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Modelo e campanha foram revelados na Watches and Wonders, evento mais importante da relojoaria suíça
A Fórmula 1 se tornou um verdadeiro fenômeno cultural ao redor do mundo. Apesar de ser um esporte relativamente antigo, uma série de fatores fez com que as competições de carros em alta velocidade retornassem ao zeitgeist nos últimos anos.
O sucesso de audiência da série F1: Dirigir para Viver e o status de celebridade de pilotos como Lewis Hamilton e Charles Leclerc ajudaram a levar o esporte de volta pros “pódios sociais”.
Consciente desse impacto cada vez maior da F1, a TAG Heuer — marca de relógios de luxo da LVMH e nova cronometrista da competição automobilística — lançou uma nova campanha, durante o Watches and Wonders, o evento mais importante da relojoaria suíça.
E, dessa vez, eles foram buscar inspiração direto em um dos nomes mais consagrados da Fórmula 1 e um de seus antigos embaixadores: Ayrton Senna.
Nas palavras da empresa, o objetivo da campanha é juntar a “energia da competição” com a “psicologia da alta performance”.
O slogan Designed to Win (feito para vencer, em tradução literal) foi tirado de uma entrevista de 1990 de Senna.
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“Eu não fui feito para chegar em segundo ou em terceiro. Eu fui feito para vencer”, disse o atleta à época.
Vale lembrar que a relação do piloto brasileiro com a marca de relógios é antiga: Senna já inspirou outros modelos durante sua carreira. Recentemente, na ocasião da série biográfica lançada na Netflix, a TAG Heuer fez edições especiais e limitadas do TAG Heuer Formula 1 e do TAG Heuer Carrera.
Além do material publicitário, a TAG Heuer revelou mais um modelo de relógio em parceria com a F1: o Monaco Split-Seconds Chronograph.
Feito em cerâmica branca, com detalhes e mostrador em vermelho, o relógio tem uma precisão cirúrgica na medição do tempo: são medidas frações de segundos — uma referência clara à exatidão cronométrica necessária para definir os vencedores nas competições automobilísticas.
Como a própria companhia afirma, o Monaco Split-Seconds Chronograph é tão raro quanto os supercarros da Fórmula 1: foram feitas apenas 10 unidades.
O preço não é disponibilizado no site. No entanto, segundo o portal especializado Hodinkee, o valor para compra é de 155 mil francos suíços (R$ 1,05 milhão).

Não é por acaso que o maior grupo de luxo do mundo, a LVMH, não está medindo esforços para ser associado à F1.
No final do ano passado, a holding dos Arnault anunciou um contrato de dez anos com o circuito de corridas.
Para o negócio da Fórmula 1, vale muito a pena ser “bem visto” por marcas fora do setor esportivo, que pagam caro para se associarem às competições, aos pilotos e a todo o ecossistema das corridas.
De um lado, as marcas de luxo fazem uma injeção de capital que permite o desenvolvimento das equipes e dos pilotos.
Como recompensa, elas têm uma exposição de marca — o tal awareness — relevante em competições de alcance mundial e eventos glamourosos, voltados para um público endinheirado, que se transforma em potenciais consumidores.
Explorar esses novos caminhos é importante principalmente em um contexto em que o luxo não está vivendo os melhores dias.
A volta da TAG Heuer como cronometrista oficial da Fórmula 1 acabou sendo um golpe para a Rolex, que era responsável pelas medições de tempo da competição desde 2013.
O troca-troca de relojoarias é algo comum no automobilismo, o que só reforça o fato de que para as empresas de luxo, é sim importante ser associada a um evento de alto padrão de proporções globais.
Quando o assunto são vendas, no entanto, a Rolex mantém a dominância indiscutível, atingindo um patamar que nenhuma outra marca de luxo consegue dentro da própria indústria: em 2024, a empresa foi responsável por 32% das exportações de relógios suíços.
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