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CEO da 2TM diz que janela internacional é oportunidade, enquanto empresa segue captando recursos no mercado privado
O mundo cripto já não cabe mais apenas nos fóruns da internet e nas telas de traders entusiastas. Aos poucos, ele atravessou a fronteira do nicho e fincou bandeira em Wall Street. As sucessivas estreias de empresas de ativos digitais nas bolsas norte-americanas são prova disso — e a próxima a ensaiar esse voo pode ser a 2TM, holding do Mercado Bitcoin (MB).
O unicórnio brasileiro das criptomoedas namora a ideia de abrir capital há alguns anos. Mas, entre juros elevados e os custos de uma operação desse porte no Brasil, o plano ficou em banho-maria, enquanto a empresa seguiu levantando recursos no mercado privado.
Agora, o cenário parece mais convidativo. O CEO da 2TM, Roberto Dagnoni, avalia que o mercado de ofertas públicas voltou a respirar e não descarta levar a companhia para a bolsa nos Estados Unidos.
“Tivemos uma janela muito boa nos Estados Unidos no ano passado, com empresas como a Gemini e a Circle abrindo capital”, disse Dagnoni, em entrevista ao programa Money Minds, do Money Times. “Nosso objetivo agora é seguir crescendo na captação privada, temos bons sócios para isso. Mas, ao mesmo tempo, existe essa oportunidade internacional.”
Dagnoni comenta que o incentivo regulatório dos EUA para o setor de stablecoins tem sido um atrativo para empresas do setor, com a aprovação do Genius Act no ano passado. E, vale dizer, a plataforma do Mercado Bitcoin se destaca por ter uma presença forte de moedas tokenizadas como um dos principais ativos de negociação.
Apesar disso, a 2TM afirma que “não tem pressa” para entrar no Nasdaq ou Nyse, dado que o esforço para atingir alguns padrões exigidos pelos índices segue elevado.
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“Como nós temos os nossos backers de investimento privado, acho que só faz sentido quando estivermos com um tamanho adequado. A gente não está com pressa, porque a indústria está muito no começo”.
*Com informações do Money Times
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