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O Bitcoin rompeu sua máxima histórica em 2025 e mostrou resiliência, mas ainda não é hora de apostar nele como um ativo antifrágil, segundo Felipe Miranda; veja o motivo
Poucos ativos passaram por tantas transformações de percepção quanto o Bitcoin. Lançado em 2009, o ativo nasceu como uma proposta ousada de descentralizar o dinheiro, desafiando bancos centrais, moedas fiduciárias e o próprio conceito de intermediação financeira.
De lá para cá, os ciclos de entusiasmo e pânico se sucederam com força. O Bitcoin já foi tratado como bolha, fraude, tecnologia revolucionária, proteção contra inflação e, mais recentemente, possível substituto do ouro como reserva de valor.
Milhões de investidores ao redor do mundo aderiram à tese. Grandes gestoras, bancos e até governos começaram a discutir formas de incorporá-lo. Mas, mesmo com toda essa evolução, ainda existe uma dúvida recorrente entre investidores:
Em 2025, o ativo voltou ao centro das atenções. Após mais um momento de estresse nos mercados globais, o BTC rompeu sua máxima histórica, ultrapassando os US$ 90 mil. A recuperação impressionou — e não só pelo preço.
Segundo o CEO e estrategista-chefe da Empiricus Research, Felipe Miranda, o Bitcoin demonstrou resiliência notável. “Em um trimestre cheio de tensão, ele apresentou menos volatilidade do que ações como Tesla ou Nvidia. Isso é inédito”, conta.
Mas se engana quem pensa que isso já basta para colocar a moeda no centro de uma estratégia de proteção patrimonial. Em um relatório recente, Miranda avaliou que o Bitcoin ainda está em fase de amadurecimento e não pode ser tratado como ativo antifrágil, ou seja, aquele que se fortalece em crises.
“O Bitcoin ainda caminha com um pé no velho mercado de risco, mesmo que aspire, um dia, ocupar o lugar dos ativos eternos”, disse.
Embora o BTC já tenha conquistado uma base sólida de investidores que o enxergam como um ativo escasso, seguro, transparente, e até superior ao ouro em algumas características, os dados práticos ainda não sustentam essa equivalência. Em momentos de estresse de crédito ou crise institucional, o comportamento do Bitcoin não segue o de ativos tradicionais de proteção.
“Sua verdadeira função — e seu valor para o sistema financeiro — só será comprovada ao longo do tempo, através de sucessivos testes de antifragilidade”, diz o estrategista. “Uma analogia pertinente para o estágio atual do Bitcoin seria a de um adolescente de 15 anos: cheio de potencial, mas ainda sem certezas consolidadas sobre seu lugar no mundo.”
Mas isso não significa que o ativo deva ser evitado. Na visão de Miranda, ele pode sim estar presente na carteira. Mas como um investimento de risco, com alocação moderada e uma compreensão clara da tese.
“Acreditamos que vale a pena apostar nessa narrativa, mas com a devida consciência dos riscos envolvidos. Trata-se de uma dimensão da tese que, em muitos aspectos, se assemelha ao investimento em venture capital: apostar em uma entidade jovem, tipicamente ligada à tecnologia, com a expectativa de ganhos exponenciais no longo prazo caso a tese se confirme”.
Ainda assim, enquanto não houver provas mais consistentes de seu comportamento em crises severas, o BTC continua fora da carteira principal da Empiricus: “o Bitcoin permanece essencialmente um beta de mercado, com traços de venture capital e aspirações de reserva de valor. Ao menos até que os dados provem o contrário”, ressalta Miranda.
Enquanto o Bitcoin ainda precisa se provar ao longo dos anos, Miranda recomenda uma carteira baseada em ativos com histórico comprovado de resiliência e valorização, mesmo em tempos difíceis.
Trata-se da carteira apelidada de “Oportunidades de Uma Vida”. Composta exclusivamente por ações brasileiras, a carteira foi construída para dois objetivos complementares:
Entre os nomes recomendados estão Petrobras (PETR4) e Cosan (CSAN3) — empresas que combinam fundamentos sólidos, boas perspectivas operacionais e preços atrativos.
Além disso, há um foco especial nas chamadas small caps, ações de empresas menores, mas com alto potencial de valorização diante da retomada do apetite por risco e do iminente ciclo de queda da Selic.
Miranda aponta que a mudança no fluxo internacional, a expectativa de juros menores e até o cenário político de 2026 podem impulsionar uma nova fase de valorização para os ativos brasileiros, especialmente os mais descontados.
E a boa notícia é que, para quem quiser se posicionar nos ativos certos para surfar nessa nova fase de valorização, há uma maneira de acessar a carteira de “Oportunidades de Uma Vida”, de Felipe Miranda, de graça.
Pensando em auxiliar os investidores a se posicionarem de forma estratégica, o Seu Dinheiro, em parceria com a Empiricus, está oferecendo, como cortesia, 3 meses de acesso gratuito à carteira de Oportunidades de Uma Vida.
Essa é uma iniciativa de ambas as empresas, que fazem parte do mesmo grupo econômico, para oferecer aos investidores informação de qualidade em busca de potencializar seus patrimônios.
Portanto, para liberar seu acesso, tudo o que você precisa fazer é clicar no botão abaixo e seguir as instruções. Lembre-se: você não paga nada em nenhum momento, mas pode vir a lucrar muito com todas as informações que vai encontrar:
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