🔴 CONHEÇA A ESTRATÉGIA DO ‘MELHOR TRADER DO MUNDO’ – CONHEÇA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

MULHERES NO TOPO?

Mulheres CEOs duram menos tempo no cargo do que homens, mostra levantamento

O estudo também revela que as mulheres têm menos acesso aos cargos que tradicionalmente servem de trampolim para o posto de CEO

Imagem: iStock

Se ser CEO já é um desafio digno de maratona, para as mulheres a corrida costuma ser mais curta. Segundo a pesquisa "Índice Global de Rotatividade de CEOs", mapeamento global da consultoria especializada em lideranças Russell Reynolds, as poucas mulheres que conseguem chegar ao cargo permanecem no posto, em média, três anos a menos do que homens.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dados desde 2018 do levantamento revelaram que, enquanto os executivos costumam permanecer na presidência por aproximadamente oito anos, as mulheres permanecem por cerca de cinco anos.

O índice mostra ainda que as mulheres na presidência têm um risco de demissão 33% maior. De acordo com a consultora da Russell Reynolds e porta-voz do estudo, Aline Benvengo Larangeira, a alta rotatividade das executivas é destaque em todos os cenários, ainda que o desempenho da empresa seja positivo, mostrando que as causas envolvidas no desligamento são culturais e estruturais.

"Quando o negócio vai bem, as chances de um CEO homem ser demitido é muito menor", diz a especialista, acrescentando que há um julgamento mais forte por parte do conselho com as mulheres. Enquanto a maior parte dos executivos deixa o cargo por conta da aposentadoria (31%), entre as mulheres, a demissão (32%) é o maior motivo para encerrar o mandato.

O estudo detalhado

O mapeamento global da consultoria foi realizado com profissionais de 25 países, incluindo o Brasil. As informações do estudo, lançadas em julho, retratam a observação e a avaliação de 1.142 transições de gestores e gestoras de empresas de capital aberto nos últimos sete anos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo os dados mais recentes, no primeiro semestre de 2025, as mulheres representaram somente 9% das nomeações para CEO e contabilizaram apenas 11% entre os presidentes nomeados em todo o ano de 2024.

Leia Também

ABRE E FECHA

A bolsa abre no feriado de Nossa Senhora Aparecida? Veja como será o funcionamento da B3, dos bancos, do Pix e dos Correios em 12 de outubro

MÁQUINA AZEITADA

Lotofácil 3800 faz 2 novos milionários e ainda premia um bolão; Mega-Sena 3068 acumula e prêmio agora está em R$ 112 milhões

O índice revela que, entre 2018 e 2024, 32% das mulheres CEOs deixaram o cargo — por decisão própria ou do conselho de administração —, enquanto o mesmo aconteceu com 24% dos homens.

Porém, a disparidade de gênero no alto escalão das empresas não para por aí: o estudo ainda indicou que as mulheres na liderança têm menos acesso aos cargos estratégicos que, tradicionalmente, costumam servir de trampolim para o posto de CEO, como diretoria financeira (CFO) ou diretoria de operações (COO).

Larangeira ressalta que o caso pode representar uma barreira ainda maior para mulheres, visto que 76% dos CEOs são promovidos a partir de cargos internos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Motivos do desequilíbrio no cargo de CEO

Os cinco motivos mais apontados para o final do mandato de CEO também variam entre homens e mulheres.

A maior parte dos executivos homens (31%) sai por aposentadoria, seguido por: demissão (24%), mudança para outro cargo interno (14%), plano de sucessão (11%) e causas desconhecidas (9%).

Já para as mulheres, a demissão (32%) é a maior causa de encerramento do cargo. Em seguida, estão os motivos: plano de sucessão (16%), motivos pessoais (13%), aposentadoria (13%) e oportunidades externas (10%).

Larangeira chama a atenção para o destaque de que as motivações pessoais pesam mais que o dobro para as demissões de mulheres frente aos homens.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma das hipóteses possíveis para a instabilidade maior entre as gestoras nesse quesito é de que as funções de cuidado com a família e maternidade, que culturalmente recaem sobre a mulher, acabam impactando a estabilidade na carreira no alto escalão e culminando com a demissão.

Com os homens, a estabilidade mais facilitada permite que eles consigam seguir por mais tempo no topo da carreira até a aposentadoria.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
7 de outubro de 2026 - 17:52
Imagem mostra uma mão plantando uma semente na terra e pequenas mudinhas que vão crescendo. Há gráficos de ações que indicam alta no investimento 7 de outubro de 2026 - 12:03
renda carros usados 6 de outubro de 2026 - 8:00
5 de outubro de 2026 - 14:21
Mega-Sena perde a liderança dos maiores prêmios das loterias da Caixa. 5 de outubro de 2026 - 7:48
eleições 2026 brasil economia investimentos bolsa ibovespa 4 de outubro de 2026 - 11:39
Botijões do programa Gás do Povo, benefício social para famílias de baixa renda 4 de outubro de 2026 - 5:13
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 3 de outubro de 2026 - 5:08
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar