🔴 É HOJE: VEJA COMO BUSCAR GANHOS NA BOLSA EM POUCOS DIAS OU HORAS – CONFIRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

DANÇA DAS CADEIRAS

Fiscal na mira do mercado: BTG avalia cenário político e possíveis nomes para a Fazenda no Lula 4; confira

Banco considera que governo deve iniciar ajuste fiscal em breve e avalia possíveis candidatos aos ministérios do Lula 4

Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil, está sentado, com um microfone e um copo de água sobre a mesa que está a sua frente
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, está entre os nomes cotados para o Ministério da Fazenda. (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil)Imagem: Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

A vitória nas urnas foi apenas o primeiro passo. Com o quarto mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmado, começa agora a disputa por espaço no próximo governo, e a escolha dos nomes que ocuparão os ministérios entra no radar dos investidores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com um Congresso Nacional mais alinhado à direita, a nova Esplanada deverá combinar nomes de confiança de Lula, integrantes com capacidade de negociação parlamentar e um quadro capaz de sinalizar o compromisso da gestão com o equilíbrio das contas públicas.

Em análise sobre a formação do próximo governo, o BTG Pactual aponta que a escolha do novo ministro da Fazenda permanece em aberto, com nomes como o vice-presidente, Geraldo Alckmin, e o atual governador do Piauí, Rafael Fonteles, entre os cotados.

Ao mesmo tempo, o banco avalia que a equipe econômica atual defende medidas de ajuste fiscal no curto prazo, embora mudanças estruturais mais sensíveis devam enfrentar dificuldades políticas.

A expectativa é de que Lula busque ampliar a participação de partidos de centro na Esplanada, inclusive de legendas que apoiaram o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno. Para o BTG, a construção da governabilidade dependerá diretamente dessa composição.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“As conversas sobre o novo governo se encontram em fase inicial, e aliados de Lula pontuam que ainda não há martelo batido para nenhum cargo”, afirma o relatório.

Leia Também

EXIGÊNCIAS MAIS RIGOROSAS

Banco Central aprova novas regras para ofertas de crédito e cria proteção contra o endividamento excessivo

CENÁRIO ELEITORAL

“Se o Lula vencer, o cenário tende a favorecer mais o rentismo”, diz CEO da EQI; veja as apostas da corretora

Alckmin e Fonteles são cotados para a Fazenda

A escolha do próximo ministro da Fazenda será um dos principais sinais sobre a condução da política econômica a partir de 2027.

Geraldo Alckmin aparece entre os favoritos para assumir o comando da pasta. Segundo o BTG, a nomeação do vice-presidente poderia sinalizar ao mercado uma maior disposição do governo para negociar medidas de ajuste fiscal e conter o avanço dos gastos públicos.

A escolha, porém, enfrenta uma questão política: integrantes do PT defendem um perfil com maior capacidade de articulação junto ao Congresso, diante das dificuldades que o governo deverá enfrentar para aprovar sua agenda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesse contexto, Rafael Fonteles, governador reeleito do Piauí, também aparece entre os cotados. Com capital político fortalecido após a vitória eleitoral, ele é visto pelo partido como um nome capaz de combinar formação técnica, experiência no mercado e perfil conciliador.

No relatório, o banco ressalta que uma eventual saída do governo estadual recém-conquistado tornaria a operação politicamente mais complexa. A falta de experiência na interlocução com o Congresso Nacional e na condução das finanças públicas federais também aparece como ponto de atenção.

Outra possibilidade é a permanência de Dario Durigan, atual ministro da Fazenda. O BTG observa que o nome tem sido mencionado com maior frequência para comandar um banco público, diante da avaliação de que a Fazenda precisará de um titular com mais peso político para negociar com o novo Legislativo.

Já Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central (BC), não seria uma opção efetiva para o Ministério da Fazenda, segundo o relatório. A análise atribui esse cenário ao desgaste da relação com o Palácio do Planalto ao longo de 2026, especialmente em torno da condução dos juros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bruno Moretti pode permanecer no Planejamento

O atual ministro do Planejamento, Bruno Moretti, é outro nome que deve continuar na Esplanada, de acordo com o BTG. A tendência é que permaneça à frente do Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO), embora a possibilidade de assumir a Fazenda não esteja descartada.

Moretti ganhou proximidade com Lula desde abril e durante a campanha eleitoral, período em que participou da articulação de medidas que contribuíram para a melhora da popularidade do presidente, segundo a análise.

Sua eventual permanência indicaria continuidade na condução de parte da política econômica, ainda que o comando da Fazenda possa passar por mudanças.

De forma mais ampla, o banco avalia que a montagem do ministério deverá ser pragmática, com espaço para partidos do Centrão e sem alterações profundas na orientação econômica do mandato atual.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Governo quer flexibilizar execução do Orçamento para cumprir meta fiscal

No campo fiscal, a equipe econômica defende a adoção de medidas de ajuste já no curto prazo, independentemente de quem assuma o Ministério da Fazenda.

A principal iniciativa mencionada pelo BTG é a aprovação de um projeto de lei complementar que permita ao governo perseguir o centro da meta de resultado primário, em vez de manter a obrigação de executar o Orçamento até o limite inferior da banda da meta.

Na avaliação do BTG, a mudança ampliaria a parcela das despesas sujeitas a contingenciamento — bloqueio de gastos para adequar a execução orçamentária às receitas e às metas fiscais.

A medida poderia facilitar o cumprimento dos objetivos fiscais e abrir caminho para uma melhora gradual do resultado primário. O governo trabalha com uma meta de superávit de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2027, enquanto o objetivo de médio prazo seria alcançar um superávit de 1,5% do PIB até 2030.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A proposta, portanto, representa uma tentativa de reforçar o controle da execução orçamentária sem promover, de imediato, mudanças mais profundas na estrutura das despesas obrigatórias.

O avanço de medidas adicionais dependerá, segundo o BTG, da orientação do novo ministro da Fazenda e das condições políticas a partir do próximo ano.

Mudanças no arcabouço fiscal e nos gastos obrigatórios ficam em segundo plano

Apesar da defesa de ajustes no curto prazo, o relatório avalia que propostas mais abrangentes terão menor probabilidade de avançar neste momento.

Entre elas está a redução do limite de crescimento real das despesas previsto no arcabouço fiscal, atualmente em até 2,5% ao ano. Mudanças nas regras de valorização do salário mínimo, nos pisos constitucionais de saúde e educação e no indexador dos gastos previdenciários também não estariam no radar imediato do Planalto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essas medidas atingiriam despesas com forte peso no Orçamento e elevada sensibilidade política. Alterações nessas regras poderiam contribuir para conter o crescimento dos gastos obrigatórios, mas exigiriam negociações mais difíceis com o Congresso e enfrentariam resistência de setores da base governista.

O cenário descrito pelo BTG aponta, assim, para uma estratégia em duas etapas: primeiro, mudanças na execução orçamentária para melhorar o resultado fiscal; depois, a depender da disposição política do governo e da atuação da nova equipe econômica, eventuais reformas mais profundas.

A dificuldade é que medidas concentradas no contingenciamento podem ter alcance limitado quando grande parte do Orçamento está comprometida com despesas obrigatórias. Por isso, a capacidade de estabilizar a dívida pública no médio prazo dependerá também da evolução das receitas, das despesas e do crescimento econômico.

Camilo Santana na Casa Civil; Haddad no governo

A composição política do novo governo também deverá refletir o peso dos principais aliados de Lula após o resultado eleitoral.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O senador Camilo Santana, ex-ministro da Educação, aparece entre os nomes fortalecidos e pode assumir uma posição de destaque no Palácio do Planalto, como a Casa Civil. O BTG observa que ele já era citado como possível nome para a sucessão presidencial em 2030.

Fernando Haddad, por sua vez, deverá ter sua posição reavaliada após a derrota eleitoral em São Paulo. Apesar disso, sua relação histórica com Lula e a lealdade ao presidente podem garantir a permanência em um posto importante na Esplanada. O Ministério da Justiça é mencionado como uma das possibilidades.

As escolhas indicarão como Lula pretende distribuir poder entre os aliados históricos do PT e os nomes com maior capacidade de interlocução política.

Pragmatismo político deve limitar o ajuste fiscal

Na avaliação do BTG, o próximo governo deverá buscar uma combinação entre ampliação da base política, continuidade da política econômica e medidas pontuais para melhorar as contas públicas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O banco ressalta que existe reconhecimento, dentro do governo, da necessidade de um ajuste fiscal. No entanto, a preocupação em não contrariar compromissos assumidos durante a campanha deve limitar o alcance das medidas no curto prazo.

A análise do BTG resume esse dilema ao apontar que a preocupação em evitar um “estelionato eleitoral” deverá impor limites às ações fiscais mais imediatas.

O desafio de Lula será, portanto, conciliar a necessidade de recuperar a confiança dos investidores com a preservação de compromissos políticos e sociais.

A escolha do ministro da Fazenda será uma peça importante desse processo, mas o resultado dependerá sobretudo da capacidade do governo de construir maioria no Congresso e transformar as propostas de ajuste em medidas efetivamente aprovadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por ora, o cenário traçado pelo BTG é de mudanças graduais, negociação política intensa e pouca probabilidade de uma revisão profunda das regras fiscais nas primeiras semanas do novo mandato.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
22 de outubro de 2026 - 18:45
dia de sorte sorteio caixa loterias 21 de outubro de 2026 - 5:42
Elon Musk 20 de outubro de 2026 - 15:03
As repórteres Camille Lima (à esquerda) e Bia Azevedo (à direita) 20 de outubro de 2026 - 14:58
Carro da Mega-sena encalhado 19 de outubro de 2026 - 6:48
Uma mão segura um despertador tocando, com um calendário ao lado 19 de outubro de 2026 - 6:04
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 19 de outubro de 2026 - 5:02
bolsa famíliaPessoa segura cartão do Bolsa Família, benefício com datas de pagamento previstas para 2026. 18 de outubro de 2026 - 6:48
Carro da Mega-sena encalhado 15 de outubro de 2026 - 7:07
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar