O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
De acordo com o BC, a suspensão cautelar da C&M foi substituída por uma suspensão parcial e as operações do Pix da fintech voltam ao ar nesta quinta-feira
Após o maior roubo da história do Brasil, a C&M recebeu autorização do Banco Central (BC) para restabelecer os sistemas, que haviam sido interrompidas em um esforço para estancar a sangria do ataque hacker.
Em comunicado, o BC informou que a suspensão cautelar da empresa foi substituída por uma suspensão parcial, permitindo que os sistemas da fintech fossem restabelecidos sob rigoroso controle.
“A decisão foi tomada após a empresa adotar medidas para mitigar a possibilidade de ocorrência de novos incidentes”, escreveu a autoridade monetária.
Dessa forma, as operações do Pix da fintech voltam ao ar nesta quinta-feira, sob regime de produção controlada.
As operações da C&M poderão ser restabelecidas em dias úteis, das 6h30 às 18h30, desde que aprovadas expressamente pela instituição participante do Pix e que haja um “robustecimento do monitoramento de fraudes e limites transacionais”.
Em nota enviada ao Seu Dinheiro, a C&M confirmou que todas as medidas de segurança previstas em seus protocolos foram “prontamente implementadas”. Isso inclui auditorias independentes, reforço nos controles internos e comunicação com os clientes afetados.
Leia Também
O diretor comercial da C&M, Kamal Zogheib, afirma que a empresa segue colaborando com o Banco Central e com a Polícia Civil de São Paulo e que “continuará respeitando o sigilo das investigações em curso”.
O ataque ocorreu por meio de uma vulnerabilidade nos sistemas da C&M, que permitiu ao hacker o acesso a diversas contas de clientes da companhia.
A C&M revelou que o crime envolveu o uso indevido de credenciais de clientes, o que possibilitou o acesso fraudulento.
Dessa forma, os mecanismos de segurança não foram ativados para impedir as transações, que movimentaram rios de dinheiro em poucos minutos durante a madrugada de segunda-feira (30).
Estima-se que o ataque cibernético tenha se aproximado da marca de R$ 1 bilhão em dinheiro roubado, embora o valor final ainda não esteja claro. Desse montante, cerca de R$ 400 milhões foram levados da conta reserva da prestadora de serviços de Banking as a Service (BaaS) BMP no BC.
A C&M é uma das sete empresas autorizadas pelo BC a prestar serviços de tecnologia ao sistema financeiro.
Conhecidas como PSTIs, essas empresas oferecem soluções de processamento de dados para instituições financeiras, especialmente em relação a operações de pagamentos instantâneos como o Pix, e transferências de valores.
Ainda não se sabe exatamente qual foi o ponto de vulnerabilidade que causou o rombo bilionário.
Além disso, não há informações confirmadas sobre o total de valores recuperados até o momento.
Fontes que acompanham de perto o caso informaram ao Seu Dinheiro que a BMP conseguiu reaver cerca de R$ 150 milhões graças ao MED (Mecanismo Especial de Devolução), que permite a devolução de transações realizadas via Pix.
O MED facilita o processo de devolução de transações, permitindo que o valor seja estornado ao pagador original.
Apesar da recuperação parcial do dinheiro roubado, a BMP ficou com um rombo relevante nas contas.
A fintech ainda não sabe se conseguirá reaver os R$ 250 milhões restantes, já que a maior parte do dinheiro roubado foi rapidamente convertida em criptomoedas, segundo a fonte.
No entanto, a BMP explicou que os recursos furtados pertenciam exclusivamente à sua conta de reserva no Banco Central, utilizada para a liquidação interbancária.
Em outras palavras, o ataque não afetou as contas dos clientes finais da instituição, que permanecem seguras. O impacto foi restrito ao capital da própria companhia, que utilizava essas contas para garantir operações internas.
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3
O desinvestimento no Hortifruti Natural da Terra já estava no plano de RJ e era uma das opções para levantar recursos para a Americanas. No entanto, não houve acordo sobre o preço, diz Broadcast
Bancos credores e os detentores de títulos de dívida estão entendendo que segregar os negócios de usinas e os de distribuição de combustíveis pode ter um sentido econômico relevante para todos