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Dados de inflação no Brasil e sobre o emprego nos Estados Unidos devem calibrar as chances de corte nas taxas de juros por parte do Copom e do Fed
Atento ao julgamento no STF sobre as privatizações, o Ibovespa ganhou força e recuperou os 97 mil pontos. O dólar fechou em queda, acompanhando o movimento da moeda americana no exterior
Volta das preocupações com articulação política do governo no Congresso e com a guerra comercial pode deixar investidor mais retraído
O dia já estava negativo para os ativos locais, com as movimentações em Brasília trazendo cautela às negociações. O noticiário, contudo, trouxe ainda mais nervosismo ao Ibovespa e ao dólar na reta final do pregão
Mercado financeiro está “enviando convites” para a festa do corte de juros nos EUA e no Brasil, relutando em reconhecer os riscos a esse cenário
Presidente Jerome Powell reforça expectativa de corte de juro que voltou a rodar mercados americanos com mais força
O dólar à vista fechou em queda nesta terça-feira (4), de olho nas movimentações do BC americano. O Ibovespa terminou em leve alta, sustentando o nível dos 97 mil pontos
Veja os destaques do Seu Dinheiro nesta manhã
Investidores apostam em cortes nos juros dos EUA e do Brasil, diante das preocupações com a guerra comercial e do otimismo com aprovação da reforma da Previdência
Projeto consiste em um conjunto de ações para avaliar e propor medidas de aperfeiçoamento regulatório
O dólar à vista teve mais uma sessão em queda firme. Acompanhando a tendência dos mercados de câmbio no mundo, a moeda americana ficou abaixo dos R$ 3,90 pela primeira vez em mais de um mês
Veja os destaques do Seu Dinheiro nesta manhã
Expectativa é por um desfecho na guerra comercial entre EUA e China e pelo andamento da reforma da Previdência na Câmara
Levantamento da EPFR Global mostra como a China se tornou o emergente mais relevante nos últimos 20 anos e não por acaso lidera entradas e saídas de capital
Levantamento preliminar do Internacional de Finanças (IIF) mostra que a China concentrou quase metade dos saques
Os Estados Unidos vão sobretaxar as importações de produtos mexicanos. A abertura de mais um front na guerra comercial trouxe pessimismo aos mercados e afetou as empresas que dependem do México, como as montadoras de automóveis
A melhoria no cenário político local impulsionou o Ibovespa nas últimas duas semanas e levou o índice ao campo positivo no acumulado de maio, quebrando a escrita dos últimos nove anos. O mercado acionário local, assim, foi na contramão das bolsas americanas, que tiveram um mês amplamente negativo, afetadas pela guerra comercial
Presidente dos EUA decide taxar produtos mexicanos por causa da imigração ilegal, ampliando o receio com a guerra de tarifas
Maior banco privado brasileiro sinaliza que suas ações estão baratas e aprova renovação do programa de recompra na bolsa