Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
BTG SUMMIT 2025

Brasil não vive crise como a de 2016, mas precisa largar o ‘vício em gasto público’ se quiser que os juros caiam, diz Mansueto Almeida, do BTG

Comentários do economista-chefe do banco foram feitos durante evento promovido pelo BTG Pactual na manhã desta quarta-feira em São Paulo

Mansueto Almeida, economista-chefe do BTG Pactual
Mansueto Almeida - Imagem: Foto: Cristiano Mariz

O Brasil está longe de viver uma crise como aquela atravessada entre 2015 e 2016, mas precisa abandonar um “vício” de longa data em gastos públicos para que o Banco Central (BC) possa eventualmente antecipar um movimento de corte dos juros. A avaliação é do economista-chefe do banco BTG Pactual, Mansueto Almeida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Estamos falando de um país viciado em gasto público”, afirmou Mansueto Almeida durante o evento BTG Summit 2025, realizado na manhã desta quarta-feira (12) em São Paulo.

Em meio a uma batelada de números, o economista chamou a atenção para o fato de as despesas do governo federal terem registrado crescimento real de 6% ao ano em média entre 1995 e 2015.

Como a economia brasileira não cresceu na mesma proporção, esse aumento de gastos ocorreu às custas de um crescimento acelerado da dívida pública. Também provocou a perda parcial da credibilidade da política econômica.

Agora, em meio a mais um ciclo de alta de juros pelo Banco Central, 2025 será um ano de menor crescimento da economia, avalia Mansueto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Depois de crescer mais de 3% em 2024, o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano deve ver sua expansão desacelerar para algo entre 1,5% e 2%, disse o economista.

Leia Também

PROFECIA AUTORREALIZÁVEL

Ganhador do Nobel de Economia vê no medo da IA uma ameaça potencialmente maior que a própria tecnologia

CARA E COROA

A cara do rei: Moedas do Reino Unido ganham efígie de Charles III e são remodeladas para ajudar as crianças no aprendizado da matemática

Além disso, em meio à ausência de um ajuste fiscal sólido, a inflação ao consumidor brasileiro pode oscilar entre 6% e 7% nos próximos anos se nada mudar no curto prazo.

Para Mansueto Almeida, porém, “não é difícil consertar o Brasil”.

O que precisa ser percebido, segundo ele, é um compromisso claro do governo com o controle dos gastos.

“Não vamos conseguir fazer o ajuste fiscal aumentando a carga tributária”, afirmou o economista, que atuou como secretário do Tesouro Nacional entre 2018 e 2020.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se forem passados os “sinais corretos”, prossegue ele, a economia brasileira pode melhorar rapidamente.

“O Brasil ficou tão barato que, mesmo com as incertezas, os investidores internacionais olham os preços e começam a se animar”, disse.

O desafio, de acordo com ele, está na capacidade do governo de convencer o Congresso e a sociedade sobre a necessidade de um ajuste fiscal consistente.

Brasil não vive crise como a de 2016

A expectativa de Mansueto Almeida é de que o crescimento econômico do Brasil desacelere a partir de 2025.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No entanto, o País está longe de viver uma crise como aquela enfrentada no governo Dilma.

“Em 2015 e 2016 foi uma crise profunda, que o Brasil não passa agora”, disse o economista.

Na ocasião, o cenário mesclava desequilíbrios macroeconômico e fiscal às crises na Petrobras e nas distribuidoras de energia elétrica. Somava-se a isso uma série de distratos no setor imobiliário, o que resultou na devolução em massa de imóveis financiados.

“Hoje, nada disso está acontecendo”, disse Mansueto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo ele, o País está melhor hoje do que há dez anos.

O que é preciso para que os juros comecem a cair

O Banco Central encontra-se engajado atualmente em um ciclo de aumento de juros.

Na manhã de hoje, o próprio presidente do BC, Gabriel Galípolo, comentou que a inflação deve seguir em “patamar desconfortável” no decorrer dos próximos meses.

Na avaliação de Mansueto, a taxa Selic deve chegar ao fim de 2025 em 15% ao ano. Atualmente, a taxa básica de juros encontra-se em 13,25%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No entanto, essa situação pode mudar rapidamente, mas depende de o governo acelerar ou aprofundar o corte dos gastos.

Para Mansueto, um ajuste fiscal mais profundo teria o potencial de alterar a trajetória das projeções inflacionárias.

Eventualmente, isso poderia ajudar o BC a antecipar o início de um ciclo de corte de juros no futuro próximo.

*Com informações do Money Times.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
fundos de investimento dividendos ações mercado 1 de julho de 2026 - 10:00
Imagem com a bandeira do Brasil ao fundo e um gráfico vermelho com números e uma seta apontando para baixo representando a queda do ibovespa 30 de junho de 2026 - 20:06
querosene petrus 30 de junho de 2026 - 14:54

TRABALHA E TRABALHA

Anvisa proíbe marca querosene por produção desconhecida

30 de junho de 2026 - 14:54
lanche de graça burguer king serasa bk (1) ID da foto:1309352410 30 de junho de 2026 - 13:36
taça copa do mundo 30 de junho de 2026 - 11:04
desenrola caixa economica federal (1) 29 de junho de 2026 - 13:54
repelente repele anvisa (1) ID da foto:992623726 29 de junho de 2026 - 13:41
Bilhetes da Mega-Sena e da +Milionária brincam de dança das cadeiras em clima de festa junina. 29 de junho de 2026 - 7:23
29 de junho de 2026 - 6:57
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 29 de junho de 2026 - 6:18
Confira os números da Quina de São João. 28 de junho de 2026 - 14:23
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar