Universidade que mais forma bilionários no mundo é alma mater de 45 prêmios Nobel, do criador da bomba atômica e de 8 presidentes dos EUA — e ainda viu nascer uma das redes sociais mais influentes da atualidade
Presidentes, políticos, bilionários, atrizes e ganhadores de Prêmios Nobel passaram por essa universidade, unidos pelo lema “Veritas” — a verdade.

Um levantamento da EssayHumanizer identificou quais instituições de ensino superior mais formaram bilionários ao redor do mundo. E não há nada de tão novo assim sob o sol. Baseado na lista da Forbes, o ranking é liderado por uma integrante da chamada Ivy League, seleto grupo de universidades de elite dos Estados Unidos.
Trata-se da Universidade Harvard, estabelecida nas proximidades de Boston, Massachusetts. A instituição formou nas últimas décadas 134 bilionários vivos. Juntos, eles acumulam um patrimônio estimado em US$ 1,235 trilhão.
Um ex-aluno notório de Harvard é bastante conhecido hoje: Mark Zuckerberg, criador do Facebook e responsável pelo Instagram e pelo WhatsApp. A rede social, inclusive, tinha como intuito inicial conectar os estudantes entre si.
Ao longo da história, a instituição também formou oito presidentes dos Estados Unidos, atores famosos de Hollywood e até mesmo alguns dos responsáveis pela independência dos Estados Unidos.
Ela também é alma mater de 45 ganhadores de Prêmios Nobel.
A seguir, confira essas e outras curiosidades sobre Harvard — a instituição de ensino superior que mais forma bilionários no mundo.
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Nome e peculiaridades
Harvard não só lidera ranking internacionais, mas é também considerada a universidade mais antiga dos Estados Unidos. Fundada em 1636, ela está localizada em Cambridge, perto do Boston, no estado de Massachussets.
A princípio, a instituição se chamava New College, mas teve seu nome alterado após a morte de seu primeiro benfeitor, John Harvard, em 1638. Ele deixou a sua biblioteca e metade de seus bens para a instituição.
Até hoje, a biblioteca permanece vasta: ela contém o maior sistema bibliotecário do mundo, com mais de 20,4 milhões de livros, 400 milhões de itens manuscritos, 180 mil títulos seriados, 10 milhões de fotografias e milhões de outros arquivos.
A entidade é considerada uma das universidades mais ricas do mundo, impulsionada por doações frequentes de ex-alunos e de fundações privadas. Por isso, é muito comum o financiamento de pesquisas, projetos da universidade e bolsas de estudos.
A integrante da Ivy League também conta com o Harvard Stadium, o estádio mais antigo do país com 123 anos. Lá já foi sediado mais de 690 competições de futebol americano da instituição.
A elite da elite
A instituição possui o Porcellian Club, um dos clubes estudantis mais antigos, tradicionais e exclusivos da faculdade. Foi fundado no fim do século 18, e consiste em um grupo social privado da elite universitária.
O clube costuma aparecer em reportagens e debates sobre Harvard por causa de sua aura de mistério, prestígio e influência, além das críticas por exclusividade e elitismo. A faculdade também não reconhece formalmente as irmandades e fraternidades que orbitam o campus.
A cor oficial é o carmesim desde 1910. As filmagens são proibidas em grandes áreas do campus, e uma lenda popular entre os estudantes diz que quem passa pela estátua de John Harvard sem tocar em seu pé não conclui a graduação.
Ex-alunos na presidência dos EUA e no Nobel
Se apenas a qualidade, a estrutura e a história de Harvard bastassem, não seria necessário mencionar outro dado curioso: oito ex-alunos da instituição assinaram a Declaração de Independência dos Estados Unidos, em 1776, marcando o nascimento do país que conhecemos hoje.
Desse marco em diante, 8 presidentes dos Estados Unidos passaram por Harvard. Os nomes vão desde os mais recentes e conhecidos, como Barack Obama, George W. Bush, John F. Kennedy e Theodore Roosevelt, a John Adams, que foi o segundo presidente do país.
Barack Obama e Theodore Roosevelt, inclusive, estão entre os ex-alunos ganhadores do Prêmio Nobel da Paz.
Outros ex-alunos da instituição também foram laureados com o Prêmio Nobel em diferentes áreas, como o economista Paul Krugman (Economia), o escritor T. S. Eliot (Literatura), o ex-vice-presidente Al Gore (Paz) e Henry Kissinger, ex-secretário de Estado dos EUA (Paz).
Bilionários em sala de aula
Para o bem ou para o mal, ninguém aprende a ser bilionário na sala de aula. Debates à parte, nenhuma outra universidade no mundo formou tantos bilionários quanto Harvard. Foram 134 ao todo, segundo o levantamento da EssayHumanizer.
Bill Gates, fundador da Microsoft, Michael Bloomberg, dono e co-fundador da agência de notícias Bloomberg e ex-prefeito de Nova York, e Mark Zuckerberg também passaram por Harvard.
Vale notar que Zuckerberg não concluiu a graduação, mas o Facebook foi desenvolvido quando ele estudava e morava no campus.
Fama e inteligência
Nem só de empreendedorismo e política os ex-alunos de Harvard vivem. Houve também aqueles que foram para outros ramos, como o do entretenimento, em que se tornaram celebridades.
Esse é o caso da atriz Natalie Portman, famosa pelas atuações em Cisne Negro e na franquia Star Wars. Ela é formada em psicologia em Harvard. Conan O’Brien, comediante e apresentador de programas de talk show nos EUA, obteve um diploma de História e Literatura por lá.
Há ainda os ex-alunos que alcançaram notoriedade por outros motivos. O físico Robert Oppenheimer, um dos criadores da bomba atômica durante a Segunda Guerra Mundial, também passou pela instituição.
Brasileiros em Harvard
A faculdade está no exterior e é bastante rigorosa, mas também conta com muitos alunos estrangeiros, inclusive brasileiros. Eles incluem os bilionários Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, e o empresário Jorge Paulo Lemann, ambos ex-alunos de Economia em Harvard.
Figuras da política brasileira também passaram por Harvard. Tabata Amaral, deputada federal pelo PSB, cursou Ciências Políticas e Astrofísica com bolsa integral. Renan Ferreirinha, secretário municipal de Educação do Rio, também estudou Ciências Políticas e Economia na instituição.
Lembrando que Harvard tem uma taxa de aceitação em torno de 4,2% — de 47.893 candidatos que aplicaram para a faculdade em 2025, apenas 2.003 foram admitidos.
Isso ajuda a entender a frustração de Paris Geller (Liza Weil) por não ter conseguido entrar em Havard no seriado Gilmore Girls.
*Sob supervisão de Ricardo Gozzi.
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