker, mantendo-se longe dos ETFs (fundos de índice negociados em Bolsa).

A boa notícia é que o fundo vai nascer mais barato do que seu concorrente: taxa de 0,15 por cento ao ano, metade do 0,30 do ETF mais barato disponível no mercado, o BOVV11, do Itaú. E, pelo que soube, existe uma discussão no BTG para que a taxa paga pelo investidor também caia à medida que o patrimônio crescer.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para quem tem pouco patrimônio e quer investir um pouquinho na Bolsa, é uma opção para ficar de olho. E também para quem acredita mais na gestão passiva do que na ativa – em que o gestor seleciona os ativos para os quais vê maior probabilidade de valorização.

Cota murcha

Interessada que sou pelas tentativas de orientar o investidor, acompanhei de perto o projeto “Precisamos falar sobre dinheiro”, lançado pela CVM no fim do ano passado. Inscrevi-me no grupo de WhatsApp e acompanhei o material.

Adoraria ver um estudo sobre qual percentual dos que participaram do grupo começaram a investir ou passaram a fazê-lo melhor do que antes.

Eu suspeito que poucos, pelo que aprendi aqui na Empiricus – onde tudo é avaliado e medido de perto, uma vez que a nossa sobrevivência depende da capacidade de formar investidores ganhadores de dinheiro no longo prazo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vou tecer algumas pequenas sugestões, ainda que não tenha muita esperança de chegarem com sucesso ao destino:

– Quem conversa com o investidor no WhatsApp é uma instituição, a CVM, mas as pessoas não gostam de falar com siglas. Um porta-voz humano provavelmente teria um efeito mais profícuo.
– O primeiro contato é aquele em que o leitor está mais engajado. Enviar um sumário é pouco sexy. Muitos podem ter se perdido ali.
– Os memes funcionam muito bem no ambiente digital, ótimo! Porém eles precisam ser engraçados para que as pessoas encaminhem às outras, produzindo um efeito viral.
– Quem não desistiu no sumário, talvez tenha desistido na aula de juros.
– O projeto dedica muito tempo aos gastos e demora a chegar aos investimentos. Quando isso acontece, é por um texto de reserva de emergência. Ele explica a importância de tê-la, mas não diz onde investi-la... O que fazemos com isso?
– O assunto “Previdência” concentra-se no INSS. E a previdência privada?
– Senti muita falta de um comentário sobre os conflitos da indústria e cuidados a tomar com eles. Que ganho teremos se o investidor chegar ao gerente ou assessor entendendo que o interesse deles não está alinhado!

Fico tímida, mas no fundo muito feliz quando sou parada na rua por um investidor satisfeito. Já vi o mesmo acontecer com o Felipe Miranda, CEO da Empiricus, inúmeras vezes. Já acertamos e erramos muito, mas algo posso garantir: engajamos.

Pelo bem do investidor (aquele de verdade, que usa as redes sociais), vou ter que deixar a humildade de lado hoje pra fazer um convite à CVM (agora que tenho seu WhatsApp!): as portas da Empiricus estão abertas caso queira conhecer como fazemos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De volta aos surdos

Oliver Sacks, abismado com o fato de a solução para o desenvolvimento dos surdos ter vindo de um padre observando mendigos, e não dos teóricos em seus escritórios, conclui: “Não são (geralmente) as ideias dos filósofos que mudam a realidade, e tampouco, inversamente, a prática das pessoas comuns. O que muda a história, o que desencadeia as revoluções, é o encontro dessas duas coisas”.

Ou, nas palavras do próprio abade L’Epée: “A língua universal que vossos eruditos buscaram em vão e da qual perderam a esperança está aqui; está bem diante de vossos olhos, é a mímica dos surdos pobres. Porque não a conheceis, vós a desprezais, e, contudo, somente ela vos dará a chave para todas as línguas”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ÚLTIMAS HORAS

Salário de R$ 22,5 mil: Último dia para se inscrever em concurso com carreira internacional

25 de fevereiro de 2026 - 10:59

Prazo termina hoje para concorrer a uma das 60 vagas com remuneração equivalente a cerca de 14 salários mínimos

COMO SE DESTACAR

As habilidades que vão colocar profissionais em destaque no mercado de trabalho em 2026, segundo rede social de networking profissional

25 de fevereiro de 2026 - 10:21

Estudo do LinkedIn aponta competências técnicas e comportamentais em alta, destacando IA, gestão de projetos e comunicação estratégica em diferentes áreas

REDUÇÃO DAS TAXAS

Novas tarifas de Trump poupam 46% das exportações do Brasil aos EUA

25 de fevereiro de 2026 - 9:54

Aeronaves ficam isentas; 25% das vendas ao país terão taxa de 10%

O QUE ESTÁ NA MESA DA XERIFE

CVM tem 6 investigações em andamento sobre Master, Reag e outras entidades

25 de fevereiro de 2026 - 9:31

Há processos e investigações envolvendo a Ambipar, Banco de Santa Catarina, Reag Investimentos, Reag Trust e outras empresas conectadas ao caso

BRILHOU SOZINHA

Lotofácil 3620 tem 15 vencedores, mas só um deles fica milionário com o prêmio; Mega-Sena acumula de novo e vai a R$ 130 milhões

25 de fevereiro de 2026 - 6:49

Enquanto a Lotofácil tem vencedores praticamente todos os dias, a Mega-Sena pagou o prêmio principal apenas uma vez este ano desde a Mega da Virada.

VALE DA ELETRÔNICA

Essa cidade do interior de Minas Gerais é reconhecida como modelo global de inovação

24 de fevereiro de 2026 - 15:01

Cidade do interior de Minas Gerais ficou conhecida por ser o ‘Vale da Eletrônica’ no Brasil

BULA MENTIROSA?

Remédio que combate o colesterol ‘ruim’ tem menos efeitos colaterais do que se imaginava

24 de fevereiro de 2026 - 11:25

Autores de um novo estudo dizem que as bulas das estatinas deveriam ser alteradas para refletir a conclusão

PREPARE O BOLSO

Listagem sugere GTA 6 com preço mais alto do esperado no Brasil; saiba o valor

24 de fevereiro de 2026 - 11:17

Expectativa com o lançamento do GTA 6 reacende debate sobre reprecificação no mercado de games; produtora ainda não divulgou o preço oficial.

MAPA DA REMUNERAÇÃO

Salários no Brasil variam até 60% de um Estado para outro; veja onde se ganha mais – e menos

24 de fevereiro de 2026 - 9:47

Confira como os rendimentos variam entre os estados e onde estão as melhores e piores remunerações do país

ATENÇÕES DIVIDIDAS

Lotofácil 3619 tem 5 ganhadores e Quina 6959 sai para vencedor único, mas ninguém fica milionário; Mega-Sena pode pagar R$ 116 milhões hoje

24 de fevereiro de 2026 - 7:19

Lotofácil não foi a única loteria a ter ganhadores na segunda-feira, mas foi a que deixou os sortudos mais próximos da marca de R$ 1 milhão.

INVESTIDOR CAUTELOSO

Renda fixa domina e ações seguem pressionadas: o equilíbrio entre risco e retorno, segundo a Moody’s

23 de fevereiro de 2026 - 19:58

Ranking avalia desempenho ajustado ao risco em três anos e mostra preferência crescente do investidor por estratégias mais previsíveis

DE OLHO NA ESTABILIDADE

Concurso em São Paulo abre inscrições com salários de até R$ 10,2 mil; veja vagas

23 de fevereiro de 2026 - 15:35

Certame oferece oportunidades para níveis fundamental, médio e superior; provas estão previstas para abril

SÁMI DE INARI

Ela esteve próxima de se transformar em língua morta, mas foi salva da extinção por um grupo de crianças

23 de fevereiro de 2026 - 15:29

Crianças da Lapônia, região situada no Círculo Polar Ártico, salvam a língua sámi de Inari da extinção

BOLADA DE R$ 116 MILHÕES

O que fazer com R$ 116 milhões? Veja quanto rende o prêmio da Mega-Sena com a Selic a 15%

23 de fevereiro de 2026 - 14:06

Bolada da Mega-Sena que será sorteada nesta terça-feira (24) teria potencial de gerar ganhos milionários mesmo em investimentos conservadores

‘VARÍOLA DOS MACACOS’

Mpox: Doença tem 55 casos confirmados no Brasil; nova variante é detectada no Reino Unido e na Índia; veja sintomas e tratamento

23 de fevereiro de 2026 - 13:21

Mpox registrou 1.056 casos confirmados e dois óbitos relacionados à doença no Brasil em 2025

LOTERIAS

Com R$ 116 milhões em jogo, Mega-Sena promete maior prêmio da semana, mas Lotofácil acumulada rouba a cena hoje

23 de fevereiro de 2026 - 7:03

Como a Mega-Sena só corre amanhã, a Lotomania e a Lotofácil são as loterias da Caixa com os maiores prêmios em jogo na noite desta segunda-feira (23); confira os valores.

VIAJOU NO ESPAÇO?

Centros de dados para IA no espaço? Ideia de Elon Musk é “ridícula”, diz CEO da OpenAI, dona do ChatGPT

22 de fevereiro de 2026 - 15:50

Elon Musk, homem mais rico do mundo e dono da SpaceX e Tesla, afirma que quer construir os centros no espaço, com uso de energia solar

DEPOIS DO TARIFAÇO

“Com alíquota igual para todos nos EUA, Brasil não perde competitividade”, e ainda tem vantagens, diz Alckmin — veja onde indústria brasileira pode ganhar agora

22 de fevereiro de 2026 - 13:12

A competitividade dos produtos brasileiros vai aumentar, na visão do vice-presidente. “Algumas indústrias, se não exportarem, não sobrevivem”, disse

MERCADO DE TRABALHO

Até os empregos mais qualificados podem acabar até 2030 — e o melhor que você pode fazer por si é evitá-los (ou procurar outra coisa)

22 de fevereiro de 2026 - 11:47

Relatório do Fórum Econômico Mundial aponta que até 22% dos empregos atuais serão impactados até 2030, com profissões qualificadas também na linha de corte

GUERRA COMERCIAL

Governo brasileiro vai insistir no diálogo com os EUA após Trump anunciar tarifa de 15%: “Não queremos nova Guerra Fria”, diz Lula

22 de fevereiro de 2026 - 10:40

“Sei que os EUA têm alguma inquietação, que na verdade é com a China. Mas não queremos outra Guerra Fria”, declarou Lula, em viagem à Índia

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar