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A petroleira divulgou bons números de produção do 3° trimestre, e há espaço para dividendos bilionários; a Vale também divulgou lucro acima do projetado, e mercado ainda digere encontro de Trump e Xi
Ainda que a sexta-feira esteja chuvosa aqui na Av. Faria Lima, as notícias corporativas são, em sua maior parte, positivas. A temporada de balanços está a pleno vapor, com resultados surpreendendo positivamente o mercado. A Vale, por exemplo, anunciou ontem que alcançou um lucro de US$ 2,7 bilhões no terceiro trimestre, alta de 13%, enquanto a média apurada pela Bloomberg indicava uma queda de quase 22%.
E os dividendos também vêm com tudo: a Gerdau pode pagar mais de meio bilhão de reais aos investidores e acionistas, e o BTG espera que pelo menos 20 empresas usem uma 'brecha' para anunciar dividendos extraordinários ainda este ano.
No meio desse turbilhão, uma gigante ainda pode surpreender. O colunista Ruy Hungria avalia que o mercado não está enxergando todo o potencial de produção e, consequentemente, de pagamentos de dividendos da Petrobras (PETR4).
A estatal apresentou números bastante sólidos em sua prévia operacional do terceiro trimestre, com aumento de produção de 18% em relação ao mesmo período do ano passado.
Se no segundo trimestre a companhia anunciou “apenas” R$ 8,6 bilhões em dividendos, essa melhora deve ajudar os proventos a superar a casa dos R$ 10 bilhões novamente no terceiro trimestre.
Mais que isso: dados analisados pelo JP Morgan mostram que o declínio da produtividade da petroleira pode ser menor que o esperado, principalmente por conta do pré-sal. Confira a matéria completa aqui.
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O Ibovespa está em ritmo de rali e voltou a bater recordes na quinta-feira (30). O principal índice da B3 fechou o dia com alta de 0,10%, aos 148.780 pontos, renovando a máxima de fechamento.
E não parou por aí: o Ibovespa também alcançou os 149.234 durante a sessão, registrando nova máxima histórica. O índice brasileiro foi impulsionado pela temporada de balanços, que segue sob os holofotes dos mercados nesta sexta-feira (31).
Hoje, os investidores digerem os números da Vale, enquanto aguardam a divulgação da Pnad Contínua de setembro.
No exterior, a temporada de balanços também é destaque, empurrando o encontro entre Trump e Xi Jinping para escanteio. Isso porque o mercado segue cético em relação à trégua comercial entre EUA e China.
Enquanto isso, os resultados do terceiro trimestre da Apple e da Amazon impulsionam os índices futuros das bolsas de Nova York, que sinalizam recuperação nesta manhã.
Já na Ásia, as dúvidas sobre os acordos firmados entre Trump e Xi pressionaram as bolsas da região, que fecharam majoritariamente em baixa.
Na Europa, os principais índices também operam no vermelho, enquanto investidores digerem os dados de inflação da Zona do Euro.
BALANÇO DO 3T25
Vale (VALE3) bate projeção com lucro de US$ 2,7 bilhões no terceiro trimestre; confira os números da mineradora. A estimativa da Bloomberg indicava para queda do lucro líquido entre julho e setembro e um crescimento mais tímido da receita no período; ADRs sobem no after hours em Nova York.
COM A PALAVRA, O CEO
“ROE a gente não promete, a gente entrega”, diz CEO do Bradesco (BBDC4). Marcelo Noronha prevê virada da rentabilidade “batendo à porta”. Ainda que a rentabilidade esteja no centro da estratégia traçada por Marcelo Noronha, o CEO não quer cortar investimentos — e revelou de onde virá o ganho de ROE no futuro.
BALANÇO DO 3T25
Gerdau (GGBR4) vai pagar mais de meio bilhão de reais em dividendos mesmo com queda de 24% do lucro. Metalúrgica Gerdau também anunciou a distribuição de proventos aos acionistas, equivalentes a R$ 0,19 por ação, totalizando R$ 188,8 milhões; confira os prazos.
ESTÁ DECIDIDO!
Derrota para os credores da Ambipar (AMBP3): recuperação judicial tramitará no Rio de Janeiro; ações disparam 18%. O deferimento marca o início do período de 180 dias de suspensão de execuções e cobranças.
DEPOIS DE CULPAR O BRASIL…
Netflix mais barata na bolsa: gigante do streaming desdobrará ações proporção de 10 para 1 em operação questionada por Warren Buffett. O megainvestidor é famoso por se recusar a desdobrar as ações da Berkshire Hathaway e criou uma classe de ações “B” com preços mais modestos.
SUBESTIMADA?
A Vale (VALE3) voltou às graças do BTG: por que o banco retomou a recomendação de compra? De acordo com o banco, a empresa vem demonstrando melhoras operacionais. Além disso, o cenário para o minério de ferro mudou.
REAÇÃO AO RESULTADO
Faltou brilho? Bradesco (BBDC4) lucra mais no 3T25, mas ações tombam: por que o mercado não se animou com o balanço. Mesmo com alta no lucro e na rentabilidade, o Bradesco viu as ações caírem no exterior após o 3T25. Analistas explicam o que pesou sobre o resultado e o que esperar daqui pra frente.
SEM BRINDE
Sem mencionar crise do metanol, Ambev (ABEV3) diz que consumo em bares e restaurantes caiu com inverno rigoroso e orçamento apertado. A fabricante de cervejas está otimista com a Copa do Mundo e mais feriados em 2026; analistas enxergam sinais mistos no balanço.
NA MIRA DA PF
STJ volta atrás e suspende liberação das atividades da Refit, alvo da Operação Carbono Oculto; Haddad comenta decisão. A PF investiga a Refit por indícios de que o combustível da refinaria abastece redes de postos de gasolina controlados pelo PCC.
ASCENSÃO E QUEDA
De construtora mais valiosa do mercado à ação valendo 1 centavo: a história bizantina da PDG (PDGR3). Antes apontada como uma “queridinha” dos investidores na bolsa, a PDG Realty (PDGR3) atravessa um conturbado processo de recuperação judicial.
DINHEIRO EXTRA
A ‘brecha’ que pode gerar uma onda de dividendos extras aos acionistas destas 20 empresas, segundo o BTG. Com a iminência da aprovação do projeto de lei que taxa os dividendos, o BTG listou 20 empresas que podem antecipar pagamentos extraordinários para ‘fugir’ da nova regra.
DE SECAS A ENCHENTES
Mais da metade das empresas na América Latina está bastante exposta a riscos climáticos, cada vez mais extremos, diz Moody’s. Eventos extremos estão aumentando, intensificando os prejuízos, e tornam as empresas um risco crescente de crédito.; Seguros não são o suficiente para proteger as companhias.
VENTOS FAVORÁVEIS
A Argentina vive seu momento “Plano Real”, e poucos parecem estar botando fé nisso, diz gestora. Segundo a gestora RPS Capital, a Argentina tem todos os elementos que colaboraram para o boom dos ativos brasileiros depois do Plano Real.
DE VOLTA ÀS ORIGENS
Rebatizado: Banco Central autoriza BlueBank a readotar o nome Letsbank após mudança feita em março, quando passou à gestão de Maurício Quadrado. A autorização vem na esteira da decisão do BC que rejeitou a transferência de controle do BlueBank para Quadrado e vetou a venda do grupo Master ao BRB.
COM PUXADINHO
Câmara aprova projeto que permite atualização de valor de imóveis e veículos na declaração de imposto de renda. Projeto de Lei 458/21, que agora segue para o Senado, também incorpora trechos da Medida Provisória 1.303/25, que havia caducado.
VEJA OS DETALHES
O que muda com a aprovação da MP do setor elétrico na Câmara? Confira os principais pontos. A Câmara dos Deputados aprovou, em votação simbólica, o texto principal da MP 1.304, que define novas diretrizes para o setor elétrico. Alguns pontos considerados mais polêmicos foram destacados e votados em separado.
ADEUS ÀS TARIFAS OCULTAS?
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